Operação Confraria: Rincón e Julinho Vaz são presos

Prisões ocorreram na manhã da quinta 6 de dezembro. Mandados, expedidos pela 11ª Vara da Justiça Federal em Goiânia, contra Jayme Rincón (acima) e Júlio Vaz (abaixo) – Fotos: Márcia Cristina/Jornal Cidade (Arquivo) e Divulgação/Governo de Goiás (Arquivo)

Investigados e indiciados pelos crimes de lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção, Jayme Rincón (ex-presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras [Agetop]) e Júlio César Vaz de Melo (Julinho Vaz, presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Goiás) foram presos na Operação Confraria, deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta 6 de dezembro.
A Confraria, alusão às frequentes reuniões entre os investigados para tratativas das atividades ilícitas, é desdobramento da Operação Cash Delivery, que visa desarticular organização criminosa que lida com a cobrança, o recebimento e a ocultação de valores indevidos no âmbito da Codego.
Também foi preso o casal Meire Cristina Rodrigues Borges/Márcio Gomes Borges. Ambos eram servidores do Estado. Ela, como assessora especial da Governadoria e, ele, gerente geral de Distritos da Codego. Pontuando que o casal levava vida luxuosa, possuindo 12 veículos e três imóveis de luxo, o Ministério Público Federal (MPF) externou que essa realidade era incompatível com os salários recebidos por eles – R$3 mil e R$18,9 respectivamente. O Governo de Goiás, que emitiu nota sobre o episódio, informou que todos foram afastados dos cargos.
‘O Governo de Goiás acompanha com atenção os desdobramentos da Operação Confraria, da Polícia Federal, realizada na manhã desta quinta-feira e informa que já foi determinado o afastamento dos servidores, citados na operação, de seus respectivos órgãos. O Governo de Goiás enfatiza ainda que apoia e colabora com todas as investigações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal’, está na nota.
Cinco cidades
Expedidos pela 11ª Vara da Justiça Federal em Goiânia, a PF cumpre dez mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão temporária, mais sequestros de imóveis, em cinco localidades: Goiânia, Caldas Novas, Aruanã, Brasília-DF e Búzios-RJ. Foram encontrados R$270 mil em dois imóveis. Equipe da Federal esteve no 6º andar do Palácio Pedro Ludovico Teixeira (Goiânia), sede administrativa do Governo de Goiás.
Em declaração ao jornal O Popular (sediado na capital do Estado), Luiz Alexandre Rassi, advogado de Rincón, declarou que ainda não teria tido acesso à investigação, o que impede que possa adotar medidas em favor de seu cliente, como pedido de liberdade. Alegando imposição de prejuízo “temporal muito grande para solucionar esse problema”, ele crê em “prisão de um dia porque não foi entregue a investigação”.
(Jota Marcelo. Com fonte citada. Com atualizações)
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