Editor-Chefe: Jota Marcelo

Uruaçu, Estado de Goiás, 23 de agosto 2019

Bolsonaro recebe presidentes da Fifa e da CBF

Bolsonaro, a comitiva futebolística e a bola. Presidente da CBF defende prática de gestão profissional e alteração em regulações que permita aos clubes receber investimentos nacionais e estrangeiros – Foto: Marcos Corrêa/Presidência

 

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recebeu em 10 de abril, o presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Gianni Infantino, no Palácio do Planalto, na capital federal Brasília-DF. “Foi uma visita positiva, o presidente Bolsonaro é fã de futebol e pudemos falar da importância social e econômica do futebol no Brasil e no mundo”, disse o suiço-italiano, destacando o desenvolvimento de programas educacionais por meio do futebol.

As competições que o Brasil vai sediar este ano também estiveram na pauta da reunião. Em junho e julho o País recebe a Copa América, organizada pela Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) e, em outubro a Copa do Mundo Sub-17, da Fifa. “São competições muito importantes que permitirão ao Brasil estar no mapa do mundo do futebol”, ressaltou.

O País também é candidato a receber a Copa do Mundo feminina em 2023 e o Rio de Janeiro a receber a final única da Copa Libertadores da América em 2020.

Infantino estava acompanhado do presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez e, do presidente da Confederação Brasileira de Futebol, Rogério Langanke Caboclo.

 

Escalada do futebol no PIB

Caboclo tomou posse dia 9 de abril, na sede da entidade, no Rio de Janeiro, para um mandato até 2023. Durante encontro com Bolsonaro, ele apresentou a vontade da CBF em mudar o patamar do futebol na economia nacional. “Fazer uma escalada do futebol no PIB [Produto Interno Bruto] do Brasil. Os clubes precisam arrecadar mais e para isso diversificar e otimizar as fontes de receita, chegarem mais próximos dos clubes europeus e termos os craques mais tempo no Brasil e à disposição da seleção”, disse.

De acordo com o presidente da CBF, isso será possível com a adoção de uma gestão profissional e alteração em regulações que permita aos clubes brasileiros receber investimentos nacionais e estrangeiros.

 

(Informações: Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil/Brasília. Edição: Sabrina Craide)

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