‘EDITORIAL’ – Edição 292 (16 a 31/10/2018) – ‘Diabetes: dinheiro e problema diário’
Pesquisa divulgada no final de março pela universidade britânica King’s College, em parceria com a Universidade de Gottingen (Alemanha), alertou: o avanço da diabetes no Brasil pode fazer com que os custos diretos e indiretos da doença dobrem até o ano 2030, alcançando US$97 bilhões (estimativas mais conservadoras) ou US$123 bilhões (R$ 406 bilhões), em patamar mais amplo. Em 2015, os gastos do Brasil com a diabetes alcançaram US$57,7 bilhões (R$ 190 bilhões [valores atuais]).
Foram levantou dados de 180 Países, considerando tanto despesas com o tratamento médico da diabetes quanto os impactos na atividade econômica, como perda de produtividade de trabalhadores e mortes prematuras decorrentes da doença e de males associados, tipo os problemas cardíacos.
Curiosidade, com a lembrança de que a diabetes pode causar cegueira e, doenças cardíacas e renais: fruto do consumo excessivo de comida pouco saudável. Exemplos: fast-food e alimentos ultraprocessados – bolachas, refrigerantes, salgadinhos, afins. Preocupante demais!
Em junho, na capital de Goiás, Goiânia, foi inaugurado o Centro Estadual de Atenção ao Diabetes, com capacidade para atender mensalmente até duas mil pessoas. Além de ser pioneira no atendimento a portadores da doença no Brasil, a unidade (gerida de forma compartilhada com a Organização Social [OS] Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano [Idtech]) surgiu com o intuito de prestar serviço de atenção completa aos pacientes, com acompanhamentos em várias especialidades.
Entre as especialidades do CEAD, serviços nas áreas de psicologia, fisioterapia, neurologia, enfermagem, serviço social, médicos, nutricionistas. Tudo, com uma série de orientações, sob acompanhamento integral, para que complicações decorrentes da doença não se agravem.
Vereador por Goiânia e senador eleito dia 7 de outubro, Jorge Kajuru (PRP) é o idealizador do Centro, possibilitado face o interesse do Governo de Goiás em também ver essa praticidade. O investimento da gestão estadual foi da ordem de R$1,5 milhão, mais R$400 mil mensais de custeio.
Na opinião do Jornal Cidade, o governo federal precisa se debruçar sobre a causa, oportunizando que a Saúde Pública em geral se fortaleça nessa questão, pois a demanda em cada cidade é grande e o problema está presente diariamente no seio de maioria absoluta das famílias. É muito dinheiro envolvido e o problema é diário por todos os lados.
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