Em ano de pandemia, Goiás alcança recorde em negócios abertos no setor de serviços
Desempenho está atrelado à desburocratização do processo de abertura de novos negócios no Estado. Uruaçu, por exemplo, apresenta bons índices na criação de empregos e geração de renda, conforme dados oficiais.

Em tema que aglutina os 246 Municípios goianos, números na série histórica do IBGE significam recorde para Goiás no setor de serviços – Fotos, inclusive a da home: Secom Goiás
Crescimento de 4% do número de empresas é apontado pela Pesquisa Anual de Serviços do IBGE para o ano de 2020. Desempenho está atrelado à desburocratização do processo de abertura de novos negócios no Estado
O Estado de Goiás alcançou a oitava posição no País, e a primeira entre os Estados da região Centro-Oeste, na quantidade de empresas do setor de serviços não financeiros. Os dados são da Pesquisa Anual de Serviços (PAS) 2020. De acordo com o levantamento, Goiás reuniu 44,4 mil empresas ativas em 2020. Este número representa crescimento de 4% em relação a 2019.
Os números na série histórica do IBGE significam recorde para Goiás no setor de serviços. Presidente da Junta Comercial de Goiás (Juceg), Euclides Barbo Siqueira avalia que esse desempenho é resultado dos investimentos feitos para atração de novas empresas. “É a comprovação em números de que acertamos ao implantar a desburocratização e a digitalização no processo. Tudo foi facilitado para a abertura do negócio com celeridade, o tempo gasto passou de meses para horas”. Atualmente, são necessárias em média 16 horas para se abrir uma nova empresa em Goiás.
Atividades
De acordo com a pesquisa, os serviços profissionais, administrativos e complementares, saltaram de 14,5 mil unidades em 2019 para 18 mil unidades em 2020, o que representa um aumento de 24,2%. Já as atividades imobiliárias cresceram 43%, passando de 2,1 mil para 3 mil unidades em 2020.
Além disso, serviços relacionados a transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio tiveram uma participação de quase um terço do total do Estado, sendo 33,2%. Em 2019, esse percentual era de 31%. Outra atividade com participação relevante na receita é a de serviços profissionais, administrativos e complementares, correspondendo a 24,3%.
O levantamento investiga informações sobre as características estruturais básicas do segmento empresarial da prestação de serviços não financeiros no País. A PAS realiza o levantamento de diversas informações econômico-financeiras: receitas bruta e líquida, número de empresas, despesas financeiras, entre outros.
(Informações, com Redação do JORNAL CIDADE: Secom Goiás)
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