OPINIÃO

DIVERSOS

‘EDITORIAL’ – Edição 319 (1º a 15/12/2019) – ‘A cultura não pode parar’

Um ano atrás, o Brasil sabia sobre o fim do Ministério da Cultura (MinC), decisão do novo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), que, amenizando, anunciou a criação da Secretaria Especial de Cultura, agregada ao Ministério da Cidadania (agora incorporada ao Ministério do Turismo).

Os motivos das mudanças são vários, mas a área da cultura merece maior apoio geral, em um País de rica diversidade cultural nas cidades, nos Estados, no Distrito Federal, em todo o Brasil.

Que a atual gestão federal atue sempre com lógica a questão da cultura. Lembrete: o Ministério da Economia planejou excluir, a partir de 1º de janeiro, série de ocupações ligadas à cultura do sistema de Microempreendedor Individual (MEI), responsável pela retirada de milhares de brasileiros da informalidade e meio de sustento de muitas famílias. Muitos são os músicos independentes, humoristas, contadores de histórias, instrutores de arte, de música e fomentadores da cultura em geral dependentes do MEI.

A efervescência cultural em Uruaçu, mesmo que não vista por muitos e em meio as dificuldades, tem a sua agenda com acontecimentos qualificados. Das ações da Pasta cultural municipal, com a secretária Nilde Alves (decoração natalina, cantata), passando pelos procedimentos da Academia Uruaçuense de Letras (AUL [presidida por Carlos Henrique Alves do Rêgo, o Carzem]) – realizando Saraus, participando-bem representada nos eventos –, indo até as atividades de representações integradas por guerreiros. Exemplo: eventos nas unidades de ensino de todas as etapas; iniciativas do Memorial Serra da Mesa; lançamentos de livros; trabalhos da Associação Quilombola João Borges Vieira; Gaffurina – Cultura e Arte (cultura alternativa; coletivo de bandas alternativas e demais segmentos artísticos); banda Queixo de Cobra; Grupo Teatral Limpando o Olho (GTLO [inclusive com o seu Ponto de Cultura]); Liberdade Grupo Teatral; agenda do espaço Quintal de Ideias; Festivais (musicais e de dança); festas religiosas (onde são vistos atrativos culturais). E, muito mais!

O governador Ronaldo Caiado (Democratas) fez troca e, desde 2 de dezembro o novo secretário estadual da cultura é Adriano Baldy, cheio de energia, debatendo modelo de gestão, efetuando pagamentos de parte dos atrasados, projetos que deseja desenvolver, participação e colaboração de conselheiros no trabalho. ‘Vamos firmes trabalhar com compromisso, disposição, espírito público e ajudar o governador a entregar um Estado cada vez melhor a todos os goianos!’, postou em rede social.

Adriano Baldy não quer que o Fundo de Arte e Cultura de Goiás (FAC) seja extinto, uma vontade da gestão estadual, e, pretende que a Ley Goyazes seja mantida.

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