‘Câncer de mama’
Erika Pereira de Souza e Silva
O câncer de mama é hoje, com exceção do câncer de pele não melanoma, o mais frequente entre as mulheres na maioria dos países. Segundo a estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima-se para este ano 59.700 novos casos no Brasil.
O câncer de mama não tem um único fator causal específico. A idade e o fato de ser mulher são os fatores de risco mais importantes para a doença. Outros fatores que aumentam o risco da doença são: obesidade, sedentarismo, alcoolismo, casos de câncer de mama na família, alteração genética, entre outros.
Este tipo de câncer pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim as chances de tratamento e cura. Para que isso aconteça a Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda a realização dos exames de rastreamento com mamografia para todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade.
A detecção precoce é a chave para o tratamento bem-sucedido e a mamografia é a melhor forma de descobrir o câncer de mama antes que seja detectável pelo exame clínico.
Em função desta alta incidência, além do impacto negativo na autoestima e sexualidade da mulher, surgiu na década de 90, um movimento internacional conhecido como Outubro Rosa, que visa estimular a participação da população no controle do câncer de mama. O período é celebrado com o objetivo de compartilhar informações, promover a conscientização, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e, assim, contribuir para a redução da mortalidade.
Engajado nesta campanha, o Hospital Estadual Alberto Rassi (HGG) desenvolveu uma extensa programação para o mês de outubro, sendo uma das mais importantes o mutirão de cirurgias de reconstrução mamária para pacientes já tratadas do câncer de mama, desenvolvido pelos serviços de Cirurgia Plástica e Mastologia do hospital no último sábado, 27 de outubro. Vida nova a essas mulheres!
Erika Pereira de Souza e Silva é supervisora do Programa de Residência em Mastologia do Hospital Estadual Alberto Rassi (HGG). Transcrito, sem adaptações, do jornal O Popular [Goiânia], edição de 30/10/2018
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