CULTURA & EDUCAÇÃO

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‘Caleidoscópio’ – Herbert Vianna

Não é preciso apagar a luz

Eu fecho os olhos e tudo vem

Num caleidoscópio sem lógica

Eu quase posso ouvir a tua voz

Eu sinto a tua mão a me guiar

Pela noite a caminho de casa

 

Quem vai pagar as contas desse amor pagão?

Te dar a mão?

Me trazer à tona pra respirar?

Vai chamar meu nome ou te escutar?

 

Me pedindo pra apagar a luz

Amanheceu, é hora de dormir

Nesse nosso relógio sem órbita

Se tudo tem que terminar assim

Que pelo menos seja até o fim

Pra gente não ter nunca mais que terminar

 

Quem vai pagar as contas

Desse amor pagão?

Te dar a mão?

Me trazer à tona pra respirar?

Vai chamar meu nome ou te escutar?

 

Me pedindo pra apagar a luz

Amanheceu, é hora de dormir

Nesse nosso relógio sem órbita

Se tudo tem que terminar num blues

Que pelo menos seja até o fim

Pra gente não ter nunca

Nunca, nunca mais que terminar

 

Quem vai pagar as contas desse amor pagão?

Te dar a mão?

Me trazer à tona pra respirar?

Quem vai chamar meu nome ou te escutar?

 

Me pedindo pra apagar a luz

Amanheceu, é hora de dormir

Nesse nosso relógio sem órbita

Se tudo tem que terminar assim

Que pelo menos seja até o fim

Pra gente não ter nunca

Nunca, nunca mais que terminar

 

Composição de Herbert Vianna, Caleidoscópio é um dos sucessos da cantora Dulce Quental e integrante do disco Voz Azul (1987; produzido por Herbert) e, regravada posteriormente pelo grupo de Herbert, Os Paralamas do Sucesso

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