OPINIÃO

DIVERSOS

‘EDITORIAL’ – Edição 484 (16 a 31/10/2026) – ‘Empenho geral por um País melhor!’

‘O nível de desaceleração da economia será mais restrito ou prolongado?’.

‘No próximo ano, a desaceleração pode se mostrar mais cíclica e o Banco Central (Bacen) (foto) vai ter espaço para seguir cortando juros?’ – Foto: © Antonio Cruz/Agência Brasil

 

Encerrado novo pleito eleitoral, chega a hora de todos se irmanarem em favor de um Brasil cada vez mais qualificado em tudo, predominando setores primordiais, aos quais a gestão federal necessita voltar atenção com cautela maior, advindo o bem da população – algo que sempre deve estar em primeiro lugar. A eleição passou, mas os desafios têm sequências. Os poetas Cazuza e Arnaldo Brandão produziram a canção O tempo não para, e resta trabalho, bastante trabalho, englobando toda a cadeia comercial, industrial e de prestação de serviços!

Deus é brasileiro, que Deus abençoe fortemente o País a cada dia! O Brasil é o Brasil, independente como cada pessoa votou, os objetivos comuns são coletivos, e alternativa excelente para viabilizar as conquistas é o diálogo.

Como atitudes iniciais, o governo federal precisa agir com verdadeira vontade dentro de milhares que atitudes que pode tomar. Lutar por melhores índices, para conseguir deixar uma economia em situação mais amena, em condições melhores para crescer em breve tempo.

Até o momento, nítidos planos que possam responder aos desafios ainda não foram externados pelo Palácio do Planalto. É algo que, tomara, vire realidade boa, em período que todos questionam: quando a próxima equipe econômica será definida e quem serão os ocupantes dela? Qual é a agenda de reformas, as medidas a serem adotadas para endereçar a situação fiscal? O nível de desaceleração da economia será mais restrito ou prolongado? No próximo ano, a desaceleração pode se mostrar mais cíclica e o Banco Central (Bacen) vai ter espaço para seguir cortando juros?

Em poucos exemplos, carece urgente praticar responsabilidade total com as contas públicas (todo governo exagera nos gastos!). Tudo é urgente, afinal, o hoje e o futuro do País dependem de ágeis atitudes, a cada instante, agora. Investir mais em energia; estruturar (sem a morosidade atual) as vias públicas ferroviárias e rodoviárias; liberar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o povo simples detentor de saldo; perdoar parcialmente dívidas de determinados segmentos (como o do agro); gerar empregos com ênfase; inserir e preservar crianças, adolescentes e jovens nas salas de aula. Isso e muito mais pode ser pensado.

Que a economia não está bem todos sabem, que os desafios na economia são extremamente, reais, é de conhecimento geral. É público a informação sólida de que a economia deverá crescer menos em 2027. A mesma crise do executivo da paulistana avenida Faria Lima é do morador de aluguel que recebe mensalmente um salário-mínimo, ambos lidando com enorme custo de vida, tomado ainda por endividamento recorde.

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