Marconi defende investimento no Sistema S para avançar na qualificação profissional

Em sabatina, candidato a senador elogiou setor produtivo e sugeriu trabalho em conjunto com o segmento.

Marconi Perillo (5º esq.) em sabatina, da Fieg e Fecomércio-GO – Foto: Assessoria de Imprensa

 

Candidato ao Senado, Marconi Perillo (PSDB) defendeu mais investimentos no Sistema S como uma forma de avançar na qualificação profissional, durante sabatina, dia 13 de setembro, organizada pela Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) e pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio-GO).

“Hoje, o que a gente tem de qualificação vem do Sistema S. Desde que era deputado federal, eu defendia o Sistema S como um sistema muito aperfeiçoado na formação e na qualificação”, disse. “Uma das maneiras eficientes de o Brasil avançar bastante na qualificação é investir no Sistema S”.

Marconi também elogiou o setor produtivo pelo seu papel no desenvolvimento econômico e lembrou que foi ele, durante seu primeiro mandato de governador (1999-2002), que sugeriu a união das Federações desse segmento sob o guarda-chuva do Fórum Empresarial.

“Tenho um profundo respeito pelo setor produtivo porque vocês arriscam capital, com insegurança jurídica e governos que mudam regras. Vocês arriscam o tempo inteiro para gerar emprego e garantir prosperidade”, afirmou. “Vou respeitá-los e ouvi-los para que eu possa, se eleito, ser um bom senador”.

 

Trabalho conjunto

Na sabatina, Marconi falou, como um sinal de trabalho em conjunto com o setor, que, quando assumiu como governador, havia 30 cidades com indústria em Goiás. Após seus quatro mandatos, o número superou a marca de 160.

O tucano lembrou, ainda, de seu tempo na iniciativa privada. “Nos últimos três anos e meio, fui trabalhar na iniciativa privada, em uma grande empresa brasileira [a Companhia Siderúrgica Nacional {CSN}, em São Paulo-SP]. Nesse período, aprendi a conhecer e a conviver do outro lado”.

“Estabeleci relações ainda mais fortes com o poder público e a iniciativa privada. Eu fui, durante esses anos, o interlocutor da CSN com quase todos os governadores, as instituições federais, o governo federal, os Tribunais Superiores, as Agências Reguladoras e os prefeitos de importantes capitais”, declarou.

 

(Informações: Assessoria de Imprensa)

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