OPINIÃO

DIVERSOS

‘EDITORIAL’ – Edição 468 (16 a 28/02/2026) – ‘Cuidado com a dengue!’

‘Transmissão é alta, as vítimas existem, infelizmente algumas fatalmente, com ocorrências de diferentes mais casos, recentes, resultando em mortes’.

Qualquer pessoa pode ser infectada pelo vírus da dengue. Se cuide! – Foto: © Arquivo/Agência Brasil

 

Algumas considerações sobre a dengue, inclusive com relembranças…

Dengue e outras doenças envolvendo larvas e o mosquito: a situação em todo o Brasil exige atenção máxima, com cada um, de verdade, devendo fazer a sua parte!

Não é porque em todo o Brasil – via Ministério da Saúde (MS), ofertadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) –, existem as doses da vacina (de nome Qdenga [disponível na rede de saúde privada desde antes]) contra a doença, que o desleixo tome conta por todos os lados!

Repete-se: todo cuidado é pouco, com a gravidade do início de cada ano representar perigo ainda maior, por ser período chuvoso, em adversidade que simboliza transtorno e tristeza para pessoas de todas as classes sociais das zonas urbana e rural, muitas crianças, pessoas já portadoras de outras doenças, com quadros se complicando.

Prevenir é fundamental, pois trata-se de doenças super silenciosas e, pelo fato de o brasileiro ser bastante conservador, sua maioria não dispensa atenção devida para com a prevenção dessas enfermidades (que matam mais que algumas outras que tanta atenção têm da parte de muitos); não acreditam, como deviam, que alguém da família possa lidar com isso; que tais doenças não chegarão ao lar de sua família ou ao seu espaço de trabalho. E, saber que em muitos casos, essas enfermidades nascem justamente nesse lar ou endereço profissional. Quem mais se preocupa com a dengue e as doenças afins são pessoas já vitimadas por elas e parte de seus familiares.

A transmissão é alta, as vítimas existem, aos montes, infelizmente algumas fatalmente, com ocorrências de diferentes mais casos, recentes, resultando em mortes no Estado de Goiás.

Maioria absoluta das pessoas persiste em ignorar a dengue e as demais doenças de relação com o cruel mosquito Aedes aegypti, se preocupando mesmo somente com outros perrengues do corpo. Complicando mais e mais, a esfera do poder público em geral do Brasil (todas as instâncias) não volta a devida atenção para com o enorme problema.

Mais que desafio, fica uma motivação que tem intuito de ajudar: hoje, amanhã, depois de amanhã, observe aí, nas acomodações de sua habitação ou de ponto de trabalho, como estão: o lixo, os entulhos, galhos, ralos, as caixas d’água, pneus, garrafas, latas, telhas, plásticos, além de outros recintos propícios para o mosquito sair se multiplicando!

Todo cuidado é pouco, pouco, pouco, com a doença febril aguda, sistêmica, dinâmica, debilitante, autolimitada. A maioria dos doentes se recupera, porém, parte deles podem progredir para formas graves, culminando com óbito!

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