‘EDITORIAL’ – Edição 298 (16 a 31/01/2019) – ‘O que temos para o momento’
Coluna de Ruy Castro (jornalista, biógrafo, escritor, entendedor muito de música, narrador de pérolas sobre a cidade do Rio de Janeiro), publicada em vários periódicos, faz um apanhado de verdades sobre o País, em momento que o Brasil passa a contar com novo presidente da República e novos governadores. Daqui uns dias, com novos deputados estaduais, deputados federais e senadores.
De fato, muito tem que melhorar. Ao invés de todos ficarem cabisbaixos com o texto de Ruy, bem melhor cada um refletir e ajudar melhorar a situação dentro desse País continental. O nome do texto é O que temos para o momento. Confira, com atenção máxima.
Tiroteios entre PMs, traficantes e milicianos. Barricadas com gelo baiano, balas perdidas, chacinas, execução de rivais. Invasão de domicílio por PMs com chute na porta e tapa na cara, emboscadas contra PMs fora do serviço e suborno de oficiais. Tráfco de armas. Aliciamento de menores, desfile de fuzis pelo morro, violência em bailes funk e incitação ao ódio pela música. Cracolândias, brasileiros se desfazendo vivos.
Roubos de carros, motos, bicicletas, cargas e celulares. Assaltos a bancos, explosão de caixas eletrônicos, perseguições com troca de tiros nas cidades. Sequestros, cativeiros. Contrabando (de artigos eletrônicos, pedras, animais), corrupção nas fronteiras, suborno de agentes da lei.
Assaltos sexuais e estupros, com ou sem mortes. Assédios, pedofilia, agressão a mulheres. Agressão a gays, racismo, bullying, incendiar mendigos. Execução de missionários estrangeiros, padres e ecologistas por agrobandidos. Invasão e ocupação de terras, fazendas e prédios por ativistas profissionais. Manifestações de protesto com incêndio de pneus, destruição do patrimônio público e particular e lançamento de rojões contra inocentes. Violência policial com gás lacrimogêneo, balas de borracha e bombas.
Coalisões viciadas, compra de partidos inteiros ou de políticos para aprovar (ou deixar de aprovar) projetos, nomeação de ministros comprometidos, propinas e toma lá dá cá em geral. Obras superfaturadas, desvio de verbas e contabilidade criativa de despesas governamentais. Aparelhamento de empresas públicas, negócios camaradas com países alinhados ideologicamente às custas dos cofres nacionais, aceitar presentes de empresas em troca de influência em medidas oficiais. Justiça lenta, juízes tendenciosos, impunidade. Contratação de assessores-fantasmas. Etc etc. Além das promessas de que tudo mudará, é o que temos para o momento.
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