RELIGIÃO

DR. PADRE CRÉSIO RODRIGUES

DR. PE. CRÉSIO RODRIGUES é Vigário Judicial da Diocese de Uruaçu. Doutorado em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Lateranense – ROMA. Titular da Paróquia São José Operário (Uruaçu) – Contatos: cresio@hotmail.com. Acesse as contas da Paróquia e do titular da coluna no Facebook; e, da Paróquia e do titular da coluna no Instagram

Sete anos: dor e glória

Sete anos se passaram de sua passagem deste mundo, / O profundo amor segue vivo, com uma dor que não se vai. / Pai é raiz, é fonte, ponte do mistério à tênue existência, / Experiência que sua ida nos deixou ao cobrir sua vida este véu, / Que no Céu cairá… E todo embaraço, num eterno abraço.

 

(Crésio Rodrigues – 02/06/2022)

 

Sete anos de ausência física de nosso querido Zé Neto;

Dileto entre os que o conheceram, uma escola de bondade,

Jovialidade pela alegria que espalhava com brincadeiras,

Bandeira de serenidade que atraiu inumeráveis amigos,

Abrigo de filhos e netos, breve trajetória, bela sua história!

 

Sete anos se passaram de sua passagem deste mundo,

O profundo amor segue vivo, com uma dor que não se vai.

Pai é raiz, é fonte, ponte do mistério à tênue existência,

Experiência que sua ida nos deixou ao cobrir sua vida este véu,

Que no Céu cairá… E todo embaraço, num eterno abraço.

 

Sete anos evocam perfeição, conclusão de um árduo ciclo.

E fico lembrando que pra Deus mil anos é como um segundo

Oriundo do amor que transcende nosso pobre horizonte.

Defronte a morte a melhor das sortes é ter crido e vivido bem.

O além não é vácuo nem desatino… É presença do doce divino.

 

Sete anos de saudade, de lembranças tantas daqueles gestos.

Modesto foi meu pai, intenso no carinho, no trabalho, na tolerância.

Constância no desfiar do rosário ele cultivava antes de dormir

Quis exprimir que sem fé não há sentido o resto que se faz;

Incapaz de maltratar qualquer cristão, não guardava mal no coração.

 

Sete anos de dor, não derrota, cultivamos seu ser sua imagem:

Coragem que nos ensinou para as horas difíceis da caminhada.

Tal jornada é mais leve quando a fé nos descreve seu belo troféu:

Fogaréu de amor, pois a morte sela o que a vida moldou!

Terminou sua história… Caminhamos também para a mesma glória.

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