Secretário de Saúde de Uruaçu alerta: nunca teve ‘lockdown’, de fato, no Brasil

Em entrevista, Josimar Nogueira, secretário municipal de Saúde de Uruaçu, tece comentários sobre temas da área. Perguntado o que representa Uruaçu ser destaque na cena estadual no quesito vacinação, disse ser resultado de “organização e planejamento” e, chama atenção para que todas as pessoas vacinem com as duas doses contra a Covid-19, doença para o qual deve ser enfrentada com ajuda geral, começando pela população. Para ele, no Brasil jamais existiu lockdown de fato.

 

Josimar Nogueira, sobre a pandemia e os comportamentos: “A corresponsabilidade individual deve existir, as pessoas são adultas, já estamos com 14 meses de pandemia, com muitas informações e todos sabem o que fazer. Infelizmente, no Brasil, de modo geral, não se faz da forma correta” – Fotos: Márcia Cristina/JORNAL CIDADE

 

Covid-19: questionado sobre a relevância de todas as pessoas tomarem a segunda dose, o secretário de saúde uruaçuense diz: “É muito importante a imunização com as duas doses, o indivíduo só estará protegido após 15, 14 dias, dependendo da vacina com as duas doses aplicadas

 

Uruaçu se destaca no quesito vacinação em todo o Estado de Goiás e, até nacionalmente, como um dos Municípios que melhor eficiência apresenta nesse quesito. Como foi possível isso?

Respondendo a essa pergunta, tem duas palavrinhas: organização e planejamento. Uruaçu, graças a Deus, tem uma equipe técnica de imunização bastante consolidada, que tem muita experiência há anos em vacinação e, com o PNI [Programa Nacional de Imunizações] consegue, então, fazer uma programação organizada dessa imunização. Nós confrontamos os dados do DATASUS [Departamento de informática do Sistema Único de Saúde do Brasil], que tem a estimativa de população por faixa etária e também por grupo e, cruzamos essas informações com as doses recebidas. Não hesitamos em abrir dias de vacinação e avançar em idades, de modo que a gente tenta sempre imunizar o maior número de pessoas com as doses que recebemos, de acordo com o PNI.

 

Motive, mais uma vez, as pessoas terem a iniciativa de tomar a segunda dose.

É muito importante a imunização com as duas doses, o indivíduo só estará protegido após 15, 14 dias, dependendo da vacina com as duas doses aplicadas. Todas as pessoas que tomaram a primeira dose, de acordo com o aprazamento do cartão SUS, deve tomar a segunda dose e, só assim ele pode se considerar um indivíduo protegido. Então, pessoal, vamos tomar a segunda dose, verifique o cartão do SUS, qual foi a data do aprazamento e procura o ponto de vacinação para que seja feita a segunda dose. Lembrando, que Uruaçu está à frente do Estado, com mais de 30% de imunização com a primeira dose e aproximadamente 15% da população já tomou a segunda dose. O que é importante é ser imunizado completamente e para ser imunizado completamente são necessárias as duas doses da vacina.

 

Nunca é demais lembrar: o prefeito Valmir se constituiu em um dos primeiros a acreditar no êxito das vacinas em geral, numa época em que muitos criticavam ou fugiam do assunto.

Ele sempre acreditou na importância das vacinas! Eu sinto muito feliz e orgulhoso em trabalhar com o Valmir Pedro, pessoa que eu não tinha muita proximidade antes de trabalhar na UPA [Unidade de Pronto Atendimento]. Primeiramente, comecei na UPA, trabalhava no Laboratório Municipal na época da gestão da Solange Bertulino [gestão municipal 2013-2016], enquanto biomédico e, depois fui trabalhar na UPA e, após algum tempo o Valmir me convidou para ser secretário. Ao trabalhar com o Valmir, eu passei a conhecer o político institucional que ele consegue ser. Tem uma capacidade multidisciplinar de informações que é incrível! Eu consigo discutir questões técnicas, que são do meu conhecimento, com ele, de forma muito clara e ele entende. Nossos prefeito tem um conhecimento multidisciplinar das coisas, ele entende das áreas da saúde, infraestrutura, educação, é formado em História, entende de muitos assuntos e consegue fazer essa gestão multidisciplinar e atender as demandas, bom articulador institucional, fora a capacidade política que tem de atrair tantos recursos para Uruaçu, que, se não fosse isso, estaria em um apagão, não só em saúde pública, mas em infraestrutura também. Eu sinto muito orgulhoso e contente em trabalhar com um gestor dinâmico e competente, que é o Valmir Pedro. Na minha opinião, é um exemplo de homem, exemplo de gestor, é um exemplo de homem público, tem uma família muito bonita.

 

Os decretos se sucedem. As medidas, num todo, são necessárias. Quando preciso for, manter ou renovar/inovar faz parte de toda uma vigilância empreendida pela Prefeitura…

…Exatamente! A questão sanitária do País implica em que as pessoas tenham educação e saúde muito mais aprofundadas do que tínhamos anteriormente. Se todos pudéssemos ter a consciência, responsabilidade do que fazer em situações de pandemia – no caso dessa pandemia de doença viral infecciosa que transmite através do contato da proximidade da respiração –, nós teríamos mais sucesso. Ao meu ver, não necessitaria, por exemplo, de restrições legais, decretos, obrigações para que as pessoas façam o que devem fazer. A corresponsabilidade individual deve existir, as pessoas são adultas, já estamos com 14 meses de pandemia, com muitas informações e todos sabem o que fazer. Infelizmente, no Brasil, de modo geral, não se faz da forma correta. Tivemos vários denominados lockdowns no Brasil, no Estado e em Uruaçu, só que eu tenho um ponto de vista crítico com essa situação: nunca existiu lockdown no Brasil e em nenhuma cidade, porque ele jamais foi cumprido de forma integral e os lockdowns, quando cumpridos de forma integral, têm curto período de tempo, pois conseguem quebrar a cadeia de transmissão, apresentam sucesso curto, evitando que o comércio fique fechado por longo tempo.

 

Devido essa não adesão correta, a situação no Brasil é grave. Comente.

A gente não conseguiu essa adesão, não só em Uruaçu, não só no Estado, não só no Brasil. O País perdeu muito com essa consciência coletiva das pessoas, isso foi frustrante e, o que é possível vermos nos números? O Brasil é um dos Países que têm mais óbitos, mais casos e não consegue sair das ondas da Covid-19, demoramos sair da primeira onda, a segunda não acabou e a terceira onda já está atropelando e, eu vislumbro decretos de lockdowns com muito poucos resultados por conta da adesão das pessoas. Quem fica mais prejudicado é o comércio, porque fica fechado, mas quem não tem corresponsabilidade continua fazendo aglomerações e ajuntamento de pessoas intradomiciliar ou em locais reservados que não têm o cuidado e a proteção necessária. E, com isso, claro que a doença continua a ser transmitida.

 

A pandemia é uma realidade, chegando a um ano e meio, mas a Saúde Pública de Uruaçu não baixou a guarda em relação aos outros problemas…

…Muito bem lembrado! Nós, ano passado, verificamos a suspensão de serviços em nível estadual, serviços eletivos e, Uruaçu permaneceu sempre com todos os serviços possíveis funcionando, apenas não a odontologia, por conta que era um decreto maior, éramos obrigados a seguir. Mas, paralelo ao enfrentamento à Covid-19 continuamos com os outros atendimentos, como consultas, cirurgias, o que foi possível nós continuamos, porque, além da Covid, desse enfrentamento da pandemia, a saúde pública é muito complexa e a demanda é enorme. Sabe o quanto é difícil atender toda a demanda do SUS. Nossa Secretaria não parou, a cada dia que passa tentamos trazer mais especialidades para evitar deslocamentos de pessoas até Goiânia e outras cidades.

 

Nossa reportagem tem conhecimento sobre novidades. Resuma.

Em 2021, nós já temos uma especialidade inédita na cidade, acredito que poucas cidades do porte de Uruaçu têm: uma coloproctologista, que faz também cirurgias – doutora Sonaira Bernardes, coloproctologista e cirurgiã geral. Temos a especialidade endocrinologia, que está para ser habilitada. Temos cirurgião vascular, a cirurgia vascular é uma calamidade em todo o sistema SUS e em Uruaçu temos um, que faz avaliação e cirurgia vascular, está trabalhando na fila, parada desde 2018, na fila da Regulação para Goiânia. Esse cirurgião vascular que está em Uruaçu já realiza essas avaliações e executa os procedimentos – doutor Edmar Filho. Existem também outras especialidades que estamos tentando colocar. Por exemplo: o exame de colonoscopia. O ecocardiograma, que não existia na lista de prestação de serviços. Enfim, nós sempre, a cada tempo, de acordo com o planejamento, orçamento, tentamos ampliar os serviços de especialidades para evitar que a pessoa vá até Goiânia. Isso é muito importante: irmos evoluindo um pouco, para alcançarmos mais resultados. Era grande a demanda reprimida de cardiologistas, pois não tínhamos o profissional que faz esse serviço eletivo e, hoje contamos com dois médicos cardiologistas atendendo pelo SUS, que são o doutor Diego Costa e o doutor Edmar Filho. Atendem na cardiologia e resolveram nosso problema de cardiologia do SUS, hoje com uma fila controlada e tranquila…

 

…E a ortopedia?…

…Demanda reprimida também nessa especialidade, mas agora temos três ortopedistas em Uruaçu, atendendo não só as urgências na UPA, mas também as consultas eletivas, que antes não existiam. Imaginam isso! Então, nós conseguimos trazer esses profissionais para cá através do Hospital Serra da Mesa [unidade de saúde uruaçuense particular], que é um grande parceiro. Médicos ortopedistas, doutores Paulo Ricardo Fontella Naimayer, Welvis Soares Camargo e Fred José de Araújo e, agora, também vamos receber mais dois colegas ortopedistas especializados em ombro e quadril [um deles, Rodolpho Lemes, subespecialista em ombro e cotovelo], para comporem esse time do Serra da Mesa, que tem parceria com a Secretaria de Saúde de Uruaçu para atendimentos através do SUS.

 

Qual é a sua análise sobre os questionamentos envolvendo destinação de aplicação de recursos para o combate à Covid-19 em Uruaçu (parte delas acompanhando suposições infundadas)?

Essa é uma grande especulação que as pessoas promovem. Hoje, o Brasil – com esse contexto político, de redes socias de grupos, vinculações de formações através de WhatsApp –, as informações oficiais e reais perdem credibilidade. O jornalismo – e aqui eu cumprimento você, que é um grande jornalista –, o jornalismo oficial, perde espaço para criação de fake news. E, essa questão da Covid-19, não só com os custeios e com a prestação de contas, também acontece, acontece com o tratamento, acontece com outras questões que não são só de saúde pública, que é a vinculação de formação especulosa. Temos um controle muito rigoroso com a prestação de contas e com o orçamento especificamente da Covid. Tanto, que conseguimos até hoje manter esses recursos transferidos para o Município, para o custeio dessas atividades, desse enfrentamento da pandemia com bastante programação, cautela, para que cada recurso conseguisse alcançar esse tempo todo de pandemia. Sempre, em todo momento, prestamos contas de todas as compras para o Ministério Público. Não optamos por ter compra direta, que é aquela compra sem licitação, todas as nossas compras são licitadas  e também consta na página oficial da Prefeitura um link específico da Covid-19, tem lá um botão bem grande escrito Despesas da Covid-19, onde qualquer cidadão pode clicar e ver como foi gasto cada centavo repassado para Uruaçu, para o enfrentamento da Covid…

 

…Transparente…

…É muito simples, tem que existir transparência, mas também um entendimento da população e, a mídia real, o jornalismo real ajuda muito nisso, para passar à população o que é que ocorreu e como ocorreu. E, nós na Câmara Municipal fizemos isso, essa prestação de contas da Covid, com os gastos que foram feitos, os recursos que chegaram. Fizemos também todo o balanço de gastos e orçamentos, na verdade, a gente chama de Relatório de Gestão, constitucionalmente é obrigatório a Secretaria de Saúde prestar contas à Câmara Municipal anualmente, na verdade três vezes no ano. Fazemos isso continuamente e na última sessão fizemos esse Relatório de Gestão do ano de 2020, fizemos todo o fechamento de 2020 e prestamos conta. Mostramos um dado muito importante: o Município, de modo global, tem que investir 15% do seu recurso próprio em saúde e nós investimos 21,39%. Acima da média e, a gente percebe nos repasses que tem um subfinanciamento do SUS, da parte tanto do Estado, quanto da União. Isso não só em Uruaçu, isso é o sistema de financiamento do SUS, que ocorre em todo o Brasil. Por isso, aqui é um ponto crítico, que eu digo que o SUS é um sistema muito complexo, importante, acho que é um patrimônio da sociedade brasileira, porém sofre com o subfinanciamento, acho que o mal do SUS é o subfinanciamento advindo tanto do Estado, quanto da União, sobrecarregando os Municípios que têm que despender de muitos recursos para custear o SUS, algo nem sempre tão fácil.

 

Como se sente em estar secretário no Município de Uruaçu?

Uma satisfação, eu me sinto como se estivesse executando uma missão! Não é fácil, não ganhamos rios de dinheiro. Eu, que tenho formação na área da saúde, sou biomédico, nessa época de pandemia em qualquer outra situação poderia estar ganhando mais, só que eu encaro como uma missão. Isso, para mim, é uma satisfação poder dar um tom de gestão liderada aqui para a Secretaria e, não uma gestão chefiada, que é diferente. Eu consigo e tento com os coordenadores da saúde, com os servidores do SUS, que são os trabalhadores do SUS, que eu tenho muito orgulho de defender e estar junto deles e, criar uma atmosfera, uma sintonia de um grupo de liderança, com liderança e com proatividade de todo mundo. Porque, quando você está junto com os trabalhadores fazendo com eles, é diferente, há uma motivação do grupo. Eu acredito que a gestão pública, não só na saúde, tem que ter esse perfil de equipe e não de chefia, não existe um gestor, existe um grupo gestor, acho isso importante, a gente sair desse modo de gestão arcaico, que é um passado que não merece. Primeiro, ter uma gestão técnica, participativa e em grupo, líder – tudo bem que é um líder –, tem responsabilidade, ele é o gestor, o secretário que assina, ele é o responsável, mas tem que estar próximo, tem que saber da deficiência que está acontecendo, o que o usuário está falando, qual é a justificativa e também um ponto muito importante, que é não  também ser só humano, e, sim, praticar a humanização, disseminar a humanização. Do SUS, a gente tem que falar muito não. Certa vez, uma servidora falou que não tem que ser falado objetivamente para que o paciente saiba o que é não. E eu falei para ela, corrigi, comentando não ser assim, que ela estava enganada, que sim, ela poderia falar objetivamente, pois o sim já é uma resposta boa, mas o não é ruim e sempre tem que ser seguido de uma possiblidade. Então, é não, mas você pode fazer isso, aquilo, aquilo ou isso e isso. Trata-se de fala humanizada, basicamente isso. Enquanto secretário, eu me sinto executando uma missão.

 

Comente a importância do serviço desenvolvido pela sua assessoria em geral.

É o mais importante! Eu não seria ninguém, eu não seria nada enquanto gestor se não fosse a minha equipe, tenho muito orgulho dela, sobretudo, com essa pandemia, onde sobressai essa percepção que eu tenho dessa equipe, muito competente e que ela arregaça as mangas para trabalhar. A maioria deles efetivos, temos alguns através de contratos e comissionados, mas, de modo geral, são pessoas que estão prontas para trabalhar, nessa campanha de vacinação mesmo, que a gente tem esse sucesso, gera notícias boas, é executada por uma coordenadora, a enfermeira Priscila Martins, enfermeira da Vigilância Epidemiológica, técnica, eficiente e dedicada, que se dedica muito. Com ela, todos fazem o máximo e se dedicam, todos são ótimos. Dentre todos os funcionários efetivos, todos os funcionários comissionados e contratados, eles são motivos de orgulho para mim, pois vestem a camisa e têm dado muito suor para esse trabalho. E também, eu tenho um time de coordenadores, cada unidade tem um coordenador, estão atuando há cinco anos, com uma ou duas alterações. Significa que são pessoas competentes. E o prefeito me dá total liberdade para alteração dessas Coordenações e, que não se faz necessário porque são bons no que fazem. São eles: Wagner Abadio, gestor financeiro, participativo e colaborativo; Algemira Souza, administrativa, técnica e eficiente; Cleides Abadia, assistente social, humana e acolhedora; e, Carlos Daws, transporte, articulado e eficiente. Aqui na Secretaria, nosso time da parte administrativa é excelente, eu tenho muita confiança em todos. Na parte de assessoria, na parte do Controle Interno, a Algemira, que está aqui há muito tempo, tem muito conhecimento, me ajuda bastante, temos a Cleide, que é um exemplo de humanização de atendimento, muito dócil, simpática. De modo, que os coordenadores, os profissionais de saúde são o que eu falei! Essa equipe é a minha bandeira, eu os defendo, porque trabalhar no SUS, com todo esse contexto, tem que ser por amor e tem que ser por missão mesmo. Então, é um grande orgulho!

 

Uruaçu perdeu recentemente o pediatra, dermatologista, ex-ocupante da cadeira que você ocupa hoje, Vercilei José dos Santos. Você aprendeu muito com ele (um colaborador contínuo da área, em Uruaçu, no Estado e no Brasil)?

Eu até me emociono em falar do doutor Vercilei. Foi meu professor, era nosso médico aqui, trabalhava às terças e quintas-feiras e todos os dias que estava na Secretaria vinha nesta sala falar comigo, tomar um café e conversar sobre o SUS. Doutor Vercilei foi, assim, quem me incentivou a continuar nessa missão, entendia muito de SUS, de políticas públicas. Foi um dos fundadores do SUS em Uruaçu, no ano de 1988, não era só um médico de diferentes especialidades, ele, sim, entendia de políticas públicas do SUS, tinha conhecimento do que estava nas diretrizes da Lei 8.080 que fundou o SUS. Sabia o que era educação e saúde e ele foi um professor, um mestre para mim, que partiu cedo. Infelizmente foi ceifado por essa doença Covid e deixou pessoas órfãs, não só a família, mas também os amigos, os profissionais, os pacientes, a comunidade. Vejo que eu perdi um grande parceiro e um grande professor que me ensinava e incentivava.

 

Para Josimar, o prefeito Valmir Pedro “é um exemplo de homem, exemplo de gestor”; e, sobre contar com a equipe de auxiliares que tem na Secretaria, assinala: “Eu não seria ninguém, eu não seria nada enquanto gestor se não fosse a minha equipe, tenho muito orgulho dela”

 

Josimar Nogueira: “Temos um controle muito rigoroso com a prestação de contas e com o orçamento especificamente da Covid. Tanto, que conseguimos até hoje manter esses recursos transferidos para o Município, para o custeio dessas atividades, desse enfrentamento da pandemia com bastante programação, cautela, para que cada recurso conseguisse alcançar esse tempo todo de pandemia”

 

(Jota Marcelo)

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