Editor-Chefe: Jota Marcelo

Uruaçu, Estado de Goiás, 15 de outubro 2019

OPINIÃO

DIVERSOS

‘EDITORIAL’ – Edição 311 (1º a 15/08/2019) – ‘Uruaçu, Ferrovia Norte-Sul, Porto Seco’

Conforme publicação recente do JORNAL CIDADE, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), visitou a goiana Anápolis em 31 de julho, para assinar, oficializar a concessão da Ferrovia Norte-Sul, que teve o trecho entre Porto Nacional-TO e Estrela D’Oeste-SP leiloado. A empresa Rumo, concessionária vencedora com a oferta de R$ 2,719 bilhões, é, em dados da mesma, ‘a maior operadora ferroviária do Brasil, oferecendo serviços logísticos de transporte por Ferrovias, elevação em Portos e estocagem de produtos. Atualmente, sua base de ativos é composta por quatro concessões, totalizando 12.021 quilômetros de linhas férreas, 1.000 locomotivas e 25 mil vagões, além de centros de distribuição e instalações de armazenamento.’. A FNS foi iniciada no governo José Sarney (1985-1989) e concluída (trecho Anápolis a Porto Nacional-TO) na gestão Dilma Rousseff (2011-2014).

Norte-Sul em operação e Uruaçu sairá ganhando, especialmente se o Porto Seco definido para a localidade for instalado, a exemplo de outros Municípios.

Em maio de 2014, o JC alertava, uma vez mais (e não fora a última), para que autoridades uruaçuenses tivessem cuidado geral para que Uruaçu não perdesse o Porto Seco. ‘Cuidado geral! Acordem autoridades’, constava no alerta, que também trouxe esse trecho: Confiança de um lado, desconfiança de outro, quando o assunto envolve a operacionalidade 100 por cento da Ferrovia Norte-Sul (FNS), é importante que todo uruaçuense some forças no sentido de Uruaçu não perder o Porto Seco. Texto de uma das inúmeras reportagens veiculadas pelo JC: ‘Anunciados publicamente pela Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias, empresa do Ministério dos Transportes responsável pela construção da obra iniciada em 1987, para serem construídos, no trecho goiano (percurso Palmas-Anápolis), os Pátios de Integração Multimodal (ou Polos de Carga; ou Pátios de Transposição de Mercadorias), dos quais cinco estão projetados para Goiás, com construção pretendida para Porangatu, Uruaçu, Santa Isabel, Jaraguá e Anápolis, teriam área para vias de formação de trens, manobras e estacionamentos de veículos ferroviários, oficinas, depósitos, armazéns e diversos serviços de logística e, armazenamento de mercadorias, devendo se transformar em grandes polos industriais.’.

Em 2012, o JC havia veiculado: ‘Uruaçu foi definida como cidade sede de uma das unidades do Porto Seco da Ferrovia Norte Sul. O Brasil cresceu a uma média superior a 4% na última década, mudanças fundamentais estruturantes do País são necessárias, as aspirações de Uruaçu não podem cessar, o nível atual de infraestrutura da cidade do Norte goiano não apresenta crescimento satisfatório e Solange Bertulino (MDB), prefeita uruaçuense eleita [na época], tem a missão de lutar visando não perder o Posto Seco para outra cidade.’.

Da mesma forma, os prefeitos antecessores e sucessores. Valmir Pedro (PSDB), gestor atual, recebeu dia desses empresários com o propósito de instalação (empreendimento privado) de um Porto Seco em Uruaçu. Em Anápolis, reafirmaram o mesmo a Valmir.

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