‘O DIÁRIO DE Abílio Wolney’ [XVII – NOVOS COMBATES. A REVOLTA DO “DURO” CONTINUA
[Em diferentes edições e capítulos, o JORNAL CIDADE publica O DIÁRIO DE Abílio Wolney, livro do articulista Abilio Wolney Aires Neto, lançado pela editora Kelps (Goiânia-GO.), em 2009

De pé, à direita, Coquelin Ayres Leal. Sentados: Voltaire Ayres Cavalcante (à esquerda) e Joaquim Ayres Cavalcanti Wolney Filho – Wolneyzinho (à direita) – Foto: livro
XVII – NOVOS COMBATES. A REVOLTA DO “DURO” CONTINUA
Batida em 1919, a polícia dos Caiado foge do recontro em São José do Duro, onde havia assassinado o Cel. Wolney, pai de Abílio, depois mais 9 pessoas (no tronco), o menino Oscar Leal e alguns jagunços.
Dois meses após o acontecimento, era decretada a Intervenção Federal no Estado, com toda a movimentação de Batalhões que viriam do Rio de Janeiro, Salvador, Aracaju e Juazeiro, para a concentração e sequente avanço de Barreiras-BA para São José do Duro. No Relatório ao Ministério da Guerra o Major do Exército Álvaro Mariante [223 conclui:
A Vila de S. José do Duro é hoje o reduto em que Abílio, cercado dos poucos parentes e amigos que lograram escapar à sanha carniceira, volta, acabrunhado pelos mais fundos pesares, a seu trabalho pacífico e honesto.
Procuramos sondar-lhe as intenções e sua feição franca e sincera prontamente desvendou seus desígnios. O laborioso sertanejo e os amigos que o cercam não confiam no atual governo de seu Estado. A ação de autoridade e força estaduais é uma constante ameaça àquela gente, por eles tão fundo apunhalada. E, disse Abílio Wolney com sobranceira lealdade: Às autoridades de Goiás eu não me entrego: Fujo ou brigo. Prefiro abandonar tudo quanto possuo ou morrer lutando, a entregar-me à polícia de meu Estado e morrer com o pé no tronco. [224
E demos-lhe razão. Justiça e garantias pede ele e garantias e justiça não lhe podem dar os autores do grande crime e os que por ele são responsáveis. Só o Governo Federal inspira-lhe confiança. E esta afirmativa tivemo-la não apenas diretamente do próprio Abílio Wolney, como em farta messe de documentos anteriores a nossa peregrinação pelos sertões.
Recapitulando agora depois de compulsar os documentos colhidos, longe do teatro dos fúnebres acontecimentos que nos foi dado estudar e pondo em exercício a máxima imparcialidade e o mais acrisolado sentimento de verdade e de justiça, podemos concluir em síntese:
A – Os lamentáveis acontecimentos de São José do Duro derivam da ação política e administrativa dos atuais dirigentes do Estado de Goiás;
B – Há indícios de que ao Governo do Estado cabe grande responsabilidade no fúnebre desfecho do conflito;
C – A autoria da polícia goiana nos assassinatos de Buracão e São José do Duro é irrefutável;
D – A ação de autoridades estaduais orientadas pela facção política dominante no Estado é perigosa e pode ser contraproducente;
E – A ação de autoridade federal estranha ao conflito ou a simples presença da tropa do Exército naquela região pode, bem orientada, fazê-la voltar ao trabalho pacífico e produtivo.
Tais são, Ilustríssimo Senhor General Ministro da Guerra, as conclusões a que chegamos no fiel desempenho da árdua missão que Vossa Excelência nos confiou. Capital Federal, vinte e oito de abril de mil novecentos e dezenove. – Álvaro Guilherme Mariante, Major Adjunto do Estado-Maior. – Valentim Benício da Silva, primeiro Tenente auxiliar do Estado-Maior. Conforme, P. Milanez. Confere. – Valeriano Lima, chefe de seção. – A quem fez a requisição. [225
Fato é que, Abílio Wolney, arrazoado na lavra conclusiva da Intervenção Federal em Goiás, não vai se entregar ao Governo, prosseguindo em atitude de oposição e resistência com homens armados.
Carecendo viver e subsistir, responderia a violência com a resistência, como pensava.
Em novembro de 1920, Abílio Wolney começava a fazer uma estrada de automóvel para Barreiras-BA, no lastro da mesma de carros de boi, construída juntamente com seu pai em 1915.
Os inimigos políticos da Vila, que haviam fugido com a polícia em 1919, passaram a morar na vizinha cidade de Natividade, sob a proteção da 4ª Companhia de Polícia Estadual ali sediada, que, na prática, passará a ser o Quartel General para novas investidas policialescas.
Em Natividade estava o Cel. Deocleciano Nunes, ex-Senador Estadual e correligionário do Governo, que atuou como Promotor Público em substituição a Mandacaru, no caso do Duro e já agora chefe do Partido Democrata e responsável por implementar a política situacionista na região. Lá estavam também o Delegado Joaquim Martins Resende, o Coletor Sebastião de Brito e o Juiz municipal Manoel de Almeida, este na Fazenda Pé do Morro. Enfim, trasladava-se do Duro para Natividade os mesmos prepostos do Movimento de 1919, que continuariam sendo utilizadas pela oligarquia para fomentar dali um “clima de terror e violência no município de São José do Duro, submetendo-o a uma fase que se inaugura com apreensão, insegurança e truculência”.
A Companhia de polícia não faria nada diretamente, diante do barulho da Imprensa do Rio de Janeiro, que poderia repercutir contra os suseranos da capital goiana. O chefe local, Deocleciano Nunes, cuidaria com as autoridades do Duro, ali, de levarem a efeito tocaias e outros expedientes com os quais iriam minar as últimas forças de Abílio Wolney.
Abílio Wolney fareja tudo e se reforça na defensiva com gente de confiança, certo que os jagunços da refrega de 18/19 já tinham demandado suas terras. Andar armado em São José do Duro passou a ser um “ensaio geral, a precaução contra as ciladas”, numa localidade pisoteada pela ‘lei’ e embora alforriada com a Intervenção Federal, ainda não havia recebido da União medidas de segurança concretas.
Como vimos, entre 1919 e 1921 estava Presidente do Estado o Des. João Alves de Castro, cunhado de Totó Caiado que nomeou a Comissão do crime do Duro.
Entre 1921 e 1923, outro membro da oligarquia estava na Presidência do Estado – o Cel. Eugênio Rodrigues Jardim, que prosseguindo o governo do concunhado, e sob as rédeas do grupo hegemônico, por assim dizer, “decretou a sentença de morte de Abílio Wolney”, só faltando pagar prêmio para quem conseguisse matá-lo.
Como não conseguiram capturar o ex-Deputado, este prosseguia, de posse do Duro e blindado pela União. A polícia goiana começa então a agir de emboscadas, sentinelas e à espreita, porquanto, em 1919, fora escorraçada, nada obstante as vítimas que fez.
Conta-nos Osvaldo Póvoa que a primeira atuação criminosa do grupo de Natividade veio quando
José Pinto de Cerqueira Póvoa, mais conhecido como Zuza Pinto, residia na fazenda Água Boa. Corria o dia 13 de junho de 1921, dia de Santo Antônio, data festejada por Joana da Oração. Zuza Pinto vai à festa, mas ao regressar cai numa emboscada no lugar denominado Piaus, perto da fazenda Água Boa, há poucos quilômetros da Vila do Duro. [226
Antônio Povoa, irmão da vítima, procura descobrir o autor do crime e descobre que é Herculano Quirino, jagunço que engrossou as fileiras da polícia goiana no Duro, de onde Quirino fugiu e estaria morando com o juiz municipal Manoel de Almeida na Fazenda Pé do Morro, em Natividade.
Agasalhado com Manoel de Almeida e com a complacência ou mesmo a conivência da Companhia Estadual em Natividade, Quirino retornava como pistoleiro para matar gente no Duro.
Na terra de São José, a força particular de Abílio Wolney, agora formada por alguns parentes, amigos locais e cabras armados, é posta em ação. Antônio Póvoa e João Correia de Melo (genros de Abílio) e outros saem para ‘prender’ Herculano Quirino e descobrem que ele já não está na Fazenda Pé do Morro, mas escondido por seus protetores do outro lado do Rio Palma, até a poeira abaixar.
No dia 20 de novembro de 1920 o grupo de Abílio Wolney vai à forra, na lei de talião. No encalço do assassino de Zuza Pinto, o seu irmão Antônio Pinto de Cerqueira Póvoa, João Correia e os companheiros Norberto Frigi e Gustavo Tancredo vão fardados e armados até a fazenda São Pedro, perto do Rio da Palma, como se fossem um piquete de soldados, que se dizia por ordem do Delegado Regional de Natividade.
Antônio Póvoa, fardado de coronel patriota, dizendo-se comandante da escola, pede a Valeriano Luís e este aceita a incumbência de atrair Herculano Quirino para o porto; quando este está atravessando o rio numa canoa, é fuzilado pelos falsos soldados que o aguardavam.
No Duro estava juiz-suplente José Francisco Campos, que, após a conclusão do Inquérito que apurava a morte de Zuza Pinto, mandou expedir Carta Precatória a Natividade, onde residiam os supostos autores intelectuais do crime, indicados como o ex-juiz do Duro Manoel de Almeida, Eliseu Valente, cuja autoria não ficara esclarecida, além do executor Herculano Quirino e um seu cúmplice de nome José (que seria José Coriolano) ou Pedrão e nunca localizado.
Por longo tempo, a Carta Precatória é retida em Natividade, pois a própria polícia era cúmplice.
Com as posteriores mortes de Manoel de Almeida e do executor Herculano Quirino, o juiz manda arquivar o processo. [227
Depois da chacina de 1919, Zuza Pinto, da descendência de Benedito Pinto de Cerqueira Póvoa (que morreu no tronco por ser amigo de Abílio Wolney), era a primeira vítima dessa fase marginal de atuação tacanha dos prepostos da oligarquia.
GUERRILHA EM TAIPAS
A Fazenda Brejo ficava próxima ao distrito de Taipas-Conceição do Norte, por onde se chegava a Natividade. Leopoldo Hermano, que ajudou o juiz Manoel de Almeida e seu cunhado, Sebastião de Brito, na lavratura da Denúncia ao Governo do Estado em 1918, por conta do Barulho do Duro, e um dos aliados da polícia que perpetrou a Chacina dos Nove, arquitetavam mais uma contra gente de Abílio Wolney, na certeza de que o seu ato seria referendado pela Polícia guiada pelo Dr. Deocleciano Nunes em Natividade.
Vamos ao caso:
José de Almeida Leal (Zezinho), primo de Abílio, pernoita na Fazenda Mirador, entre Conceição do Norte e a cidade de Barreiras-BA.
Sai cedo para atravessar o rio, mas, antes de chegar lá, ouve descarga de armas de fogo no Mirador. Zezinho muda o itinerário, indo atravessar o rio em outro lugar.
Voltando de Barreiras, passou a investigar se as descargas dadas por Agenor estavam ligadas aos irmãos Tertuliano e Joaquim Nicolau de Oliveira, donos da Fazenda Brejo, em Taipas, onde mantinham alguns homens armados para matarem Zezinho em emboscada preparada por Leopoldo Hermano.
O boato corre e Zezinho pede socorro ao Cel. Abílio Wolney, que lhe envia um grupo armado sob o comando de Antônio Póvoa, Zeca Piauí, João Magalhães e Lindolfo Leal.
Os chefes se reúnem e deliberam atacar a fazenda Brejo, Taipas e a fazenda Retiro, que seriam pontos de concentração de mandatários dos Coronéis de Goiás Velho para investidas surpresas, naquela campanha de atentados contra familiares e aliados do ex-Deputado. De resto, a Companhia de Natividade, sem mostrar as caras, cobriria por trás a ação terrorista.
A melhor estratégia de defesa seria o ataque. Abílio queria evitar que o inimigo partisse dos lugares próximos, como Natividade, e chegassem ao largo do Duro.
Desse modo, o “pelotão” de Abílio Wolney foi receber a trupe subserviente nos seus pontos de concentração. O parente Lindolfo José Leal, com oito homens, se incumbiria da fazenda Retiro, do adversário Agenor Teles de Faria, na margem direita do Rio Palmeira; o primo Zezinho, com 27 homens, atacaria a fazenda Brejo, dos adversários e irmãos Nicolau de Oliveira, ficando a cargo de Antônio Póvoa, com Zeca Piauí e Anisimiro Leal Costa (parente de Abílio), João Magalhães e outros, num total de quinze homens, o ataque ao povoado de Taipas.
À hora aprazada tem início o tríplice ataque.
Vencidos dois flancos, o terceiro resiste com os irmãos Nicolau de Oliveira, Chichico (gente do juiz Almeida), Deoclides Magalhães, Abilio Braga, Manoel Visita e Venâncio.
Por volta das 16 horas, a resistência ainda é forte e um ferido do grupo atacante geme embaixo de um pequizeiro.
Outros fatos se sucedem em outros pontos com mortes e combates na noite desse mesmo dia…
Do quartel de Natividade, a força político-militar encontra o ambiente propício para agir. O Delegado do Barulho do Duro, Joaquim Martins Resende e o tenente Pereira, com vinte homens, sendo dez soldados, seguem de Natividade para Taipas, perto do Duro, e vão matar pessoas.
E assim, por volta do dia 10, Eliseu Aguiar, acompanhado de José Aguiar, seu filho, e de um sobrinho, João Aguiar, se dirige ao lugar denominado Saco, onde matam José Tito, que era do grupo de Abílio Wolney.
Dias depois, o piquete da polícia estadual se desloca de Natividade “em diligência” para a Fazenda São Francisco. Por ordem do Tenente Pereira os soldados José Maria e Joaquim Teles vão acompanhar a travessia das bagagens de Domício. Os soldados, postados na margem oposta do rio, ao verem a aproximação de civis armados, descarregam suas armas sobre eles. João cai morrendo, enquanto José, embora ferido, consegue fugir. Mais tarde, é encontrado nas vizinhanças da fazenda São Pedro e é fuzilado pela Polícia do Estado, agora na 4ª Companhia sediada em Natividade. [228
Embora reagindo, perdia o grupo de Abílio Wolney.
CONFRONTO ARMADO
NA FAZENDA SANTA ROSA
O tríplice ataque às fazendas Brejo, Retiro e ao povoado de Taipas causou muita preocupação aos poucos viventes de São José do Duro, temerosos da polícia, sempre a polícia.
De fato, no final de março de 1922, chegam notícias de que o capitão Antônio Rodrigues Pinto, delegado Regional, acompanhado de um forte contingente policial prepara-se para ir à zona do conflito onde instaurara um inquérito. Essas notícias levavam à conclusão de que a Vila do Duro seria novamente atacada.
Urgentes providências são adotadas por Abílio Wolney, e no dia 31 de março de 1922, cerca de 100 homens, quase todos a pé, marcham ao encontro da polícia, sempre na técnica de que a melhor defesa era o ataque. Alguém dizia: –Polícia no Duro é carnificina.
Da fazenda Jardim, de Abílio, conforme previamente combinado, parte o parente Zezinho Leal com os seus para reunir-se aos demais na fazenda Porto Franco.
No dia 2 de abril, chegam à fazenda Brejo, onde encontram indícios recentes da passagem da polícia. Em marcha batida, seguem no rastro da força. Perto da fazenda Santa Rosa, estacionam.
Joaquim Amador se certifica de que a tropa está estacionada na fazenda. O Cel. Abílio Wolney confabula com o seu estado-maior e decide que o ataque será desfechado às 5 da manhã, dia 4.
Muitas vacas estão encurraladas e os bezerros amarrados às cercas.
Alguns homens, entre os quais Zeca Piauí, Anisimiro Leal Costa (Mirim) e Teódulo Fernandes de Oliveira (Teodinho) estão entrincheirados perto do curral. Como os bezerros estivessem forçando os relhos e batendo na cerca, Anisimiro corta as cordas durante a noite. O cerco começa a apertar, enquanto o Cel. Abílio exige:
– Mais perto, mais perto!
Está chegando a hora de desleitar as vacas. O soldado Amaro segue para o curral, apoia a mão no moirão da porteira e percebe que os bezerros estão soltos.
– Hum! Este leite tem água!
– Tem água não, tem é bala! – exclamou Zeca Piauí, que deflagra o tiroteio.
Foram duas horas de fogo cerrado. O Capitão Pinto manda tocar retirada. O tenente Pery vem às pressas de sua trincheira e confabula com o Capitão.
O tenente Pery tenta convencer o Capitão de que tem condições de resistir, mas este está irredutível. Nega-se mesmo a ceder alguns soldados para acompanhá-lo à trincheira onde deixara a túnica com três contos de réis no bolso, além de outros valores.
Saem apressadamente por um ponto vulnerável e são perseguidos pelos atacantes, que haviam armado uma emboscada para eles numa passagem, comandada por um primo de Abílio, Coquelin Ayres Leal, mas este, não ouvindo mais tiros, depois de algum tempo, deixou a passagem, que era o que a polícia esperava, e fugiu.
Dos atacantes saíram feridos três pessoas, entre elas um irmão de João Canguçu e José de Etelvina.
Novamente Abílio Wolney perdia, embora conseguindo novamente escorraçar a polícia. [229

De pé, à direita, Coquelin Ayres Leal. Sentados: Voltaire Ayres Cavalcante (à esquerda) e Joaquim Ayres Cavalcanti Wolney Filho – Wolneyzinho (à direita)
[223 NETO, Abílio Wolney Aires, O Duro e a Intervenção Federal – Relatório ao Ministro da Guerra. (íntegra)
[224 Texto original com grifo do autor.
[225 Relatório publicado em 10 de julho de 1919.
[226 PÓVOA, Osvaldo Rodrigues, Quinta-Feira Sangrenta, 4ª ed., p. 107. O texto segue parafraseado pelo autor ou em remissão indireta.
[227 Idem.
[228 Ibidem.
[229 Ibidem.
[Continua na próxima postagem quinzenal, com a publicação do Capítulo XVIII
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