PAINEL CULTURAL

DR. ABILIO WOLNEY AIRES NETO

‘O DIÁRIO DE Abílio Wolney’ [XXV – PREFEITO EM DIANÓPOLIS

[Em diferentes edições e capítulos, o JORNAL CIDADE publica O DIÁRIO DE Abílio Wolney, livro do articulista Abilio Wolney Aires Neto, lançado pela editora Kelps (Goiânia-GO.), em 2009

Festa do Divino no início dos anos 60, na atual praça Cel. Wolney. O Cel. Abílio Wolney – de paletó preto e cabeça baixa – está dentro do barbante que o rodeia – Fotos: livro

 

 XXV [Nota da Redação: No livro, indevidamente está XVIV – PREFEITO EM DIANÓPOLIS

 

Com a deposição de Getúlio Vargas em 1946, o General Felipe Antônio Xavier de Barros assumiu como interventor em Goiás e nomeou Abílio Wolney para o cargo de Prefeito da sua Dianópolis, [262 onde vamos tê-lo também como integrante do Diretório Central do Partido Social Democrático (PSD) em outubro de 1947, em franca atividade partidária.

O seu prestígio político o retornava, aos 70 anos, às sendas da vida pública, agora no velho torrão, já então renomeado Cidade das Dianas.

Ao tempo do PSD e da UDN, foi cogitado para ser presidente das duas agremiações ao mesmo tempo. Sob a sua supervisão, terminou colocando alguns correligionários para apoiarem o Dep. João d’Abreu e outros para ajudarem na eleição do Cel. Getulino Artiaga, cujos candidatos eram de facções diferentes, mas ambos merecedores do sufrágio popular – o povo decidiria nas urnas qual seria o melhor dentre eles.

Buscando atrair investidores para Dianópolis, no início dos anos 50, esteve no Rio de Janeiro. Com quase oitenta anos, procurava alguém que estivesse interessado em se associar a ele numa empresa de exploração de ouro na mina dos Tapuias, no velho Duro.

Em Dianópolis permaneceu até o dia 12 de setembro de 1965, quando, aos 89 anos de idade, retornou à Pátria Espiritual.

 

Festa do Divino no início dos anos 60, na atual praça Cel. Wolney. O Cel. Abílio Wolney – de paletó preto e cabeça baixa – está dentro do barbante que o rodeia

Grupo Escolar Cel. Abílio Wolney – Dianópolis-TO

 

[262 Antigo São José do Duro, no nordeste goiano, hoje sudeste do Tocantins.

 

[Continua na próxima postagem quinzenal {a última do referido livro/término do mesmo}, com a publicação dos tópicos Anexo, Homenagens e Bibliografia, mais outras fotos

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