‘O cerco dos ingratos: a baixaria política contra Daniel Vilela’ – Gilson Romanelli [Artigo
‘Tentam fazer o eleitor acreditar que Daniel está só, quando, na verdade, ele permanece no centro do projeto que recuperou o estado ao lado de Ronaldo Caiado’.

Gilson Romanelli
O cenário político goiano assiste, nesta semana, a um espetáculo de pragmatismo frio que ignora a história e o respeito pessoal. A tentativa de isolar o vice-governador Daniel Vilela através de cooptações familiares e simbólicas não é apenas uma estratégia eleitoral; é uma demonstração de covardia política que tenta usar o luto e o legado como moeda de troca.
O sequestro de símbolos: a movimentação coordenada ataca em duas frentes que beiram o inacreditável. A traição ao MDB: o PL de Wilder Morais, ao atrair Ana Paula Rezende, tenta vender a ilusão de que o irismo mudou de lado. Usar a filha do maior líder da história do MDB para atacar o atual presidente do partido é um golpe baixo que tenta dividir uma base que Daniel unificou com lealdade.
A aliança com o adversário histórico: o anúncio de Flávia Teles (viúva de Maguito Vilela) ao lado de Marconi Perillo é o ponto mais agudo dessa ofensiva. Ver a imagem da viúva de Maguito sendo utilizada pelo homem que foi seu maior algoz político é uma tentativa deliberada de ferir Daniel no campo emocional, tentando deslegitimar o filho diante da memória do pai.
A política do vale-tudo: o que Wilder e Marconi operam não é o debate de ideias para o futuro de Goiás. É a política do subterrâneo, onde sentimentos e heranças são instrumentalizados para criar uma sensação de isolamento. Tentam fazer o eleitor acreditar que Daniel está só, quando, na verdade, ele permanece no centro do projeto que recuperou o estado ao lado de Ronaldo Caiado.
Conclusão: a história de Goiás não aceita traições ao legado de quem construiu este Estado. Ao tentar usar Ana Paula e Flávia como escudos contra Daniel Vilela, a oposição mostra que não tem propostas, apenas sede de poder. A resposta a essa covardia virá da base fiel, que sabe distinguir entre o oportunismo de um momento e a lealdade de uma vida inteira dedicada ao MDB.
Gilson Romanelli reside em Goiânia, e é jornalista e analista político
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