PAINEL CULTURAL

DR. ABILIO WOLNEY AIRES NETO

DR. ABILIO WOLNEY AIRES NETO é juiz de Direito titular da 9ª Vara Cível de Goiânia-GO.; graduando em Filosofia e em História; e, acadêmico de Jornalismo; autor de 15 livros de história regional, poemas, crônicas e Direito; ocupante de cadeiras no Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG), Instituto Cultural e Educacional Bernardo Élis (ICEBE), na Academia Goiana de Letras (AGL), Academia Goianiense de Letras (AGnL), Academia Dianopolina de Letras (ADL), Academia Aguaslindense de Letras (ALETRAS); e, membro da União Brasileira de Escritores (UBE-GO) – Seção Goiás; e, do Gabinete Literário Goyano. Contatos: @AbiliowolneyYouTube

‘O DIÁRIO DE Abílio Wolney’ [XVIII – A 4ª CIA. DE POLÍCIA É TRANSFERIDA PARA SÃO JOSÉ DO DURO. NOVOS COMBATES

[Em diferentes edições e capítulos, o JORNAL CIDADE publica O DIÁRIO DE Abílio Wolney, livro do articulista Abilio Wolney Aires Neto, lançado pela editora Kelps (Goiânia-GO.), em 2009

Enquanto isso, os mártires do Barulho jaziam na Capela dos Nove, hoje Praça da Capelinha – Dianópolis-TO – Fotos: livro

 

XVIII – A 4ª CIA. DE POLÍCIA É TRANSFERIDA PARA SÃO JOSÉ DO DURO. NOVOS COMBATES

  

Matar o ex-Deputado Abílio Wolney passou a ser uma questão de honra para o Governo. São José do Duro não interessava à Capital, mas o coronel sertanejo ameaçava o sistema, por qualquer surpresa vinda da Capital Federal, numa Revolução de âmbito nacional, onde subisse ao poder um Governo que deporia a oligarquia, o que só se daria adiante em 1930.

O fato da Intervenção Federal de 1919 ter resultado num minucioso relatório pedindo providência em favor do ex-Deputado e condenando os atos do Governo do Estado não intimidava o poderio dos títeres vilaboenses, que, por assim dizer arrostavam as ‘conclusões’ do Ministério da Guerra.

Nesse ambiente, onde a milícia goiana matava covardemente e, com este mesmo advérbio, fugia escorraçada, surge o riste do Presidente Eugênio Jardim, sequioso de uma tréplica fulminante contra Abílio Wolney, que se fizera ‘inimigo da ordem’ e do sistema.

Em junho de 1923, Eugênio Jardim reestrutura a 4ª Companhia de Polícia de Natividade, de onde, como vimos, acolitava os adversários dos Wolney com suporte militar nas conflagrações que se seguiram à chacina de 1919. Faz mais: manda seja a Companhia transferida para São José do Duro.

Os jornais situacionistas da Capital embalavam o eloquente discurso de “exterminar o banditismo do norte”, ou melhor, de São José do Duro.

Para comandante-em-chefe, Eugênio designou o Capitão Antônio César de Siqueira, um sujeito de estatura baixa, magro, sempre metido na farda de oficial, exibindo a pistola no coldre e uma espada de nobre, que quase lhe roçava os pés. Quanto a outros qualificativos seus, as atitudes falarão por ele, daqui a pouco.

A Companhia do Capitão Siqueira foi estruturada a partir de elementos da confiança do seu comandante, somados ao grosso de um contingente aliciado entre as pessoas do povo nos municípios contíguos, contanto que afinados com o Governo, por questão de lógica.

Exemplo deles era Jovelino Américo, que fugiu do Buracão para a Vila com o propósito de delatar a iminente investida dos homens de Abílio Wolney no Barulho de 1919.

O ex-Senador Estadual Deocleciano Nunes – aquele que foi Promotor no processo Celso Calmon –, cabo eleitoral da situação em Natividade, dava o seu abalizado palpite nas gestões da Cia., cujos antecessores do Capitão haviam sido removidos por conta dele.

Da vida pregressa do Capitão comissionado se tinha a notícia de um homicídio que praticou contra um namorado de sua irmã no Rio de Janeiro, onde morou. Queria ele poderes ‘plenipotenciários’ para atuar no Duro, que pela distância de tudo exigia a sua liderança como oficial cônscio e preparado na carreira.

Tão logo chegou a Natividade, depois de mandar prender Zeca Piauí na Fazenda Pé do Morro, o capitão libertou-o, pois sabia ter o mesmo se transformado em inimigo do Cel. Abílio, servindo-se de sua experiência e inimizade para usá-lo como aliado na perseguição ao inimigo.

Siqueira, então, manda libertar Zeca Piauí e Francisco Rodrigues e faz deles “militares”, dando a Zeca uma farda de sargento.

Desloca-se a Companhia de Natividade para o Duro, onde o comandante conclui os preparativos para sair à caça de Abílio e seus homens. Integrando-a, estão, ainda, além dos já mencionados, Nego Veio, Vitor e Jacó, também cangaceiros nordestinos, todos feitos ‘soldados’ da polícia de Goiás. [230

Abílio Wolney já havia dito ao Major do Exército:

“Às autoridades de Goiás eu não me entrego: Fujo ou brigo. Prefiro abandonar tudo quanto possuo ou morrer lutando, a entregar-me à polícia de meu Estado e morrer com o pé no tronco.”

E, ao longo de quatro anos, havia resistido, mas agora era imperioso fugir, pois não tinha estrutura de pessoal para arrostar o novo Batalhão militar, que vinha de muda para o Duro. Dos rebanhos de gado que tinha e que herdou do pai, muito havia gasto na paga de jagunços e homens para proteção a refregas, naquela vida de combater para não morrer, mas ainda havia muito gado em proporção. Estava exausto daquela vida sem paz, mantendo gente armada, ociosa, pagando jagunços, articulando movimentos de rebate ao caiadismo. Sua mãe estava velha, doente, refém do próprio filho; sua irmã viúva, os amigos desertados e a praça lúgubre com aquele Sobrado, um mausoléu vazio e doloroso, em frente ao próprio Casarão. Ali gritaram os mártires de 19, o seu irmão Wolneyzinho, todos atirados e depois sangrados como cordeiros imolados.

E assim o menino que foi Deputado, o Coronel Abílio, partia, ou melhor, fugia apressado para não morrer ou lutar contra outra chacina. Atravessou o anfiteatro da Serra Geral, cruzou os gerais, subiu o alcantil e chegou a Barreiras, depois da divisa de Goiás com a Bahia. Em Barreiras, deixou-se ficar à espera do primo Coquelin Ayres Leal, seu ‘general’, que, semanas antes, tinha ido ao Piauí agenciar homens para o confronto com a nova Força Pública do seu Estado.

– Vamos ao couto desses calhordas!

A filosofia era a mesma – atacar antes de ser atacado. Sabedor de que o Capitão Siqueira avançaria sobre Barreiras no seu encalço, Abílio Wolney, com jagunços, faz fileira com amigos e parentes corajudos e sai da cidade baiana para interceptar a ‘turma’ de Siqueira bem distante da urbe.

Era o dia 4 de abril de 1922.

No Capão do Jerônimo surge o combate. Tiros de rifle, comblains, cartucheiras. Os homens de Siqueira assestam metralhadoras, revólveres e é bala de todo lado. No saldo entre mortos e feridos morreu o sargento Matias, o jagunço João Canguçu e uma mulher.

Depois de breve contato no Galho da Prata, uma sangrenta luta na Ponta d’Água. Os jagunços estão decididos a não permitir que a polícia passe daquele ponto; estão reforçados pelos homens aliciados por Coquelin no Piauí.

Durante horas trocam tiros. Em dado momento um vaqueiro encoirado deixa ver sua silhueta contra o horizonte, correndo rumo a Barreiras. O ‘sargento’ Zeca Piauí vê aquele vaqueiro em fuga e se recorda dos conterrâneos vaqueiros de Pernambuco.

– Não atirem no vaqueiro!

E o vaqueiro some no cerrado. Mal sabia que aquele homem de couraça era seu agora inimigo Abílio Wolney escapando.

Segundo o tenente Otacílio, o combate da Ponta d’Água, embora de menor duração, foi o mais violento. Do lado da polícia não houve perdas, senão alguns feridos, mas do lado de Abílio havia “um número de jagunços mortos”, espalhados pelo cerrado. [231

Terminado o confronto em território afastado, o Capitão Siqueira sentiu que o Cel. Abílio, mesmo fugindo, ainda brigava e sobrevivia, não obstante as perdas.

Siqueira decide voltar para o seu posto no Duro e prepara-se para uma operação mais longa e delicada, que vai envolver estados vizinhos. Trata de reforçar a polícia contratando mais civis para a missão, programa envolvendo áreas da Bahia e do Piauí. Eliseu de Almeida Valente, Florentino Martins de Sousa, Joaquim Martins de Sousa, mais dezoito paisanos com os respectivos armamentos.

Desde que chegou ao Duro, Siqueira se estabeleceu no Casarão, residência de Abílio Wolney, invadida sem qualquer formalidade, como outrora o fizera o juiz Celso Calmon no Sobrado, onde sacrificaram os reféns.

 

No grande cômodo onde funcionava a farmácia de Abílio, Siqueira montou uma grande loja, tendo Eliseu Valente como seu empregado, quanto loja foi. Esse fato já foi suficiente para que a população começasse a desconfiar desse curioso espécime de militar comerciante. Com efeito, estabeleceu o monopólio comercial na Vila. Ninguém podia vender senão a ele, nem comprar senão dele. Quem é que ia levantar objeções ao capitão Siqueira? Quem? Havia soldados tropeiros, soldados vaqueiros, soldados pagos pelos cofres públicos para desempenho das várias tarefas que o comércio exige. (PÓVOA, Osvaldo, ob. cit.)

 

A 4ª. Companhia era abastecida, todo mundo era provido pela loja do capitão Siqueira. Soldado, se quisesse ver a cor do dinheiro, tinha que comprar alguma coisa em sua loja e vender com prejuízo ao primeiro que quisesse comprar, interceptando discretamente os fregueses nas ruas.

Gado não faltava, estava aí o gado do Cel. Wolney, do Cel. Abílio e de quem lhe desse na telha, pois ele não tinha que dar satisfações a ninguém. Os soldados vaqueiros estavam aí exclusivamente para campear o gado alheio. Para abastecer a tropa e a população eram abatidas, em média, duas reses por dia, tudo vendido, tudo embolsado,

gulosamente, voluptuosamente, pelo Capitão Siqueira. Tropas e mais tropas carregadas de couros para Barreiras e de mercadorias para a loja do Capitão Siqueira.

Estava o Capitão Siqueira, nomeado pelo Governo do Cel. Eugênio Jardim, cunhado de Totó, para a missão de aniquilar o que restou do poder econômico dos Wolney, pois politicamente Abílio parecia morto. O Cel. Wolney, seu pai, havia sido assassinado pela polícia em 1918. Siqueira

 

[…] veio com “poderes discricionários”, pois é, “poderes discricionários” para consumir e vender o gado dos Wolney e dos amigos destes; formar sua tropa de muares com animais roubados aos inimigos ou a quem quer que fosse sem ser molestado por ninguém; pressionar e chantagear. (Idem)

 

Durante quase quatro anos, o que sobrara do saque dos jagunços na refrega de 1919 foi sugado avidamente pelo Capitão Siqueira, como narraria o próprio Abílio Wolney, verbum ad verbum:

 

Mas o homem visado por Antônio Ramos Caiado – Abílio Wolney – estava vivo e, na impossibilidade de tirar-lhe a vida, foi organizada nova Expedição chefiada pelo bandido Antônio César de Siqueira, arvorado em Cap. de polícia, para confiscar os bens da família e dos seus amigos; e o confisco foi feito durante mais de três anos! [232

Parodiando a história, direi: César romano foi pobre para Cecília rica; voltou rico de Cecília pobre. O nosso césar mirim veio pobre para Douro rico e voltou rico de Douro pobre, graças ao Caiadismo! (Texto de 1940, cit.)

 

Mas antes de retornar, o Cap. Siqueira fez mais coisa.

Manoel Frigi e Estevão Elesbão, nativos das cercanias da Vila, vieram pedir garantias ao Comandante Siqueira. O primeiro tivera dois filhos que lutaram ao lado de Cel. Abílio, embora ele mesmo nunca tivesse se envolvido em coisa nenhuma, do mesmo modo que Estevão Elesbão, o qual simplesmente fora vaqueiro de Abílio.

Sob o pretexto de sair do perímetro urbano sem ser molestado por soldados, o Cap. Siqueira determinou que o Sargento Manduca conduzisse Manoel Frigi até fora da Vila, no que devia ser auxiliado pelos soldados Antônio Rocha, Manoel Pedra e Chico Mourão, que o executaram friamente.

Do mesmo modo foram fuzilados e sangrados Estêvão Elesbão Marcolino, José Horácio (filho de Manoel Frigi), Tiago, Manoel Três Paus e alguns outros, pelo fato de serem suspeitos de amizade com Abílio Wolney. Os seus corpos serviram de pasto aos urubus e cães famulentos.

Além dos militares já referidos, fazia parte do esquadrão da morte o soldado Joaquim Teles, uma presença constante nos atos violentos.

Muitas vítimas eram conduzidas para fora do Duro com simulação de que iam sendo levadas para julgamento em Natividade. Fora, mandavam que elas corressem e atiravam pelas costas. Às vezes atiravam nas pernas e quando os infelizes caíam acabavam de matá-los a punhal. Cerca de 15 a 20 pessoas foram executadas por ordem do atrabiliário Capitão, na sua imbecilidade triunfante de jagunço fardado e mau. Certa feita, no fogo do Bom Jardim, quando dava combate a homens do Cel. Abílio, comandados por Aldo Borges e Lindolfo Leal, os seus soldados andaram querendo fraquejar. Siqueira os impelia para a frente a golpes de espada. [233

Casimiro Costa, amigo de Abílio, mudara-se da vizinha Conceição do Norte para Barreiras-BA, levando a família, a exemplo do que fizeram muitos chefes de família, temerosos das perseguições desencadeadas contra pessoas de destaque, mesmo que não houvesse participado dos tristes acontecimentos de São José do Duro.

Afonso Santana e Diana Leal se recolheram à Fazenda Tucuns e dali foram dar em Taguatinga, embora nada tivessem com os ódios políticos envolvendo o ex-Deputado durense. Era correr para não ser roubado pela polícia do Capitão Siqueira.

Casimiro quer vender um imóvel e gado para custear o estudo dos filhos deportados em Barreiras, pelo simples fato de ele ter sido mediador na tentativa de evitar o Barulho de 1919. Siqueira nega a autorização, alegando que os bens dele estavam embargados. Casimiro manda ofício àquele que era a última esperança de justiça na Capital – o Des. Emílio Francisco Póvoa, consultando se estava obrigado ou não ao embargo de Siqueira. Em razão da urgência, porém, Casimiro se vê obrigado a pagar oito conto de réis (equivalente na época a 300 bois) ao Delegado Aquino, intermediário na quadrilha de Siqueira e tudo ficou resolvido. Casimiro vendeu o imóvel e parte do seu gado.

No início de 1925 Casimiro Costa recebia do Des. Emílio Póvoa a resposta de que não havia qualquer embargo e que gestões estavam sendo tomadas quanto ao crápula de farda. Mas Emílio Póvoa era apenas um num colegiado de Desembargadores, cuja maioria rezava na cartilha da oligarquia.

Sabedor de que Siqueira está em marcha para o Piauí, o Cel. Abílio foge dali para Floriano, onde se oculta sob o nome de Aveiros Cavalcante, sob a proteção de seu primo Dr. José Messias Cavalcante, Juiz de Direito da comarca. Ao penetrar no Piauí, em fins do ano de 1923, a polícia goiana esteve na iminência de entrar em choque com a piauiense naquela zona, pois esta desconhecia oficialmente a existência de um convênio firmado com os ‘estadistas’ de Goiás.

Nas proximidades da cidade de Corrente, o capitão Siqueira acampa com sua tropa e envia como emissário o tenente Salvador José Ribeiro com um ofício ao comando local da polícia, ficando desta forma o assunto esclarecido e o capitão Siqueira pôde chegar ao Corrente sem embaraços.

Ali procura por Aldo Borges que fugira com o Cel. Abílio e que soube estar homiziado na cidade. Aldo, porém, fugira para Parnaguá e o Capitão Siqueira segue no seu encalço. Efetivamente Aldo e Abílio estão sob a proteção de José Honório Granja e a polícia local não tem qualquer interesse nessa confusão de Goiás.

Em Floriano, os comentários que circulam, que são veiculados pela imprensa piauiense, acabam por induzir o Cel. Abílio a deixar o Piauí e voltar à Bahia, sendo recebido pelo Cel. Franklin Lins de Albuquerque, de Pilão Arcado, onde permanece por algum tempo.

No Corrente, o capitão Siqueira se entende com o Juiz de Direito, Dr. Raimundo Lustosa Nogueira com o fim de fazer provisões para abastecimento de sua tropa na fazenda Pérsia, de propriedade daquele magistrado.

José Honório, informado de que o capitão Siqueira passaria por aquela fazenda, cede trinta homens armados a Aldo Borges, que, numa garganta de serras, fica três dias emboscado aguardando a passagem do Capitão Siqueira. Este, porém, quando fora interrogado por José Honório sobre seu itinerário, desconfiara de um ardil e rumara para Formosa, passando por fora.

Perdendo a emboscada, Aldo Borges – jagunço de Abílio Wolney – depreda e saqueia a fazenda Pérsia, manda um recado desaforado ao Dr. Raimundo Lustosa Nogueira e segue atrás de Siqueira, interceptando-o pouco acima de Formosa, no lugar denominado Bom Jardim. Com auxílio de Lindolfo Leal, sustenta um intenso fogo com os homens do Cap. Siqueira, de onde sai ferido e foge para Corrente, onde fica sob a proteção dos Cavalcante, parentes de Abílio.

Desiludido e decepcionado com as autoridades e a polícia do Piauí, o Capitão Siqueira, após passar um extenso telegrama ao Presidente daquele Estado, João Luis Ferreira, do qual não obtém resposta, regressa ao seu quartel na Vila de São José do Duro no início de 1924, onde fica até abril de 1926.

Nesse período, o comandante da 4ª Companhia se faz mais achacador, comete mais arbitrariedades, pressiona, intimida e pratica extorsões, contando com o aval da farda outorgada pelos chefes de Goiás.

Substituído pelo Capitão Agenor Santiago, Siqueira dá por cumprida a sua tarefa e parte, rico, do Duro onde roubou milhares de reses e onde, como comerciante e militar, fez muitos negócios. [234

 

Enquanto isso, os mártires do Barulho jaziam na Capela dos Nove, hoje Praça da Capelinha – Dianópolis-TO.

 

Capitão Antônio César de Siqueira (foto cedida pelo Prof. Osvaldo Póvoa ao Museu Histórico de Dianópolis-TO)

 

 

[230 PÓVOA, Osvaldo Rodrigues, obra citada, p. 110.

[231 Idem. Obra citada.

[232 Sobre o Capitão Siqueira, emérito rapinante, veja a introdução do Cap. XVII adiante.

[233 Idem, ibidem.

[234 Idem.

 

[Continua na próxima postagem quinzenal, com a publicação do Capítulo XIX

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

error: Conteúdo Protegido!!