OPINIÃO

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‘EDITORIAL’ – Edição 465 (1º a 15/01/2026) – ‘Sua saúde mental em dia’

‘Ter boa saúde mental é de extrema importância’.

Cada ser humano deve, e muito, se esforçar em favor de uma boa saúde mental – Foto: Comunicação/Cogna / Freepik

 

No mês inicial do ano, dedicado à conscientização sobre a saúde mental, se torna ainda mais vital lembrar e relembrar questões fundamentais sobre o tema, com a observação inicial: ter boa saúde mental é de extrema importância’ – Janeiro Branco, movimento, campanha social criado no ano de 2014 em Uberlândia-MG, com voluntários, profissionais, instituições e outras representações promovendo série de ações para sensibilizar o máximo de pessoas e influenciar políticas públicas. Cada ser humano deve, e muito, se esforçar em favor de uma boa saúde mental.

‘A campanha sensibiliza e educa sobre a importância da saúde mental, combatendo estigmas e incentivando práticas preventivas em famílias, escolas, empresas e comunidades. Busca fortalecer redes de apoio, estimular políticas públicas e promover responsabilidade coletiva. Seu propósito é afirmar que cuidar da mente é essencial e deve ser prioridade para qualquer pessoa’ e ‘a lei federal Janeiro Branco (Lei 14.556/23) é um marco na promoção da saúde mental no Brasil, oficializando a campanha que começou em 2014. Com a sanção dessa lei, o movimento Janeiro Branco ganha reconhecimento e força institucional, permitindo ações e políticas públicas para conscientizar e promover a saúde mental em todo o país’ (Instituto de Desenvolvimento Humano Janeiro Branco).

Na publicação Janeiro Branco: como a pressão das redes sociais afeta a saúde mental no início do ano (texto de Agência publicitária [2026]), a psicóloga Ana Maria Rodrigues, coordenadora do curso de Psicologia da Faculdade Anhanguera, alerta, sobre esse cenário digital que pode aumentar a ansiedade, gerar a sensação de inadequação, comportamento de comparação e afetar a autoestima, tema central da campanha e, lista os principais gatilhos emocionais mais comuns em janeiro: metas rígidas divulgadas como obrigatórias; comparações com corpos idealizados esteticamente modificados e rotinas irreais; excesso de conteúdo motivacional que pressiona ao invés de inspirar; busca exagerada por validação por meio de curtidas e comentários; sensação de atraso, estagnação e de falha constante; e, a necessidade incessante de seguir o “efeito manada”, de fazer algo por modismo ou pela influência das Redes. E diz: “As Redes sociais criam a ilusão de que todos estão vivendo uma vida perfeita, começando o ano no máximo, sem descanso e cheios de conquistas. Isso desencadeia frustração, ansiedade e gera vários prejuízos sócio emocionais e principalmente na saúde mental, retirando a autenticidade e sentido real da vida de muitos”. Enquanto isso, o defensor público André Naves categoriza que o debate sobre saúde mental deve superar o estigma, ser tratado como prioridade na economia política e nos direitos fundamentais.

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