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	<title>URUAÇU-HISTÓRIA Archives - Jornal Cidade</title>
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	<title>URUAÇU-HISTÓRIA Archives - Jornal Cidade</title>
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		<title>III &#8211; Símbolos do Município de Uruaçu (Goiás)</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2018 10:20:20 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1586" class="wp-caption aligncenter" ><img decoding="async" class="wp-image-1586 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/11/bandeira.jpg" alt="" width="232" height="175" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/11/bandeira.jpg 232w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/11/bandeira-200x151.jpg 200w" sizes="(max-width: 232px) 100vw, 232px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>A bandeira uruaçuense <strong>– Foto: Jota Marcelo/</strong>Jornal Cidade</p></div>
<div id="attachment_1587" class="wp-caption aligncenter" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-1587" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/brasao.jpg" alt="" width="232" height="258" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/brasao.jpg 232w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/brasao-200x222.jpg 200w" sizes="(max-width: 232px) 100vw, 232px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>O brasão uruaçuense <strong>– Imagem: Município.</strong> Reprodução<strong>: Márcia Cristina/</strong>Jornal Cidade</p></div>
<p style="text-align: center">
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		<title>II &#8211; Livros sobre (ou de ligações com) o Município de Uruaçu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 10:15:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As obras lançadas sobre a história do Município de Uruaçu representam importância ímpar. Bota ímpar nisso! O que seria de milhares de pessoas, ao longo de décadas, se a localidade não estivesse inserida nestas relevantes obras? O Jornal Cidade apresenta dados convencionais sobre livros, que, de uma forma ou outra resgatam a história local. Mais adiante, outra &#8230;</p>
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<tbody>
<tr>
<td>As obras lançadas sobre a história do Município de Uruaçu representam importância ímpar. Bota ímpar nisso! O que seria de milhares de pessoas, ao longo de décadas, se a localidade não estivesse inserida nestas relevantes obras? O <strong>Jornal Cidade</strong> apresenta dados convencionais sobre livros, que, de uma forma ou outra resgatam a história local. Mais adiante, outra série de livros que traz, individualmente, um pouco sobre Uruaçu. São idealizações <em>(listagem com atualizações esporádicas)</em> * de aguerridos escritores que possuem raízes no Município (ou com a localidade). Poder ver Uruaçu focalizada, de forma saudável, em qualquer publicação, é de grande valia. A lista só não é maior devido a falta de fomento da parte dos que podem apoiar&#8230; E não apoiam.</p>
<p>[*: ajude manter a relação atualizada, enviando informações para <em>jotacidade@gmail.com</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; História do Município de Uruaçu</em>. Cristovam Francisco de Ávila. Sem editora (independente). Uruaçu. 1993.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Vivências no agreste</em>. José Fernandes Sobrinho. Editora Bandeirante Ltda. Goiânia. 1997.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Eles Fazem Uruaçu &#8211; Volume 1</em>. Ezecson Fernandes de Sá. São Carlos. Uruaçu. 2003.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Eles Fazem Uruaçu &#8211; Volume 2</em>. Ezecson Fernandes de Sá. São Carlos. Uruaçu. 2004.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Eles Fazem Uruaçu &#8211; Volume 3</em>. Ezecson Fernandes de Sá. Editora Kelps. Goiânia. 2004.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Eles Fazem Uruaçu &#8211; Volume 4</em>. Ezecson Fernandes de Sá. São Carlos. Goiânia. 2005.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Uruaçu: cidade-beira, cidade-fronteira (1910-1960)</em>. Gercinair Silvério Gandara. Ed. Mestrado em História da Universidade Federal de Goiás [UFG]. Goiânia. 2004.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Uruaçu e a sua História &#8211; 1909 a 2005 &#8211; Volume 1</em>. Ezecson Fernandes de Sá. Editora Kelps. Goiânia. 2005.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; A família Fernandes e a fundação de Uruaçu: Reminiscências</em>. Cristovam Francisco de Ávila. Ed. do autor. Uruaçu. 2005.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Museu Dom Prada Carrera</em>. Autores do livro: Professor Antônio Teixeira Neto e Professor Horieste Gomes. Realização: Prefeitura de Uruaçu (Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Desporto e Lazer). 2007.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Eles Fazem Uruaçu &#8211; Volume 5</em>. Ezecson Fernandes de Sá. Bandeirantes. 2014.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Outros títulos <em>(com atualizações esporádicas) *</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8211; </em>Livros diversos. Ítalo Francisco Campos. Editoras: diversas. Vitória. Anos diversos. Listagem completa e atualizada será publicada pelo <strong>JC</strong>. Saiba mais <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=1379871122&amp;epa=SEARCH_BOX" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8211; </em>Livros diversos. Itaney Francisco Campos. Editoras: diversas. Goiânia. Anos diversos. Listagem completa e atualizada será publicada pelo <strong>JC</strong>. Saiba mais <a href="http://www.academiagoianadeletras.org.br/membros/itaney-francisco-campos/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8211; Mensagem de Alerta</em>. Áurea Celeste Martins Fideles. Editora Safady. São Paulo. 1980.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; A Vida e o Tempo</em>. Áurea Celeste Martins Fideles. Editora Safady. São Paulo. 1984.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Nas Pegadas de Um Pássaro</em>. Áurea Celeste Martins Fideles. Editora Safady. São Paulo. 1990.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; A Estrelinha da Aldeia</em>. Áurea Celeste Martins Fideles. Editora Safady. São Paulo. 1992.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Traquinagem do titio</em>. Cristiano de Ávila Santos e Michell Campos de Ávila Teixeira. Sem editora (independente). Uruaçu. 1993.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; O Encantado Casarão</em>. Áurea Celeste Martins. Editora Safady. São Paulo. 1994.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Verbo Interior: coletânea de poemas</em>. Academia Uruaçuense de Letras [AUL] (Organizadora). Editora Kelps. Goiânia. 2000.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Nas Asas da Solidão</em>. Ezecson Fernandes de Sá. Gráfica Uruaçu. Uruaçu. 2000.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Luz do Infinito</em>. Gilberto da Silva Pinto. Editora Kelps. Goiânia. 2003.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Felicidade para qualquer idade</em>. Gilberto da Silva Pinto. Editora Kelps. Goiânia. 2003.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Era de Araque</em>. Barão de Reth-Breck (pseudônimo de Gilberto da Silva Pinto). Editora Kelps. Goiânia. 2003.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Na hora de agá</em>. Barão de Reth-Breck (pseudônimo de Gilberto da Silva Pinto). Editora Kelps. Goiânia. 2003.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Folclore do Cerrado &#8211; com contos de Sinvaline Pinheiro &#8211; 10º volume</em>. Instituto do Trópico Subúmido (ITS) da Universidade Católica de Goiás <em>[UCG]</em>. Universidade Católica de Goiás. Goiânia. 2003. Nota do ITS constante na obra: ‘<em>[A iniciativa]</em> &#8230;tem como finalidade divulgar e preservar a memória histórica da arte musical, lendas, causos e outros elementos culturais que compõem o rico universo do folclore elaborado na região do Planalto Central Brasileiro.’. Em release enviado do JORNAL CIDADE, na época do lançamento, Verônica Aldè (flautista e pesquisadora do Centro de Folclore e História Cultural do ITS) escreveu: ‘Felizmente tivemos a oportunidade de entrar em contato com a obra dessa grande escritora ainda em anonimato. Seus contos e causos todos baseados em fatos reais, escritos de forma muito simples e envolvente nos levam a olhar para o mundo com mais cuidado e atenção. É com extrema sutileza que Sinvaline nos conta de seus personagens, figuras conhecidas, até parecidas conosco, pessoas viventes desse cerradão, sobreviventes. Suas histórias que partem do detalhe dos fatos, se expandem ampliando nossa acomodada visão. Um trabalho que merecia publicação há um bom tempo, e é exatamente nesse sentido que o Centro de Folclore e História Cultural do ITS tenta atuar, registrando e divulgando valores culturais da região do cerrado ainda vivos.’. Sinvaline é digna dessas e outras palavras elogiosas.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; A Boiúna</em>. Antônio Ricardo Eckert. Editora Kelps. Goiânia. 2004.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; A arte de beber com arte: citações inteligentes/reflexões/humor/dicas para consumo</em>. Gilberto da Silva Pinto e Renato Domingues de Almeida. Editora Kelps. Goiânia. 2005.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; A Captura do território Goiano e a sua múltipla dimensão socioespacial</em>. Robson de Sousa Moraes, Claudia Lucia da Costa. Rute Athayde Almeida. Roberto de Sousa Correia e Eguimar Felício Chaveiro. Eguimar Felício Chaveiro (Organizador). Correia, na época, residia em Uruaçu e é educador. Gráfica e Editora Modelo. Catalão. 2005.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>O Deus desconhecido &#8211; O caminho do milagre</em>. Gráfica e Editora Web Projetos. Goiânia. 2007.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Reflexões de fé e cultura</em>. Crésio Rodrigues da Silva (Padre Crésio). Editora da Pontifícia Universidade Católica de de Goiás (PUC Goiás). Goiânia. 2008.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Revista de estudos do Norte goiano</em>. Ano 1, número 1. Universidade Estadual de Goiás (UEG) &#8211; Unidade Universitária de Uruaçu (UnU). Gráfica e Editora Vieira. Goiânia. 2008.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Folclore do Cerrado &#8211; com contos de Sinvaline Pinheiro &#8211; 13º volume</em>. Instituto do Trópico Subúmido (ITS) da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). PUC Goiás. Goiânia. 2009.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>O Revolucionário</em>. Mariano Correia Peres. Editora da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás)/Editora Kelps. Goiânia. 2009.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>A casa do macaco e da onça</em>. Antônio Ricardo Eckert. R&amp;F Editora. Goiânia. 2011.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Refúgio poético</em>. Adriana Pires. Baraúna. São Paulo. 2011.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Filho</em>. Róbson Lousa. Editora Multifoco. Rio de Janeiro. 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Fuga</em>. Róbson Lousa. GARCIA edizione. São Bernardo do Campo. 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>História da Diocese de Uruaçu</em>. Darcy Cordeiro e d. José Silva Chaves. Editora da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Goiânia. 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Natureza e cidades: o viver entre águas doces e salgadas</em>. Gercinair Silvério Gandara. Editora da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Goiânia. 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Um filho especial: uma verdadeira história de amor</em>. Maria Helena Rêgo. Editora Kelps. Goiânia. 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>As Jacas</em>. Mariano Correia Peres. ArtExpressa Editora. Itapira. 2013.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Pais &amp; Filhos</em>. Róbson Lousa. GARCIA edizione. São Bernardo do Campo. 2013.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Charada: um enigma imposto pela vida</em>. Róbson Lousa. GARCIA edizione. São Bernardo do Campo. 2013.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Proseando aqui e acolá</em>. Sinvaline Pinheiro. Editora da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás)/Editora Kelps. Uruaçu. 2013.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>&#8211; Bar do Escritor &#8211; Quinta Barnasiana: coletânea de poemas</em>. Giovani Iemini, Teixeira Gráfina e Editora (Organizadores). Brasília. 2014.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Superar a dor do luto</em>. Dom Messias dos Reis Silveira. Paulinas Editora. São Paulo. 2014.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Cadinho do Brasil: Uruaçu&#8230; cidade-beira, cidade fronteira nos caminhos do sertão de Goiás (1910-1960)</em>. Gercinair Silvério Gandara. Editora Espaço Acadêmico. Goiânia. 2016.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Não é bom estar só</em>. Léia Cristiane Rodrigues Morais (Pastora Léia). s.n.. Uruaçu. 2016.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8211; Vez em quando vem me ver&#8230;</em>. Sinvaline Pinheiro. Editora Kelps. Goiânia. 2019.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8211; Poesias, Frases &amp; Filosofia. “Escuridão”</em>. W.Rises. Multifoco (Selo Mil Palavras). Rio de Janeiro. 2019. <strong>Nota da Redação:</strong> W.Rises: Wemberson Mateus Ribeiro Rises.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Trieiros, Obras reunidas de Sinvaline</em>. Rafael Alves Oliveira e Fausto de Melo Faria Filho (Organizadores). IF Goiano. Ceres. 2022; lançado durante a II Feira Literária do Vale do São Patrício (Flivasp).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>&#8211;</em> Coletânea poética <em>As tranças de Ana</em>. Itaney F. Campos (Organizador). s.n.. Goiânia. 2023.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8211; <em>Vem, ainda há poesia</em>. Sinvaline Pinheiro. Editora Kelps. Goiânia. 2025.</p>
<p>&nbsp;</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<item>
		<title>I &#8211; Governantes do Município de Uruaçu</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2018 10:12:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eis a relação completa e correta de todos os prefeitos que passaram pela Prefeitura de Uruaçu, Município do Norte do Estado de Goiás (Brasil), desde a emancipação, em 1931. A posse do primeiro gestor se deu em 3 de setembro daquele ano. E não, 3 de julho, como alguns jornais já publicaram. O emedebista Azarias &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eis a relação completa e correta de todos os prefeitos que passaram pela Prefeitura de Uruaçu, Município do Norte do Estado de Goiás (Brasil), desde a emancipação, em 1931. A posse do primeiro gestor se deu em 3 de setembro daquele ano. E não, 3 de julho, como alguns jornais já publicaram. O emedebista Azarias Machado Neto Machadinho) é a 31ª diferente pessoa a administrar o Município de Uruaçu. Entre os 36 períodos oficiais de mandatos existentes (conforme dados a seguir), Valmir Pedro Tereza, Marisa dos Santos Pereira Araújo (ambos, via períodos emendados) e Roberto Izidoro de Almeida (em mandatos não seguidos) geriram a urbe em segundo mandato 100%; trabalharam oito anos no Paço Municipal. Ocorreu uma permanência relâmpago, de poucos minutos, em 1993, com José Antônio de Resende assumindo e imediatamente (devido problemas de saúde) transmitindo o cargo ao vice Edguimar Antônio de Vasconcelos, que ficou no comando dois meses e sete dias. Maria da Abadia Martins da Costa (Bia [PP]) foi eleita vice-prefeita na chapa liderada por Machadinho. <strong>Postagem original, com atualizações e troca de fotos/inserção de novas fotos, no </strong>site<strong> do </strong>JORNAL CIDADE<strong>: setembro de 2005</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>36 &#8211; Azarias Machado Neto &#8211; 1°/01/2025 a 31/12/2028</p>
<p>35 &#8211; Valmir Pedro Tereza &#8211; Reeleito para o mandato 1°/01/2021 a 31/12/2024</p>
<p>34 &#8211; Valmir Pedro Tereza &#8211; 1°/01/2017 a 31/12/2020</p>
<p>33 &#8211; Solange Abadia Rodrigues Bertulino &#8211; 1°/01/2013 a 31/12/2016</p>
<p>32 &#8211; Lourenço Pereira Filho &#8211; 1°/01/2009 a 31/12/2012******</p>
<p>31 &#8211; Marisa dos Santos Pereira Araújo &#8211; 1º/01/2005 a 31/12/2008*****</p>
<p>30 &#8211; Marisa dos Santos Pereira Araújo &#8211; 1º/01/2001 a 31/12/2004</p>
<p>29 &#8211; Edmundo Fernandes de Carvalho Filho &#8211; 1º/01/97 a 31/12/2000</p>
<p>xx &#8211; José Antônio de Resende &#8211; 07/03/93 a 31/12/96</p>
<p>28 &#8211; Edguimar Antônio Vasconcelos &#8211; 1º/01/93 a 07/03/93****</p>
<p>27 &#8211; José Antônio de Resende &#8211; 1º/01/93 a 1º/01/93</p>
<p>26 &#8211; Luiz Lourenço Moreira &#8211; 31/01/89 a 1º/01/93</p>
<p>25 &#8211; Mozart Antônio de Vasconcelos &#8211; 02/02/83 a 31/01/89</p>
<p>24 &#8211; Carlos de Almeida Mascarenhas &#8211; 31/01/77 a 02/02/83</p>
<p>23 &#8211; Roberto Izidoro de Almeida &#8211; 31/01/73 a 31/01/77</p>
<p>22 &#8211; Cristovam Francisco de Ávila &#8211; 31/01/70 a 31/01/73</p>
<p>21 &#8211; Roberto Izidoro de Almeida &#8211; 31/01/66 a 31/01/70</p>
<p>20 &#8211; Feliciano Custódio de Freitas &#8211; <em>[data a confirmar]</em> a 31/01/66***</p>
<p>19 &#8211; Benedito Alves da Silva &#8211; <em>[data a confirmar]</em> a <em>[data a confirmar]</em>**</p>
<p>18 &#8211; Marcionílio Francisco de Mendonça &#8211; 31/01/61 a <em>[data a confirmar]</em></p>
<p>17 &#8211; Octaciano de Carvalho e Silva &#8211; 31/01/59 a 31/01/61</p>
<p>16 &#8211; José Martins Spíndola &#8211; 31/01/55 a 31/01/59</p>
<p>15 &#8211; Feliciano Custódio de Freitas &#8211; 08/02/51 a 31/01/55</p>
<p>14 &#8211; Aristides Ribeiro de Freitas &#8211; <em>[dia a confirmar]</em>/03/47 a 08/02/51</p>
<p>13 &#8211; Adelino Fernandes de Carvalho &#8211; 30/01/46 a <em>[dia a confirmar]</em>/03/47</p>
<p>12 &#8211; José Salgado Filho &#8211; 20/12/45 a 30/01/46</p>
<p>11 &#8211; Francisco de Oliveira Barreto &#8211; 20/12/44 a 20/12/45</p>
<p>10 &#8211; José Martins Spíndola &#8211; 31/03/44 a 20/12/44</p>
<p>09 &#8211; Theóphilo de Oliveira Neto &#8211; 31/03/42 a 31/03/44</p>
<p>08 &#8211; Manuel Rodrigues Parentes &#8211; 31/03/41 a 31/03/42</p>
<p>07 &#8211; Oswaldo Leal de Albuquerque &#8211; 30/09/39 a 31/03/41</p>
<p>06 &#8211; Oscar Muniz &#8211; 25/07/39 a 30/09/39</p>
<p>05 &#8211; João Pereira do Couto &#8211; 05/01/38 a 25/07/39</p>
<p>04 &#8211; Manuel Fernandes de Carvalho &#8211; 07/06/36 a 05/01/38</p>
<p>xx &#8211; Enéas Fernandes de Carvalho &#8211; 06/11/35 a 07/06/36</p>
<p>03 &#8211; José Ponce Leonis &#8211; 06/02/35 a 06/11/35*</p>
<p>02 &#8211; Enéas Fernandes de Carvalho &#8211; 10/07/33 a 06/02/35</p>
<p>01 &#8211; Francisco Fernandes de Carvalho &#8211; 03/09/1931 a 10/07/33</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Notas da Redação:</strong></p>
<p>&#8211; * Secretário Municipal, José Ponce Leonis assumiu, temporariamente (nove meses), devido problema de saúde do titular</p>
<p>&#8211; ** Benedito Alves da Silva, vice-prefeito assumiu em função de problema de saúde do titular</p>
<p>&#8211; *** Feliciano Custódio de Freitas, então presidente do Poder Legislativo, ocupou o cargo após o vice Benedito Alves da Silva ser cassado pelo Legislativo</p>
<p>&#8211; **** Edguimar Antônio de Vasconcelos assumiu imediatamente o titular (que se encontrava enfermo) tomar posse. O dono do cargo retornou dois meses e sete dias depois</p>
<p style="text-align: center"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1383" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2008-Elio-Cunha-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2008-Elio-Cunha-300x225.jpg 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2008-Elio-Cunha-395x296.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2008-Elio-Cunha-200x150.jpg 200w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2008-Elio-Cunha.jpg 500w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&#8211; ***** Entre a noite de 8 e a tarde de 10 de julho de 2008, o então vice-prefeito Elio Fernandes da Cunha (Elio Cunha) <em>(foto acima, com o mesmo assinando ata, mostra instante exato da posse)</em>, eleito pelo PSB, ocupou a titularidade da Prefeitura de Uruaçu, em função do afastamento de Marisa dos Santos Pereira Araújo (PMDB), atendendo determinação da Câmara Municipal uruaçuense, conforme emissão de decreto legislativo número 001/2008, vastamente debatido e, votado em sessão extraordinária que teve início às 20h de 7 de julho e terminou às 1h56 do dia 8. Na manhã do dia 9, Marisa Araújo impetrou mandado de segurança com pedido de liminar, pregando ilegalidades da parte do Poder Legislativo. A fundamentação para a criação de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI), em abril de 2007 e, que investigou a Pasta da Saúde Pública do Município, teve origem em denúncias populares desfavoráveis a prefeita. Questionada pelo <strong>Jornal Cidade</strong>, momentos após obtenção de liminar concedida pela Justiça Comum, a peemedebista esclareceu que jamais havia deixado de aplicar na Saúde Pública os recursos previstos em lei. Vítima de acidente automobilístico na BR-153, Marisa Araújo faleceu dia 21 de outubro de 2011 <strong>– Foto: Márcia Cristina/</strong>Jornal Cidade <strong>(2008)</strong></p>
<p style="text-align: center"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1382" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2010-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2010-300x200.jpg 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2010-1024x683.jpg 1024w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2010-768x512.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2010-1536x1024.jpg 1536w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2010-2048x1365.jpg 2048w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2010-395x263.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2010-795x530.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2010-200x133.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&#8211; ****** Entre a manhã de 11 e a tarde 28 de fevereiro de 2010, o então vice-prefeito Francisco Barroso Neto (doutor Francisco) <em>(foto acima [esq.])</em>, eleito pelo PR, ocupou a titularidade da Prefeitura de Uruaçu, face Lourenço Pereira Filho <em>(dir.)</em> (na época, do PP) se ausentar do Município para integrar missão comercial do Governo de Goiás no Leste Europeu. Já entre as tardes de 17 e 23 de janeiro de 2012, doutor Francisco <em>(foto abaixo)</em> comandou a titularidade devido o afastamento judicial de Lourencinho, atendendo determinação da Justiça Comum, que acatou ação civil pública do Ministério Público (MP) <strong>– Fotos: Márcia Cristina/</strong>Jornal Cidade <strong>(2010)</strong> e <strong>Marcello Dantas &#8211; <em>@levedeviagem, www.facebook.com/levedeviagem</em> (2012)</strong></p>
<p style="text-align: center"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-1381" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2-201x300.jpg" alt="" width="201" height="300" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2-201x300.jpg 201w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2-685x1024.jpg 685w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2-768x1148.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2-395x590.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2-795x1188.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2-200x299.jpg 200w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/doutor-Francisco2.jpg 803w" sizes="auto, (max-width: 201px) 100vw, 201px" /></p>
<p>&#8211; Os dados, a confirmar, foram (e ainda são) buscados, com calma e qualidade, na Câmara Municipal de Uruaçu, inicialmente através do servidor Carlos de Almeida Mascarenhas (ex-prefeito/com atuação de muitos anos na Casa de Leis), que ao lado do historiador Cristovam Francisco de Ávila, colaborou para a viabilização da apresentação dessas informações, envolvendo os prefeitos. Trata-se de fontes habilitadas, o que evita que o <strong>Jornal Cidade</strong> cometa erros, como alguns vistos em diferentes publicações por aí. Esta correta listagem pode (e deve) servir de base para realização de pesquisas. Os erros mais gritantes percebidos em outros espaços ficam por conta do início e meio da relação (o que não acontece da parte deste periódico). Aos interessados, o incentivo: podem utilizar a produção do <strong>Jornal Cidade</strong>. Sem preocupação alguma!</p>
<p>&#8211; O <strong>Jornal Cidade</strong> publica fotos de personalidades vivas governantes de Uruaçu (inclusive Azarias Machado Neto [MDB], atual gestor, entre 1º de janeiro de 2025 e 31 de dezembro de 2028). Considerando o período que Edguimar Vasconcelos administrou, o total é de oito pessoas. Somando as rápidas estadas de Elio Cunha e doutor Francisco Barroso no ápice do Poder Executivo, dez são as pessoas <strong>(</strong>Com<strong> atualizações)</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_29207" class="wp-caption alignnone" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-29207 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/p-ma.jpg" alt="" width="1280" height="1280" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/p-ma.jpg 1280w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/p-ma-300x300.jpg 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/p-ma-1024x1024.jpg 1024w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/p-ma-150x150.jpg 150w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/p-ma-768x768.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/p-ma-80x80.jpg 80w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/p-ma-395x395.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/p-ma-795x795.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/p-ma-200x200.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>1º de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2028: Azarias Machado Neto (Machadinho), do MDB, é o prefeito atual de Uruaçu, Norte de Goiás. Tem na vice, Maria Abadia Martins da Costa (Bia), do PP <strong>– Foto (2024): Rede social</strong></p></div>
<div id="attachment_8687" class="wp-caption aligncenter" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-8687 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/h-valmir-Pedro-2021-2024.jpg" alt="" width="1000" height="1000" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/h-valmir-Pedro-2021-2024.jpg 1000w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/h-valmir-Pedro-2021-2024-300x300.jpg 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/h-valmir-Pedro-2021-2024-150x150.jpg 150w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/h-valmir-Pedro-2021-2024-768x768.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/h-valmir-Pedro-2021-2024-80x80.jpg 80w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/h-valmir-Pedro-2021-2024-395x395.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/h-valmir-Pedro-2021-2024-795x795.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/h-valmir-Pedro-2021-2024-200x200.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Ex-prefeito Valmir Pedro (PSDB) <strong>– Foto (2020): Rede social</strong></p></div>
<div id="attachment_1390" class="wp-caption aligncenter" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1390 size-large" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2016-Solange-Bertulino-1024x681.jpg" alt="" width="1024" height="681" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2016-Solange-Bertulino-1024x681.jpg 1024w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2016-Solange-Bertulino-300x200.jpg 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2016-Solange-Bertulino-768x511.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2016-Solange-Bertulino-1536x1022.jpg 1536w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2016-Solange-Bertulino-395x263.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2016-Solange-Bertulino-795x529.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2016-Solange-Bertulino-200x133.jpg 200w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/2016-Solange-Bertulino.jpg 1936w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Ex-prefeita Solange Bertulino <strong>– Foto (2016): Marcello Dantas/daimages</strong></p></div>
<div id="attachment_1819" class="wp-caption aligncenter" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1819 size-large" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-2009-Lourencinho-1-857x1024.jpg" alt="" width="857" height="1024" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-2009-Lourencinho-1-857x1024.jpg 857w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-2009-Lourencinho-1-251x300.jpg 251w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-2009-Lourencinho-1-768x917.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-2009-Lourencinho-1-1286x1536.jpg 1286w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-2009-Lourencinho-1-1715x2048.jpg 1715w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-2009-Lourencinho-1-395x472.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-2009-Lourencinho-1-795x950.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-2009-Lourencinho-1-200x239.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 857px) 100vw, 857px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Ex-prefeito Lourenço Filho (Lourencinho) <strong>– Foto (2009): Marcello Dantas/daimages</strong></p></div>
<div id="attachment_1821" class="wp-caption aligncenter" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1821 size-large" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-1997-Doutor-Edmundo-2-1-844x1024.jpg" alt="" width="844" height="1024" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-1997-Doutor-Edmundo-2-1-844x1024.jpg 844w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-1997-Doutor-Edmundo-2-1-247x300.jpg 247w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-1997-Doutor-Edmundo-2-1-768x932.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-1997-Doutor-Edmundo-2-1-1266x1536.jpg 1266w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-1997-Doutor-Edmundo-2-1-1689x2048.jpg 1689w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-1997-Doutor-Edmundo-2-1-395x479.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-1997-Doutor-Edmundo-2-1-795x964.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-1997-Doutor-Edmundo-2-1-200x243.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 844px) 100vw, 844px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Ex-prefeito Edmundo Filho (doutor Edmundo Filho) <strong>– Foto (2009): Marcello Dantas/daimages</strong></p></div>
<div id="attachment_1811" class="wp-caption aligncenter" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1811 size-large" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-ev-869x1024.jpg" alt="" width="869" height="1024" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-ev-869x1024.jpg 869w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-ev-255x300.jpg 255w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-ev-768x905.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-ev-395x465.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-ev-795x937.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-ev-200x236.jpg 200w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-ev.jpg 1032w" sizes="auto, (max-width: 869px) 100vw, 869px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Ex-prefeito Edguimar Vasconcelos <strong>– Foto (2017): Márcia Cristina/JORNAL CIDADE</strong></p></div>
<div id="attachment_1812" class="wp-caption aligncenter" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1812 size-large" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-za-858x1024.jpg" alt="" width="858" height="1024" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-za-858x1024.jpg 858w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-za-252x300.jpg 252w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-za-768x916.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-za-1288x1536.jpg 1288w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-za-395x471.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-za-795x948.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-za-200x239.jpg 200w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-za.jpg 1416w" sizes="auto, (max-width: 858px) 100vw, 858px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Ex-prefeito José Antônio de Resende (Zé Alvorada) <strong>– Foto (2009): Marcello Dantas/daimages </strong></p></div>
<div id="attachment_1814" class="wp-caption aligncenter" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-1814 size-large" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-cm-1024x981.jpg" alt="" width="1024" height="981" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-cm-1024x981.jpg 1024w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-cm-300x288.jpg 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-cm-768x736.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-cm-395x379.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-cm-795x762.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-cm-200x192.jpg 200w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2018/05/hu-cm.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Ex-prefeito Carlos Mascarenhas (Carlinhos) (com o livro de atas, mostrando anotações da primeira Sessão da Câmara Municipal de Uruaçu, transcorrida em 13/12/1947) <strong>– Foto (2013): Jota Marcelo/JORNAL CIDADE </strong></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>[Jota Marcelo e Márcia Cristina, editores do</strong> <strong>JORNAL CIDADE.</strong> Com <strong>atualizações</strong></p>
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		<title>9. Os primeiros atos do prefeito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 10:10:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma vez investido nas funções do cargo de prefeito municipal de Sant’Ana, em 3 de setembro de 1931, Francisco Fernandes de Carvalho deu os primeiros passos para integrar a chefia do governo do município, designando Abílio Teles Fernandes para seu Secretário de Administração. Isto pela Portaria nº 1, de 14 de dezembro de 1931. Depois, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez investido nas funções do cargo de prefeito municipal de Sant’Ana, em 3 de setembro de 1931, Francisco Fernandes de Carvalho deu os primeiros passos para integrar a chefia do governo do município, designando Abílio Teles Fernandes para seu Secretário de Administração. Isto pela Portaria nº 1, de 14 de dezembro de 1931.</p>
<p>Depois, designou o cidadão Otávio Alves para o exercício do cargo de subprefeito do distrito de Amaro Leite do município de Sant’Ana, através da portaria datada de 28 de dezembro de 1931. José Ponce Leonis (Zezinho) foi designado para exercer as funções de procurador fiscal.</p>
<p>Preocupado com a permanência, impune, de grande número de criminosos, já processados ou não, o prefeito e o delegado de polícia, que era então o seu irmão Enéias, dirigiram ao então Secretário de Segurança e Assistência Pública o seguinte apelo:</p>
<p>Of. nº 5 &#8211; Vila de Sant’Ana, 4 de janeiro de 1932. Exmo. Sr. Doutor Secretário de Segurança Pública de Goiás: os abaixo assinados Prefeito Municipal e Delegado de Polícia, tendo em vista o grande número de criminosos espalhados por este município, cuja área se estende a distância superior a 60 léguas, alguns dos quais já recolhidos na cadeia local, como criminosos devidamente processados, vimos pedir a V. Excia. três soldados, inclusive um cabo para auxiliar a guarda da cadeia e a captura de outros mais. Sabemos das condições prementes que atravessa o nosso Batalhão de Polícia pela deficiência de soldados, mas tal a necessidade urgente deste município que esperamos o máximo esforço da parte de Vossa Excelência para nos atender. O Sr. José Fernandes de Carvalho, subpromotor deste termo e portador desta, vos informará melhor das condições em que se acha o policiamento deste município e pedimos que sejam os três soldados acompanhados por ele. Aproveitamos e ensejo para, mais uma vez, lhe hipotecar os nossos protestos de subida consideração. Saúde e fraternidade. O Prefeito: Francisco Fernandes de Carvalho. Enéias Fernandes de Carvalho &#8211; Delegado de Polícia.</p>
<p>O apelo acima foi devidamente atendido pelo Secretário de Segurança Pública, de forma que o subpromotor de justiça, José Fernandes de Carvalho, regressou da velha capital trazendo o Comando Policial, formado de três soldados, dentre estes o soldado Ângelo, e do comandante, o destemido e perigoso Cabo Gaspar, gigante em compleição física e implacável em suas deliberações.</p>
<p>Um doloroso episódio envolvendo esse policial, que se transformava em fera, marcou a história do novo município. Merece o fato capítulo à parte <strong>(texto transcrito fielmente do livro <em>A família Fernandes e a fundação de Uruaçu: Reminiscências</em>, página 169. Cristovam Francisco de Ávila. Editora Bandeirante Ltda. Goiânia. 2005)</strong>. <strong>Postagem original no </strong>site<strong> do </strong>JORNAL CIDADE<strong>: setembro de 2005</strong>.</p>
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		<title>8. Os primeiros servidores do Poder Judiciário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 10:09:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Criado o município de Sant’Ana, enquanto se aguardava a data da instalação, o Coronel Gaspar, em acordo com os filhos, escolheu os nomes para os diversos cargos da Justiça. O pai Gaspar já exercia, há muito, a função de juiz distrital. Era justo que continuasse no cargo, agora mais alto, de juiz municipal. Nomeado por &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Criado o município de Sant’Ana, enquanto se aguardava a data da instalação, o Coronel Gaspar, em acordo com os filhos, escolheu os nomes para os diversos cargos da Justiça.</p>
<p>O pai Gaspar já exercia, há muito, a função de juiz distrital. Era justo que continuasse no cargo, agora mais alto, de juiz municipal. Nomeado por decreto do então Dr. Pedro Ludovico Teixeira, Interventor em Goiás, tomou posse do cargo perante o juiz de direito da comarca do Rio das Almas, com sede na cidade de Jaraguá, o Dr. Moacyr Ribeiro de Freitas, irmão unilateral de seu genro, o tio Aristides. Devidamente empossado, passou a dar posse aos demais nomeados. No cargo de escrivão do juízo foi empossado Isaías Fernandes de Carvalho. No cargo de subpromotor de Justiça empossou-se José Fernandes de Carvalho. Nos cargos de delegado de polícia e seus suplentes, foram designados, respectivamente, Enéias Fernandes de Carvalho, João Chrisóstomo de Godói e João de Deus Fernandes de Carvalho (filho de Arthur Fernandes de Carvalho). Todos tomaram posse e assumiram o compromisso em 31 de dezembro de 1931.</p>
<p>No cargo de coletor estadual, em caráter interino, tomou posse Newton José de Carvalho, que exerceria o cargo até a transferência para cá do seu pai, Antônio Fernandes de Carvalho, que viria de São José. No cargo de juiz distrital e seus suplentes, nomeados pelo Interventor Federal, Dr. Pedro, por decreto de 18 de novembro de 1931, tomaram posse, prestando compromisso perante o juiz Coronel Gaspar, os cidadãos Samuel Francisco de Carvalho, Alvino Mendes Silva e Emídio Batista Fontes.</p>
<p>Isaías Fernandes de Carvalho foi investido nas funções de tabelião e escrivão de órfãos. No cargo de oficial de justiça foi investido José Rodrigues da Silva (filho de Leopoldina, irmã da Profa. Joaninha). No cargo de contador, partidor do juízo foi empossado pelo Coronel Gaspar o Sr. Zozimas Ribeiro de Freitas Côrtes. Dona Joaninha Rodrigues de Freitas veio assumir o cargo de professora da Escola Rural da Fazenda Sant’Ana.</p>
<p>No ano seguinte, 1932, diversos empossados renunciaram às respectivas funções, tendo o juiz municipal, Coronel Gaspar Fernandes, compromissado novos servidores da Justiça. Tomaram posse: Olindo Natal Adorno no cargo de 1º suplente de juiz municipal; José Martins Pereira no ofício de escrivão do juízo, sucessor de Isaías Fernandes de Carvalho, que exercia cumulativamente essa função com a de tabelião; Gabriel José de Godói sucedeu a Zozimas Ribeiro Côrtes no cargo de partidor e contador do juízo; Domingos Pereira dos Santos tomou posse no cargo de tabelião do 2º Ofício; Antônio Olegário Mendes foi empossado no cargo de 2º suplente de juiz municipal. José Custódio Baptista foi empossado no cargo de 3º suplente de juiz municipal; José Francisco dos Santos (José Piauí) foi empossado no cargo de oficial de justiça, em 26 de junho de 1932, sucedendo a José Rodrigues da Silva (José Bigu). Feliciano Custódio de Freitas, em 16 de setembro de 1932, assumiu as funções de escrivão do 2º Ofício em lugar de Domingos Pereira dos Santos.</p>
<p>Em 24 de novembro de 1932, já transferido para cá o tio Tone &#8211; Antônio Fernandes de Carvalho &#8211; que era coletor, em São José, assumiu ele, em caráter definitivo, o cargo de coletor estadual.</p>
<p>Nos cargos de 1º, 2º e 3º suplentes de delegado de polícia, em 12 de dezembro de 1932, foram empossados pelo 2º suplente de juiz municipal, Antônio Olegário Mendes, os seguintes cidadãos: Roque Ponce Leonis, Lindolfo Martins Pereira e Joaquim Francisco d’Abadia, respectivamente.</p>
<p>Joviano Pedrosa, em 4 de março de 1933, assumiu o cargo de escrivão do 1º ofício, acumulado com o de Órfãos. No cargo de depositário público, em 29 de setembro de 1933, foi empossado o cidadão Enéias Sebastião de Carvalho.</p>
<p>Em 10 de outubro de 1933 foi empossado no cargo de delegado de polícia José Bonifácio de Carvalho, em lugar de Enéias Fernandes de Carvalho, que pediu exoneração. Lúcio Fernandes de Carvalho foi empossado no cargo de 1º suplente de delegado, em 14 de julho de 1934.</p>
<p>Foram estas as primeiras autoridades administrativas e judiciárias do termo de Sant’Ana da comarca do Rio das Almas, com sede em Jaraguá, na administração municipal de Francisco Fernandes de Carvalho, o primeiro prefeito do município <strong>(texto transcrito fielmente do livro <em>A família Fernandes e a fundação de Uruaçu: Reminiscências</em>, página 167 a 168. Cristovam Francisco de Ávila. Editora Bandeirante Ltda. Goiânia. 2005)</strong>. <strong>Postagem original no </strong>site<strong> do </strong>JORNAL CIDADE<strong>: setembro de 2005</strong>.</p>
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		<title>7. O baile</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 10:08:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>À noite, seguiu-se um animadíssimo baile. O toldo ficou repleto de gente de todos os matizes: crianças, mães, moças, rapazes, adultos, casados, solteiros, velhos de bengala na mão, roceiros de calça de algodão, mulheres queijeiras com laço de fita no longo cabelo preto, emplastado de pomada de sebo de gado curtido ao sol; outras, com &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>À noite, seguiu-se um animadíssimo baile. O toldo ficou repleto de gente de todos os matizes: crianças, mães, moças, rapazes, adultos, casados, solteiros, velhos de bengala na mão, roceiros de calça de algodão, mulheres queijeiras com laço de fita no longo cabelo preto, emplastado de pomada de sebo de gado curtido ao sol; outras, com lindas travessinhas; algumas matronas de papo sacudiam-no ao conversar; os rapazes exibiam botinas chiadeiras, preferencialmente de cor amarela. Crianças brancas, pretas e morenas, quase todas de pés no chão. A rapaziada com destaque para Felicianinho, Moacyr, Zeco Martins, Djalma, Fonso, Eneinha, Rodolfo, Jaques, Nickerson, Tonico Mendes e numerosos outros da elite social &#8211; gritava, de vez em quando, vivas ao prefeito, vivas a Getúlio Vargas. Zezim Ponce, Lúcio e Gasparzinho, os dois últimos filhos do prefeito empossado, eufóricos perguntavam:</p>
<p>&#8211; Como é, mestre Domingos, que é da música?</p>
<p>&#8211; É já, ne&#8230; an. Eu estou esperando sô Roque, né&#8230; an. Tá custando, né&#8230; é&#8230; é &#8211; entremeando risos e cálices de vinho&#8230;</p>
<p>Damas não faltavam. Lá estavam, desejosas que se começasse a dança, as moças da casa, como Elvira, Regina, Olinda, e outras como Ana, Aidée, Adelaide, Sanica, Colá, Diva Ribeira, Diva Francisca, Olímpia, Calu, Isabel Américo, Isabel Ribeira, Agripina, Isaura, Rita Godói, Domitila, Áurea de Godói, Diva de Aleluia, Flauzina, Maria Joana, Arminda, Dehira e numerosas outras donzelas, todas lindas, no verdor da juventude. As autoridades, os visitantes, os homens mais sérios se aboletavam na sala da casa, envolvidos em animada conversa sobre a nova ordem política do País, a Revolução de Getúlio Vargas e de Pedro Ludovico e a severa repressão aos comunistas, dito esquerdistas, chefiados por Carlos Prestes, e aos integralistas de direita, sob o comando de Plínio Salgado, a queda do regime democrático representativo, até então vigente, e a implantação de estado ditatorial.</p>
<p>O animado sanfonista Louro (Herculano José Flôres) já executava animadamente o seu acordeon, acompanhado de zabumba, manejado por Zé Calazans. Era um empolgante arrasta-pé. Se não fosse o zabumba, os seguidos, ritmados e monótonos trais-lá&#8230; trais-lá&#8230; trais-lá&#8230;trais-lá das botinas não permitiriam ouvir o emocionante som da sanfona. Zeco Martins, um dos mais entusiasmados dançarinos, com os ânimos exaltados com as doses da caipirinha, não se cansava de bradar.</p>
<p>&#8211; Vamos rapaziada!!!&#8230; Viva o sanfoneiro&#8230; o&#8230; o!!! Viva Sant’Ana!&#8230;</p>
<p>E a festa ia sob calorosa animação. Alguém gritou:</p>
<p>&#8211; Vamos para uma quadrilha, gente?</p>
<p>Palmas foram batidas aplaudindo a idéia.</p>
<p>Mestre Domingos será o par marcante!</p>
<p>&#8211; Vamos, Professor!?</p>
<p>O Professor Domingos Vicente não se fez de rogado:</p>
<p>&#8211; É bom, né&#8230; an; é bom né&#8230; an&#8230;, confirmou com indizível satisfação o professor.</p>
<p>Felicianinho (Feliciano Custódio de Freitas), um dos líderes dos rapazes daquela época, sabedor de que o professor alimentava uma forte simpatia por sua futura cunhada Adelaide, convidou-a para dançar a quadrilha e a ofereceu ao Mestre Domingos. Este, muito sorridente, quase a gargalhar de satisfação, abraçou respeitosamente a meiga Adelaide e se colocou num dos extremos do salão e convidou todos os pares para se enfileirarem, em ala. Trinta pares se puseram em ordem. Quinze de cada lado. Tudo preparado para o início da dança, Mestre Domingos bate, por três vezes, uma mão na outra, dando sinal ao sanfoneiro. Sô Louro inicia animadamente a executar empolgante marcha, sempre acompanhado pelo zabumba: trá-trá-pum&#8230; trá&#8230; trá&#8230; pum&#8230; pumpum&#8230; de Zé Calazans. Mestre Domingos lançou um olhar examinador sobre os 29 pares dançarinos e ordenou, num francesinho deturpado:</p>
<p>&#8211; “<em>Balancê&#8230; general&#8230;</em></p>
<p>&#8211; <em>Tour</em>!</p>
<p>Os pares, sempre em marcha, a passos curtos, imitam as evoluções do par marcante.</p>
<p>Mestre Domingos continua:</p>
<p>&#8211; <em>Scène de Dame</em>!&#8230;</p>
<p>As mulheres se desprendem do braço do cavaleiro e se aproximam uma das outras, em duas filas, e se cumprimentam com inclinação da cabeça.</p>
<p>&#8211; Chevaliers ensuite!&#8230;</p>
<p>Os homens, deixando os respectivos pares, repetem os mesmos gestos das mulheres, sempre em ritmo de marcha.</p>
<p>&#8211; <em>Main-Gauche</em>!!</p>
<p>&#8211; <em>Main-droite</em>!!</p>
<p>&#8211; <em>Echanger</em>!</p>
<p>E segue a marcação por aí afora. Alguns entendendo o estrangeirismo da língua; outros executando os movimentos por imitação ao par marcante. Professor Domingos dominava o francês, e esses termos de comando da tradicional quadrilha, então, sabia-os de cor e salteado!!</p>
<p>De vez em quando, batia palmas por três vezes e a música parava para breve descanso. Dois minutos apenas. Novas palmas eram batidas, e a música se iniciava sempre em ritmo de marcha. As duas filas de pares se punham em alerta:</p>
<p>&#8211; <em>Balancer general</em>!! &#8211; comandava o mestre.</p>
<p>Depois de cinco intervalos de danças e contradanças anunciava o par marcante:</p>
<p>&#8211; <em>Promenade final</em>!!</p>
<p>Começando por ele, na extremidade do salão, cada cavalheiro, assim que chegasse ali se despedia da respectiva dama, inclinando-se com um doce <em>merci beacoup</em>!!</p>
<p>Essa era última cena da quadrilha e era feita sob fortes palmas dos assistentes. Quando o último cavalheiro se despedia de sua dama, parava-se a música.</p>
<p>Depois de breve intervalo o Sr. Roque enchia o salão com o som forte de seu clarinete, no que era acompanhado por dois violões, divinamente executados por Odilon e Newton.</p>
<p>Domingos Vicente, clarinetista famoso, exibia uma animada polca. A rapaziada dançava à maneira que podia. Zeco Martins, Eneinhas e Zé Chrisóstomo não se esqueciam dos “vivas”.</p>
<p>Viva o sanfoneiro! Viva o prefeito! Viva o dono da casa!!</p>
<p>Todos respondiam, com muito entusiasmo e longamente:</p>
<p>Vi&#8230; va&#8230; a&#8230; a&#8230;!!!</p>
<p>Altas horas da madrugada, tio Chico, o prefeito, se lembrou de Antônio Fernandes, a quem certa vez, em São José, presenciou dançando magistralmente a peça <em>Passarinho</em>. Bateu palmas (era costume em uma festa chamar-se a atenção, pedir silêncio, batendo palmas). O vozerio parou e todos se voltaram para ele:</p>
<p>Tone, mostre aos presentes a dança do “passarinho”!</p>
<p>A dança era executada por um cavalheiro e duas damas. Uma de um lado e a outra do outro, com os braços entrelaçados com o cavaleiro e movimentos rapidíssimos, parecendo um pássaro, com asas abertas, querendo pousar, após diversas voltas. O pássaro seria o cavaleiro, as duas damas, as respectivas asas. O cavalheiro com as damas laterais, braços entrelaçados, com rapidez, dava uma volta e, ao fechar a curva, soltava as damas. Elas giravam em rodopio, com as mãos dadas acima da cabeça, retornavam, trocavam as mãos e novo giro, sempre em marcha rápida. Voltavam em direção do cavalheiro e este, da mesma forma, girava, como que passeando ao redor. Mais uma vez, as damas repetiam a evolução. O povo batia palmas, quase que continuamente, em ritmo da dança. “Muito bem”, gritavam alguns.</p>
<p>O tio Tone, sua filha Flauzina e sua sobrinha Maria Joana empolgaram a platéia durante uns cinco minutos de extraordinária movimentação, sempre ritmada, ao som da música marcial, executada pelo Sr. Roque, em sua Clarineta.</p>
<p>Às dez horas da noite e às duas horas da manhã, grandes bandejas de café, leite e chá, acompanhadas de outras tantas repletas de pão-de-ló, biscoitos doces, pão de queijo, bolo de arroz, foram girando, servindo a todos com farto café. Os mais gananciosos acompanhavam os serventes até o cômodo onde era feita a distribuição das bandejas e ali se empanturravam, sob o olhar, um tanto censurável, da dona da casa.</p>
<p>O barulhento e alegre baile se prolongou até o apontar das barras matinais, do dia 4 de setembro de 1931. Era o albor de um novo dia!!</p>
<p>Sant’Ana era, agora, município, igualzinho a São José. Grande sonho do Coronel Gaspar! A festa da posse foi alvo de comentários elogiosos por bastante tempo <strong>(texto transcrito fielmente do livro <em>A família Fernandes e a fundação de Uruaçu: Reminiscências</em>, páginas 164 a 166. Cristovam Francisco de Ávila. Editora Bandeirante Ltda. Goiânia. 2005)</strong>. <strong>Postagem original no </strong>site<strong> do </strong>JORNAL CIDADE<strong>: setembro de 2005</strong>.</p>
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		<title>6. A instalação do município</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 10:07:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os filhos e genros do Coronel Gaspar, convidados por ele para um café, às 14 horas do dia 15 de agosto de 1931 &#8211; dia santo de guarda consagrado a Nossa Senhora d’Abadia do Muquém -, se reuniram na casa paterna. A conversa sobre os mais variados assuntos era tão animada que, de longe, se &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os filhos e genros do Coronel Gaspar, convidados por ele para um café, às 14 horas do dia 15 de agosto de 1931 &#8211; dia santo de guarda consagrado a Nossa Senhora d’Abadia do Muquém -, se reuniram na casa paterna. A conversa sobre os mais variados assuntos era tão animada que, de longe, se percebia haver ali grande quantidade de pessoas.</p>
<p>A certa altura, interrompeu o pai Gaspar:</p>
<p>&#8211; Bem, meus filhos, vamos tratar do assunto principal, ou seja, a instalação do município e a posse de Chico, na Prefeitura.</p>
<p>Neco (Manuel Fernandes) arrisca um palpite:</p>
<p>&#8211; Na minha opinião, devemos promover as solenidades do modo mais simples possível, para não ficar muito caro. Convidaremos as autoridades de Pilar e da sede da comarca, isto é, de Jaraguá, especialmente o Dr. Moacyr Ribeiro de Freitas, juiz de direito &#8211; que presidirá às solenidades e dará posse ao prefeito, inhô Chico -, o Sebastião Gonçalves, alguns outros amigos, o prefeito e o juiz municipal de Pilar. De Jaraguá, além do juiz e do Sebastião, devemos convidar o Dr. Augusto Rios, o Baltazar de Freitas&#8230;</p>
<p>Aristides Ribeiro, antes que o tio Neco completasse a relação dos nomes que pretendia dizer, interrompeu-o:</p>
<p>&#8211; De Goiás, eu vou convidar meu pai, Benedito Ribeiro, o Jarbas, o Eduardo e mais alguns amigos.</p>
<p>O tio Chico, que fora nomeado prefeito, completou:</p>
<p>&#8211; De São José, vamos convidar o senhor Bispo, Dom Florentino, o Compadre Zeco, o Antônio Fernandes, o José Ribeiro com a família, o Olegário Silva Rocha.</p>
<p>Enéias Fernandes, que ouvia atentamente as opiniões dos irmãos e cunhados, acrescentou:</p>
<p>-Não podemos esquecer dos amigos de Amaro Leite e de Descoberto, Benedito Coelho, Aristóteles, Pedro Correia, Sô Delino Américo, Euzébio Martins&#8230;</p>
<p>O Coronel Gaspar interferiu:</p>
<p>&#8211; Precisamos mandar um ofício convidando o Dr. Pedro Ludovico e o Dr. José de Carvalho dos Santos Azevedo, pelo menos. Chico preparará um banquete para os convidados. Você, Neco, se encarregará dos convites.</p>
<p>Ouvindo a recomendação do pai, Francisco Fernandes acrescentou:</p>
<p>&#8211; Além do banquete, eu posso hospedar uma parte dos visitantes, já que aqui ainda não temos hotel.</p>
<p>&#8211; A minha gente eu faço questão que fique lá em casa, ou seja, meu pai, meus irmãos, enfim todos que vierem de Goiás, bem como o Dr. Moacyr, que virá de Jaraguá &#8211; acrescentou Aristides Ribeiro.</p>
<p>Enéias se propôs:</p>
<p>&#8211; Os de Descoberto e os de Amaro Leite poderão ficar lá em casa.</p>
<p>Pondo termo ao assunto da hospedagem, adiantou o Coronel Gaspar:</p>
<p>Quando eles chegarem, faremos a distribuição.</p>
<p>O Professor Domingos Vicente Costa Campos, recém-chegado de Corumbá de Goiás, onde era alto comerciante e falira, pelo excesso de bondade e altruísmo (dizia-se que ele não respondia não a ninguém, ou a quem quer que fosse que o procurasse, ainda que lhe pedissem o impossível), interfere com entusiasmo, com o seu linguajar característico:</p>
<p>&#8211; A música, né&#8230; na&#8230; eu&#8230; u&#8230; u&#8230; Roque que a Balbina, nean, vamos cantar na missa, muito bonito, muito bonito, né&#8230; na&#8230;</p>
<p>O Professor Domingos era exímio maestro. Executava diversos instrumentos, especialmente o clarinete. Todos os presentes aplaudiram, com alegria, a sua promessa.</p>
<p>Tudo combinado. Francisco Fernandes adiantou mais que, além do banquete, promoveria um animado baile, à noite, e para isso, armaria uma barraca em frente à porta, para comportar todo o povo.</p>
<p>Ficou marcada a data de 3 de setembro de 1931 para a instalação do município e a posse do primeiro prefeito seria exatamente às onze horas.</p>
<p>Tudo correu conforme fora previsto. No dia aprazado &#8211; 3 de setembro -, Sant’Ana estava preparada para a grande festa. De vez em quando se ouvia o estampido de um foguete. A orquestra, logo cedinho, começou a ensaiar, para tocar durante a missa. Os acordes do clarinete e do violino enchiam os céus do povoado de sons angélicos. A emoção tomava conta de todos. As horas corriam!</p>
<p>Onze horas! A residência do prefeito nomeado, Francisco Fernandes, se encheu de gente. Sala, copa, cozinha, quartos &#8211; não havia lugar para mais ninguém. As cozinheiras se apressavam. Num banco improvisado na porta do quintal, Secunda, a “chefa” das empregadas de inhô Chico, ralava grande quantidade de apetitosos queijos, para ser servido com doce de leite, já preparado para sobremesa. Nerosa gritava Mané e Calu, seus enteados, para trazer paus de lenha e atiçar o fogo. Parece que estou ouvindo ela falar, com aquela vozinha suave, cheia de doçura, mansa, suplicante.</p>
<p>&#8211; Mane, ô home, traz uns pauzinhos de lenha, senão o almoço atrasa. Vai ajudar ele, Calu! Cadê Vilás?! Ele podia rachar mais lenha!&#8230; (Ervilás era um rapaz criado pelo tio Chico).</p>
<p>Enquanto a digníssima esposa do prefeito se preocupava com o almoço, meia dúzia de foguetes de rojão subiu aos céus, anunciando a chegada do senhor Bispo Dom Florentino, que já se encontrava na vila desde o dia anterior.</p>
<p>Assim que entrou na sala de recepção, foi logo anunciando o início da Santa Missa. O vozerio parou de chofre. Silêncio absoluto. Todos se postaram em atitudes de respeito e em pé.</p>
<p>Dom Florentino Símon Garriga, o sucessor de Dom Francisco Ozamis na Prelazia do Alto Tocantins, antes das primeiras orações da Santa Missa, disse algumas palavras, congratulando-se com o povo de Sant’Ana por aquele extraordinário acontecimento, um marco decisivo na arrancada para o progresso daquela nova comunidade, uma obra indiscutível dos Fernandes.</p>
<p>Sob a batuta do Prof. Domingos Vicente, o Sr. Roque Ponce mandou para o ar um primeiro acorde de seu clarinete, suave e forte, ao mesmo tempo, com o que fez abalar os corações dos presentes.</p>
<p>A orquestra era composta de duas clarinetas, o encantador violino executado pela jovem e bela Balbina, três violões sob a maestria do Odilon Ribeiro, Joãozinho e Neviton. Aleluia (Diva Ribeiro de Freitas), Sanica, Colá e dona Joaninha completavam o coro, com voz sã, em duetos, reforçados com as vozes masculina de Bigu (Benedito Ribeiro) e do tio Tone (Antônio Fernandes).</p>
<p>O hino inicial de abertura da celebração da santa missa foi entoado, e a harmonia dos sons era de tal sorte que elevava os assistentes a um nível superior em sublime enlevo. Dom Florentino entoou o Prefácio e depois o Glória. Três rojões subiram ao ar deixando o rastro quase invisível de fumaça, para, alguns instantes depois, abalar os assentos com os estampidos. E a missa cantada prosseguia. Dentro da casa não havia mais lugar. E as portas de entrada e as janelas ficaram apinhadas de curiosos. Algumas matronas idosas receberam, trêmulas, a sagrada hóstia.</p>
<p>Terminada a santa missa, o Dr. Moacyr Ribeiro de Freitas, na qualidade de juiz de direito de Pirenópolis &#8211; respondendo, também por Jaraguá, por motivo da doença de que fora acometido o Dr. Augusto Ferreira Rios, o titular -, declarou aberta a sessão solene de instalação do município e de posse de seu primeiro prefeito, Sr. Francisco Fernandes de Carvalho, dizendo, em voz alta, clara e pausada: (&#8230;) <strong>(texto transcrito fielmente do livro <em>A família Fernandes e a fundação de Uruaçu: Reminiscências</em>, páginas 159 a 161. Cristovam Francisco de Ávila. Editora Bandeirante Ltda. Goiânia. 2005)</strong>. <strong>Postagem original no </strong>site<strong> do </strong>JORNAL CIDADE<strong>: setembro de 2005</strong>.</p>
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		<title>5. A criação do município</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 10:06:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A notícia de elevação do distrito de Sant’Ana à categoria de município, enviada por José Fernandes ao Coronel Gaspar e da qual fora portador Júlio Antunes da Silva, encheu de justo orgulho e júbilo toda população santanense. A nova correu veloz, atingindo os distritos de Amaro Leite e Descoberto, que, como Sant’Ana, eram subordinados ao &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia de elevação do distrito de Sant’Ana à categoria de município, enviada por José Fernandes ao Coronel Gaspar e da qual fora portador Júlio Antunes da Silva, encheu de justo orgulho e júbilo toda população santanense. A nova correu veloz, atingindo os distritos de Amaro Leite e Descoberto, que, como Sant’Ana, eram subordinados ao município de Pilar.</p>
<p>A jovem comunidade, localizada na média distância entre aquelas duas vilas e Pilar, era passagem forçada para quem, vindo do norte, demandasse à sede do município, situada do lado sul.</p>
<p>Criado o município de Sant’Ana, embora centenariamente mais novo que os lendários sertões de Amaro Leite e Descoberto, estes dois últimos distritos ficaram subordinados ao de Sant’Ana, já que se reduzia de metade a distância entre a sede e os povoados.</p>
<p>Da cidade de Pilar a Porangatu, antigo Descoberto, a distância era de 45 léguas, e Amaro Leite ficava a um terço dessa distância para cá, na direção de Sant’Ana. Já este distrito se situava a 12 léguas, ou 72 quilômetros, dois dias de viagem a cavalo, para quem de Amaro Leite (hoje Mara Rosa) ou de Descoberto quisesse chegar à sede de seu próprio município para registrar uma escritura de imóvel, tirar documentos, obter decisões do Poder Judiciário etc.</p>
<p>Com a criação do município de Sant’Ana, resultante da elevação do distrito de mesmo nome, esses atos, ligados à justiça e a cartórios, seriam aqui mesmo resolvidos, trazendo, assim, a criação do novo município enormes benefícios e facilidades para a gente do norte. Por essa razão, os povos de ambos os distritos se rejubilaram com a criação de Sant’Ana, e os seus chefes políticos &#8211; dentre outros, Benedito Coelho Furtado, Aristóteles Ribeiro de Freitas, Otávio Alves, José Maurício de Moura, José do Carmo, todos de Amaro Leite e Euzébio Martins, Adelino Américo de Azevedo e Eudóxio Pinheiro, Francisco Borges, Ângelo Rosa de Moura e muitos outros, de Porangatu (antigo Descoberto) &#8211; congratularam-se com o Coronel Gaspar e seus filhos pela brilhante vitória, mercê da Revolução de 30, de Getúlio Vargas, no país, e de Pedro Ludovico Teixeira, em Goiás.</p>
<p>Das duas comunidades vieram representantes para, pessoalmente, expressar o contentamento do povo de cada uma delas pela instituição do novo município, sonho sempre acalentado pelo Coronel Gaspar e demais Fernandes, agora transformado em realidade, ao ser concretizado por ato do interventor em Goiás.</p>
<p>Os ilustres visitantes foram festivamente recebidos pelo pai Gaspar, por sua esposa, dona Cândida, apoiados pelos tios.</p>
<p>No dia seguinte à chegada, Adelino Fernandes, um dos filhos do Coronel, ofereceu aos conspícuos cidadãos um lauto banquete, concentrando, num abraço confraternal, as elites dos três distritos irmãos, que durante os discursos aplaudiram a Revolução e os chefes Getúlio e Pedro Ludovico. Os comensais se mostraram entusiasmados com fartas doses de requintado vinho do Porto e do saboroso licor de canela, especialmente preparado pela extremosa esposa do Coronel Adelino, dona Mariquinha Ribeiro de Freitas, e por suas filhas, as graciosas meninas Adelaide, Sanica, Colá.</p>
<p>Horas bem vividas foram aquelas: os ilustrados hóspedes não se cansavam de repetir a manifestação de seu contentamento, e o povo de Sant’Ana, por intermédio dos representantes, expressava calorosamente a gratidão pela valiosa solidariedade dos dois distritos.</p>
<p>Um mês depois desse memorável evento, o Coronel Gaspar recebeu, vindas pelo correio, correspondências enviadas de Goiás, por Benedito Ribeiro de Freitas, dando conta da publicação no Correio Oficial do Estado do decreto da criação do município e fixação de seus limites. Essa notificação era acompanhada de uma carta de congratulações, de um exemplar do órgão oficial, do qual guardo ainda uma fotocópia. (&#8230;).</p>
<p>Publicado o decreto que criou o município de Sant’Ana, hoje, Uruaçu, o Coronel Gaspar e os filhos preocuparam-se com a elaboração do programa das solenidades de instalação do novo município <strong>(texto transcrito fielmente do livro <em>A família Fernandes e a fundação de Uruaçu: Reminiscências</em>, páginas 156 a 157. Cristovam Francisco de Ávila. Editora Bandeirante Ltda. Goiânia. 2005)</strong>. <strong>Postagem original no </strong>site<strong> do </strong>JORNAL CIDADE<strong>: setembro de 2005</strong>.</p>
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		<title>4. O telegrama</title>
		<link>https://jotacidade.com/colunas/4-o-telegrama/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 10:05:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Corria o ano de 1931. Era o mês de julho. Nós morávamos na Fazenda Conceição, conhecida por Tapera, distante quatro quilômetros ou pouco menos do povoado de Sant’Ana. Para que pudéssemos freqüentar a única escola pública da Vila, meu pai fez um trato com a tia Alice Vieira de Carvalho, viúva de Fidélis Martins Pereira, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Corria o ano de 1931. Era o mês de julho.</p>
<p>Nós morávamos na Fazenda Conceição, conhecida por Tapera, distante quatro quilômetros ou pouco menos do povoado de Sant’Ana. Para que pudéssemos freqüentar a única escola pública da Vila, meu pai fez um trato com a tia Alice Vieira de Carvalho, viúva de Fidélis Martins Pereira, que para cá, com seu irmão Calimério Fernandes de Carvalho e os filhos, veio do antigo São José, em companhia do Coronel Gaspar.</p>
<p>Papai combinou com ela para que ficássemos em sua casa, durante a semana, de segunda a sexta-feira. Certo dia do mês de março, estava toda família reunida na porta da casa, que ficava na hoje Avenida Tocantins, esquina com a rua Quintino Bocaiúva. Falávamos sobre os planos do professor Leonel Francisco de Brito de, por intermédio dos alunos, construir um campo de futebol. Para isso, todos os alunos, no dia seguinte, deveriam comparecer à escola munidos de uma enxada, foice ou machado, quando ele suspenderia a aula uma hora antes do horário normal. E quem não dispusesse de ferramentas, ajuntaria os ciscos para que o local ficasse bem limpo.</p>
<p>Pois bem, estávamos no calor do debate uns concordando, outros não, quando já escuro, 19 horas mais ou menos, aproximou-se um cavaleiro, montado em um burrão, pêlo de rato, chapéu de aba caída (parecido com o de Tiradentes nas notas de quinhentos cruzeiros), com mala e capa atados na garupa, arreio tipo “socadinho”. Foi chegando e perguntando:</p>
<p>&#8211; Cadê Saliça?</p>
<p>Tia Alice, que se encontrava na sala, assomou à porta, e, com aquele seu linguajar um tanto gaguejante, indagou:</p>
<p>&#8211; Ô&#8230; ô Júlio, como vai? Vamos apear? Está chegando de São José? Como vai essa gente lá? Sr. Zeco, compadre Antônio&#8230;?</p>
<p>&#8211; Todos bons, mandaram abraços, respondeu. Vim trazer um telegrama para tio Gaspar e uma carta para Sr. Neco, enviados por tio Zeco. Vou entregá-los e depois voltarei. Quero arranchar aqui com a senhora e matar tanta saudade, concluiu.</p>
<p>Era Júlio Antunes da Silva, enviado especial de José Fernandes.</p>
<p>Trinta minutos depois, foguetes de cauda começaram a subir, com ribombeante estrondo, iluminando os céus de Sant’Ana! Um, dois, dezenas desses artifícios subiram ao ar, da porta do tio Neco, do tio Adelino, do tio Aristides, da casa do pai Gaspar, com aquele “chie&#8230;é&#8230;é pôôô&#8230;”, cinco, seis de uma só vez. Foi meia hora de tiroteio!&#8230; Todo mundo se entreolhava perplexo. O que houvera? Que teria acontecido? Por que tanto foguete? Devia ter acontecido alguma coisa de bom.</p>
<p>A casa do tio Neco ficava na mesma avenida, lá embaixo. Muita gente para lá se dirigia. Afonso Vila e eu saímos em desabalada carreira para lá. Alguém, então me explicou:</p>
<p>&#8211; Veio um telegrama de São José, avisando que foi criado o município de Sant’na. Foi o Júlio que o trouxe, a mandado de Zé Fernandes. A instalação vai ser logo.</p>
<p>Na verdade, pouco entendemos o que se dizia. Nunca tínhamos ouvido falar nesse nome &#8211; município! Contávamos, Naquela época, com 10 anos de idade e criados na roça, conhecíamos o cabo da enxada, da foice e do machado. Sabíamos ordenhar vaca e correr a cavalo. O mais era ouvir o canto alegre da saracura, do coriango, à noite toda na promessa: “&#8230;manhã eu vou&#8230;”; o roncar grosso e rouquenho do guariba, lembrando um engenho de cana-de-açúcar, quando forçado por grosso feixe de cana em suas moendas; as manadas de capivara, os redemoinhos do porco-queixada (javalis), o assobio longo das antas. Todavia, política administrativa e instalação de município eram coisas muito estranhas!</p>
<p>Lembramos-nos do cavaleiro que, pouco antes, passara pela casa da tia Alice, o Júlio, e exclamamos:</p>
<p>&#8211; Ah! É isso que o Júlio veio trazer&#8230;</p>
<p>Ouvimos tio Neco dizer, em voz alta, ao grupo de pessoas que ali se encontrava, ávidos de melhores informações:</p>
<p>&#8211; É, felizmente o Dr. Pedro Ludovico atendeu ao apelo de meu pai. Baixou decreto elevando o nosso distrito a município. Agora não ficaremos mais subordinados a Pilar. O Sr. Zeco escreveu-me informando que, dentro em breve chegarão aqui autoridades para instalar o município de Sant’Ana. O Sr. Chico foi nomeado o primeiro prefeito.</p>
<p>Chico era o seu irmão Francisco Fernandes de Carvalho, filho mais velho do Coronel Gaspar <strong>(texto transcrito fielmente do livro <em>A família Fernandes e a fundação de Uruaçu: Reminiscências</em>, páginas 154 a 155. Cristovam Francisco de Ávila. Editora Bandeirante Ltda. Goiânia. 2005)</strong>. <strong>Postagem original no </strong>site<strong> do </strong>JORNAL CIDADE<strong>: setembro de 2005</strong>.</p>
<p>The post <a href="https://jotacidade.com/colunas/4-o-telegrama/">4. O telegrama</a> appeared first on <a href="https://jotacidade.com">Jornal Cidade</a>.</p>
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		<title>3. José Fernandes de Carvalho e a criação do município de Uruaçu</title>
		<link>https://jotacidade.com/colunas/3-jose-fernandes-de-carvalho-e-a-criacao-do-municipio-de-uruacu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 10:03:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de cinco dias de fatigante marcha, a cavalo, José Fernandes e seus companheiros chegaram a Sant’Ana, a nossa Uruaçu, hospedando-se na residência do Coronel Gaspar, seu tio paterno. Sant’Ana já envergava o título de distrito, criado que fora por lei baixada pelo governo de Pilar, conforme anteriormente se registrou, lei publicada em o Correio &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de cinco dias de fatigante marcha, a cavalo, José Fernandes e seus companheiros chegaram a Sant’Ana, a nossa Uruaçu, hospedando-se na residência do Coronel Gaspar, seu tio paterno. Sant’Ana já envergava o título de distrito, criado que fora por lei baixada pelo governo de Pilar, conforme anteriormente se registrou, lei publicada em o Correio do Estado de Goiás, na edição de 26 de fevereiro de 1924.</p>
<p>Aqui, o tio Zeco falhou por alguns dias, em visita aos primos e aos irmãos Samuel e Afonso, meu pai.</p>
<p>Em conversa com o velho Gaspar, o tio Zeco lhe relatou todos os pormenores da revolução que levara Getúlio Vargas ao poder central, a decorrente nomeação de Pedro Ludovico Teixeira, como interventor federal em Goiás e, por fim, a designação justamente do juiz do antigo São José do Tocantins, Dr. José de Carvalho dos Santos Azevedo, como secretário da interventoria, a convite do próprio Dr. Pedro Ludovico Teixeira. Em seguida, exibiu ao pai Gaspar a carta enviada pelo juiz de Niquelândia e lhe disse:</p>
<p>&#8211; Agora, tio Gaspar, podemos conseguir muitas coisas para a nossa Sant’Ana. Se o governo alegar falta de recursos, vamos pedir a extinção de muitos órgãos estaduais, sem maior importância, que estão funcionando em São José, inclusive algumas escolas, para que haja recursos para o que pretendemos.</p>
<p>&#8211; Boa idéia, Zeco, disse o pai Gaspar. Vou providenciar uma reunião de todos os filhos, amanhã, às 8 horas, aqui em casa, e você elabora aí um plano de reivindicações.</p>
<p>No dia seguinte, reunidos todos os filhos do Coronel e outros chefes de família, deliberou-se pleitear ao Dr. Pedro Ludovico Teixeira os seguintes benefícios: criação do município de Sant’Ana; criação de um grupo escolar a ser instalado na sede do futuro município; e constituição de uma comissão, presidida por um juiz de direito, a fim de se instalar o termo judiciário de Sant’Ana e dar posse às autoridades municipais.</p>
<p>Foi redigida a mensagem do povo de Sant’Ana, saudando o governo revolucionário que ora se implantava no país, com destaque para a brilhante vitória dos Ludovico contra os Caiado, quando não se pouparam os mais eloqüentes elogios. Por fim, registrou-se a relação das reivindicações, acrescida de um destacamento policial permanente, para garantir a ordem e a paz na já progressista comunidade.</p>
<p>José Fernandes de Carvalho, o tio Zeco, daqui seguiu para São José a fim de se encontrar com familiares. A saudade deles tanto o martirizava durante o longo período de esconderijo.</p>
<p>Após um justo descanso, ele seguiu para a antiga capital do Estado, aonde chegou, após cinco dias de cansativa viagem, a cavalo, com um cargueiro de mantimentos e um camarada. Lá hospedou-se em casa de seu tio Benedito Ribeiro de Freitas, ex-deputado estadual por São José do Tocantins, líder político de grande prestígio, chefe de numerosa família, os Ribeiro de Freitas.</p>
<p>Benedito não escondia o contentamento pela reviravolta da política e da administração. De grei dos Bulhões, intimamente, não via com bons olhos o domínio absoluto dos Caiado e os rigores de castigo que impingiram aos seus adversários. Dia e noite vivia preocupado com os filhos, todos já participantes da vida comunitária e política da velha capital, especialmente Jarbas e Moacyr, que não se afinavam com a política caiadista e poderiam, de uma hora para outra, cair nas malhas da repressão dos Caiado.</p>
<p>Sanado o perigo, o Sr. Dito se mostrava satisfeito, como que dono da situação. Como era bom presenciar a alegria com que recebera o tio Zeco, ansioso que estava por saber de detalhadas notícias de sua terra natal, o São José do Tocantins.</p>
<p>José Fernandes não poupou termos para expor-lhe todas as circunstâncias da vida pública da hoje Niquelândia, assim como os apuros por que passara para se escapar das garras dos Caiado e, por fim, desabafou:</p>
<p>&#8211; Graças a Deus, tudo passou. A tempestade foi dura, mas valeu a pena. Agora vamos gozar das emanações suaves e pacíficas dessa brisa que nos trouxe a bonança&#8230; e deu vivas a Getúlio Vargas, Pedro Ludovico e à revolução!!!</p>
<p>Nesse mesmo dia, acompanhado pelo Sr. Benedito Ribeiro, já à noite, visitou o seu amigo José de Carvalho dos Santos Azevedo, agora secretário do governo, sendo entusiasticamente recebido. Conversaram muito, rememorando as façanhas do governo anterior, sepultadas em definitivo pelo governo revolucionário de 1930. Por fim, indagou o Secretário:</p>
<p>Então, Sr. Zeco, o que tem planejado para São José?</p>
<p>&#8211; Ora, Dr. Azevedo, para a terra de meu berço eu não quero nada. Mas quero para a minha nova terra, Sant’Ana, fundada por meu tio Gaspar. Brevemente meu mano Antônio e eu estaremos morando lá. Pretendemos, nós os Fernandes, reunir todos lá e lutar pelo engrandecimento do lugar. E, para começar, fizemos aqui um apelo a Vossa Excelência e a Dr. Pedro.</p>
<p>Assim dizendo, ia entregando a mensagem, assinada em Sant’Ana, pelos membros da família, quando o Dr. José Azevedo aconselhou:</p>
<p>&#8211; Não, Sr. Zeco, eu espero você lá no Palácio Conde dos Arcos amanhã, às 9 horas. Quero apresentá-lo ao Dr. Pedro. É melhor você entregar essa mensagem pessoalmente a ele, e eu reforço o que nela vocês estão pedindo. Pode ficar tranqüilo que todas as reivindicações da família Fernandes serão atendidas.</p>
<p>No dia imediato, à hora marcada, estava José Fernandes na ante-sala do Palácio Conde dos Arcos, sede do governo de Goiás, o porteiro encaminhou-o à presença do Sr. Secretário, anunciando, ao abrir a porta:</p>
<p>&#8211; Sr. José Fernandes de Carvalho, de São José do Tocantins.</p>
<p>O secretário, Dr. José Azevedo, levantou-se da confortável poltrona em que se encontrava sentado examinando papéis, e veio até a porta:</p>
<p>&#8211; Oh! Sr. Zeco, vamos entrando! O dr. Pedro já está à sua espera.</p>
<p>&#8211; Então, vamos logo à sua presença, rematou o tio Zeco.</p>
<p>Ambos, o visitante e o Secretário, encaminharam-se para o gabinete de despacho do interventor Pedro Ludovico e, abrindo o Secretário a porta de entrada, virou-se para o tio Zeco e disse:</p>
<p>&#8211; Entre, Sr. José Fernandes!</p>
<p>E, um ao lado do outro, chegaram até a mesa de trabalho do Interventor.</p>
<p>&#8211; Dr. Pedro, esse é o Sr. José Fernandes de Carvalho, membro da grande família Fernandes, de São José do Tocantins, e que foi muito perseguido pelos Caiado. Ele foi um dos cabeças do movimento pela intervenção em Goiás vindo do Rio com o Marechal Sócrates. É nosso amigo íntimo!</p>
<p>Dr. Pedro ouviu atentamente a apresentação. Mostrou-se, de certo modo, comovido, por estar diante de um revolucionário. Abraçou-o calorosamente, dizendo:</p>
<p>&#8211; Muito bem, Sr. José Fernandes. Já tinha ouvido falar de sua atuação com o Marechal Sócrates e alimentava o desejo de conhecê-lo.</p>
<p>Ainda com o braço direito sobre os ombros do Tio Zeco, convidou-o a sentar-se no confortável e macio canapé, obra de arte que ornava o gabinete do interventor e servia como móvel de descanso.</p>
<p>O Secretário, Dr, Azevedo, interferiu:</p>
<p>&#8211; Dr. Pedro, o Sr. Zeco trouxe uma mensagem, muito amiga, da família Fernandes, congratulando com Vossa Excelência e com todo povo de Goiás pela vitória da revolução e deseja a criação do município de Sant’Ana, a nova comunidade fundada pelos Fernandes, no interior do município de Pilar. O povoado já foi elevado à categoria de distrito e, pelo que ele informa e consta desta mensagem, já tem condições de ser elevado a município.</p>
<p>Fez, então, sinal ao tio Zeco para que entregasse a mensagem. Dr. Pedro abriu o envelope e leu. Depois voltou a vista para o visitante e disse:</p>
<p>&#8211; Pois bem, Sr. José Fernandes. Um pedido de amigo é ordem para mim, desde que não seja contra a lei. O município de Sant’Ana será criado, assim como atenderemos, com muito prazer, as demais reivindicações dos Fernandes.</p>
<p>Passou a mensagem ao Dr. José de Carvalho dos Santos Azevedo, recomendando:</p>
<p>-Tome todas as providências. Vamos atender aos desejos do Coronel Gaspar e de seus filhos.</p>
<p>Tio Zeco agradeceu ardorosamente a atenção do interventor federal e acompanhou o senhor Secretário até o gabinete deste.</p>
<p>&#8211; Aí está, Sr. Zeco, disse o secretário. Quanto à criação do município, podemos providenciar já. As divisas devem ser as mesmas do distrito, com relação a Pilar; mas Amaro Leite e Descoberto ficarão pertencendo a Sant’Ana, separando-se igualmente, de Pilar.</p>
<p>&#8211; É, está muito bem, acrescentou o tio Zeco. As divisas poderão ser as mesmas dos distritos, tirou da pasta que conduzia o exemplar do Correio Oficial do Estado que publicou o decreto de criação do distrito e que estipulava as linhas limítrofes da nova unidade administrativa.</p>
<p>-Ah! Ótimo! Deixe isso aqui, junto com a mensagem, para elaborarmos o decreto.</p>
<p>Tio Zeco entregou-lhe o jornal e foi dizendo:</p>
<p>&#8211; O decreto, certamente, só entrará em vigor quando for publicado no Correio Oficial. Nesse caso irá demorar um pouco, porém conto certo com o município de Sant’Ana e a criação do grupo escolar!</p>
<p>&#8211; Ora, Sr. Zeco, já está tudo combinado. Pode voltar para São José descansado. O pedido dos Fernandes será atendido integralmente. A instalação do Município ocorrerá logo após ser criado e o respectivo decreto for publicado. Quanto ao grupo escolar, vamos antes ver as possibilidades de conseguir normalistas e providenciar verbas para a manutenção do estabelecimento. Aliás, você já poderá pesquisar por aí, com auxílio do Sr. Benedito Ribeiro, que conhece melhor a cidade, e ver se arranja uma ou mais normalistas que queiram ir pra Sant’Ana e mande deixar o resultado em meu gabinete. Você poderá ficar tranqüilo que tudo será arranjado.</p>
<p>Tio Zeco agradeceu demoradamente o acolhimento total dos pedidos da família Fernandes e, no dia seguinte, tomou rumo de São José do Tocantins, extremamente feliz pelo seu êxito na viagem.</p>
<p>Durante o caminho de aproximadamente 280 quilômetros, entre Goiás e São José, decidiu José Fernandes se transferir definitivamente para Sant’Ana, assim que o município fosse criado, e pleitear, para ele, o cargo de subpromotor de Justiça e, para o seu irmão Antônio, o de coletor estadual, já que este há muito tempo vinha exercendo essa função em São José, como sucessor, e dela fora forçado a se afastar por violência dos mandões do antigo São José.</p>
<p>Chegando à sua Fazenda Criminoso, no interior do município de Niquelândia, onde residia, igualmente, Antônio Fernandes de Carvalho, e um pouco mais distante, no Chupa ou Chupador, o seu tio Joaquim Ribeiro de Freitas Côrtes, chefe de numerosa família, Tio Zeco combinou com o seu irmão Antônio a mudança para Sant’Ana. Convidou também a aderir à mudança um outro irmão, Olívio, que por algum tempo já havia residido aqui. O tio Zeco propôs a nomeação da tia Lastênia, mulher do Olívio, para o cargo de professora do grupo escolar a ser criado. Ela já vinha exercendo o magistério primário em Trahiras (hoje Tupiraçaba), que era uma cidade naquele tempo. Assim seria um caso apenas de transferência.</p>
<p>Antônio Fernandes abraçou logo a idéia. Olívio, porém, que já havia estado em Sant’Ana, pediu prazo para pensar <strong>(texto transcrito fielmente do livro <em>A família Fernandes e a fundação de Uruaçu: Reminiscências</em>, páginas 151 a 153. Cristovam Francisco de Ávila. Editora Bandeirante Ltda. Goiânia. 2005)</strong>. <strong>Postagem original no </strong>site<strong> do </strong>JORNAL CIDADE<strong>: setembro de 2005</strong>.</p>
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