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	<title>CIÊNCIA NO COTIDIANO Archives - Jornal Cidade</title>
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	<description>Seu Periódico Saudável</description>
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	<title>CIÊNCIA NO COTIDIANO Archives - Jornal Cidade</title>
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		<title>Água em Uruaçu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2020 23:02:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, dia 15 de janeiro de 2020, completam quatro dias que a SANEAGO, companhia responsável por fornecer água no Estado de Goiás, entrega água na qualidade demostrada pelo vídeo. Desde a última chuva, no sábado 11/01/20, as torneiras na região central da cidade são abastecidas por uma mistura de água com terra. Estamos pagando para &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, dia 15 de janeiro de 2020, completam quatro dias que a SANEAGO, companhia responsável por fornecer água no Estado de Goiás, entrega água na qualidade demostrada pelo vídeo. Desde a última chuva, no sábado 11/01/20, as torneiras na região central da cidade são abastecidas por uma mistura de água com terra. Estamos pagando para receber um produto de péssima qualidade, não é possível lavar roupas, tampouco cozinhar, com uma água desta qualidade.</p>
<p>Toma-se banho e lava-se louça porque não é viável financeiramente comprar água mineral para tais atividades. Entrei em contato com a empresa para esclarecimento da situação, nenhuma informação concreta para explicar o problema foi oferecida. Uma equipe esteve hoje fazendo uma sangria no sistema, abriram o medidor da minha residência para liberar o fluxo com sujeira, entretanto o problema persiste.</p>
<p>Todos sabemos que o rio Passa Três, principal fonte de captação de água para abastecer a cidade, vem a vários anos sofrendo com assoreamento do leito, agora, com a intensificação das chuvas, mais terra das margens tem sido carregada para dentro do rio.</p>
<p>Até quando a SANEAGO vai postergar a resolução deste problema? Até quando a empresa vai se furtar de encontrar outra alternativa para captar água para abastecimento da cidade? Espero encontrar algum encaminhamento no Ministério Público, minha última esperança.</p>
<p>Assista vídeo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=B_0Av2ewOHM" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> e confira a situação da água.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>[Nota da Redação:</strong> texto editado em 15/01/2020 e encaminhado pelo articulista ao JORNAL CIDADE na mesma data, dia em que empresa de saneamento emitiu nota focando o problema, <a href="https://jotacidade.com/noticias/saneago-emite-nota-sobre-crise-hidrica/" target="_blank" rel="noopener">publicada</a> por este periódico no período da tarde</p>
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		<title>Vacinar é preciso!!!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2019 04:58:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No mês de setembro de 2019 foi comemorado 46 anos do Programa Nacional de Imunizações e no dia 17 de outubro comemorou-se o Dia Nacional da Imunização. Mas qual a relevância desse programa? Em 1990, a taxa de mortalidade para menores de cinco anos no Brasil era de 52,5 por mil nascidos vivos. Isso quer &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No mês de setembro de 2019 foi comemorado 46 anos do Programa Nacional de Imunizações e no dia 17 de outubro comemorou-se o <em>Dia Nacional da Imunização</em>. Mas qual a relevância desse programa?</p>
<p>Em 1990, a taxa de mortalidade para menores de cinco anos no Brasil era de 52,5 por mil nascidos vivos. Isso quer dizer que, para cada mil crianças que nasciam, 52 morriam antes de completar cinco anos de idade. No ano de 2015 esse valor era de 17 por mil nascidos vivos, ou seja, uma redução de 67% em apenas 25 anos. Doenças como meningite, coqueluche e sarampo foram responsáveis por 8.091 óbitos em 1990, enquanto em 2015 as três doenças vitimaram 1.028 crianças menores de cinco anos. Certamente o principal motivo para drástica redução destas mortes foi o sucesso do Programa Nacional de Imunizações.</p>
<p>Estes dados revelam claramente a importância da vacinação na prevenção da morte de crianças por doenças que podem ser facilmente prevenidas com a adesão de pais e responsáveis à vacinação de seus filhos e filhas.</p>
<p>As vacinas funcionam induzindo uma resposta rápida do sistema de defesa do nosso organismo. Isso porque quando temos contato com o agente causador de determinada doença, para a qual fomos previamente sensibilizados pela vacinação, nosso organismo responde mais rápido e de forma mais eficiente no combate ao invasor.</p>
<p>Vacinas são produzidas a partir do agente causador de uma certa doença. Esse agente é enfraquecido ou morto em laboratório, sendo parcial ou integralmente utilizado para fabricar vacinas que serão inoculadas no corpo dos pacientes.</p>
<p>Após a vacinação, o organismo cria o que chamamos de memória imunológica, uma espécie de “lembrança” daquele agente infeccioso causador de certa enfermidade. Assim, caso o paciente, no futuro, entre em contato com esse agente infeccioso, o corpo responde produzindo anticorpos que vão combater essa tentativa de invasão, evitando assim a instalação da doença. Os anticorpos trabalham como “soldados” protegendo um território da invasão de inimigos.</p>
<p>Apesar da importância e da segurança das vacinas, dados do Ministério da Saúde revelam redução na taxa de cobertura vacinal de doenças como, por exemplo, a poliomielite e o sarampo. Um dos resultados práticos dessa redução da vacinação da população brasileira é o atual surto de sarampo e de febre amarela silvestre. Em 2016 não foi registrado nenhum caso de sarampo no Brasil, já em 2019 foram confirmados mais de 6.600 casos de sarampo em vários estados do País.</p>
<p>A reintrodução da doença ocorreu em virtude do intenso fluxo migratório de venezuelanos para o Brasil, mas a redução na cobertura vacinal dos brasileiros fez eclodir uma epidemia de sarampo por aqui. Muitos adultos não foram vacinados quando crianças e muitas crianças não foram levadas por pais ou responsáveis para tomar a vacina, que deve ser ministrada a partir dos seis meses de idade, no caso do sarampo.</p>
<p>Até agora foram registradas quatro mortes por sarampo no Brasil, uma campanha de vacinação teve início em Goiás no mês de outubro, inicialmente destinada a crianças que não receberam a vacina no período adequado. Entre 18 e 30 de novembro serão vacinados adultos de 20 a 29 anos de idade que não receberam a vacina na infância. Portanto, procure o Posto de Saúde de seu bairro e se informe sobre a campanha de vacinação, leve sua caderneta para atualização das vacinas. Pais e responsáveis também devem levar crianças para vacinação, mesmo que fora do período da campanha.</p>
<p>Não acredite em informações mentirosas, como a de movimentos antivacinas, os dados revelam que as vacinas são seguras e altamente eficientes na prevenção e erradicação de doenças infecciosas. Se você tem dúvidas, procure um médico de sua confiança e peça esclarecimentos, mas não deixe de vacinar seus filhos e filhas com base apenas em informações falsas veiculadas em redes sociais da internet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte de dados:</strong></p>
<p><em>Principais causas da mortalidade na infância no Brasil, em 1990 e 2015: estimativas do estudo de Carga Global da Doença</em>. <em>Revista Brasileira de Epidemiologia</em>, maio 2017, p. 46-60. Disponível em: <em>http://www.scielo.br/pdf/rbepid/v20s1/1980-5497-rbepid-20-s1-00046.pdf</em></p>
<p>Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico 28. Vol. 50. out. 2019. Disponível em: <em>https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2019/outubro/04/BE-multitematico-n28.pdf</em></p>
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		<title>Sinais de fumaça: alerta para a sua saúde</title>
		<link>https://jotacidade.com/colunas/5194/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2019 20:41:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No último mês, notícias sobre queimadas têm sido frequentes nos principais meios de comunicação nacionais. Temos acompanhado perplexos a incêndios florestais de grandes proporções na Floresta Amazônica, inclusive nos territórios vizinhos da Bolívia e Peru. Mas não é só a floresta que arde em labaredas nesta época do ano. O inverno brasileiro é característico por &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No último mês, notícias sobre queimadas têm sido frequentes nos principais meios de comunicação nacionais. Temos acompanhado perplexos a incêndios florestais de grandes proporções na Floresta Amazônica, inclusive nos territórios vizinhos da Bolívia e Peru. Mas não é só a floresta que arde em labaredas nesta época do ano. O inverno brasileiro é característico por ser um período de estiagem em todo o território nacional, sendo mais severo em algumas regiões, como por exemplo no Centro-Oeste do Brasil.<br />
Com mais de três meses de estiagem, a vegetação natural, pastagens e áreas cultivadas (por exemplo, canaviais) tornam-se extremamente inflamáveis, dessa forma qualquer fagulha encontra combustível suficiente para iniciar pequenos focos de incêndio que tendem a se alastrar e tomar grandes proporções, caso não sejam contidos no início. Não bastassem as queimadas anuais em áreas naturais e cultivadas da zona rural, o ambiente das cidades também se transforma em um verdadeiro inferno. Isso porque muita dessa fumaça acaba circulando pela atmosfera e atingindo os centros urbanos.<br />
Além disso, em algumas cidades, como Uruaçu, parte da população local cultiva o péssimo hábito de promover pequenas queimadas diárias, que em conjunto, contribuem de modo significativo para deixar a qualidade do ar ainda mais ruim e prejudicial à saúde da população, inclusive daqueles que queimam. Mesmo a fiscalização, acompanhada de aplicação de multa por parte da Polícia, Ministério Público e Secretaria Municipal de Meio Ambiente, não tem sido suficiente para abolir esse desastroso e nocivo hábito cultural de queimar folhas e lixo nos quintais, ruas e lotes baldios da cidade.<br />
Por muitas vezes me pergunto: qual a dificuldade das pessoas em recolher folhas secas e lixo e destinar esse material para a coleta semanal de resíduos? Sabemos que esse material, quando devidamente acondicionado, é levado para o lixão municipal (outro tema digno de um artigo) pela coleta urbana de lixo. Não há justificativa aceitável para não dispor o lixo produzido em sua residência de forma correta e adequada, mesmo que esse lixo inclua folhas secas de árvores do quintal ou das calçadas. Os únicos motivos que encontro são: 1) falta de esclarecimento e conhecimento sobre os efeitos nocivos da fumaça para a saúde da população; 2) má-fé daqueles que mesmo cientes dos danos à saúde, insistem em continuar praticando este crime ao meio ambiente e aos seus concidadãos.<br />
Para o primeiro motivo há remédio e queremos, com este artigo, dar nossa contribuição. A fumaça liberada pelas queimadas é formada por uma mistura de gases tóxicos que permanecem circulando na atmosfera. Um dos gases mais nocivos dessa mistura é o monóxido de carbono – CO. Este gás, extremamente perigoso quando inalado, impede o sangue de transportar gás oxigênio para as células do nosso corpo. Isso pode causar um processo inflamatório em todo o organismo, afetando de forma mais grave órgãos como coração e pulmões. Para se ter uma ideia da toxicidade desse gás, quando inalado em ambiente com pouca ou nenhuma circulação de ar, causa a morte em poucos minutos. Mesmo em espaço aberto, com circulação de ar, sua inalação prolongada pode levar à morte pessoas com saúde mais frágil, como crianças e idosos.<br />
Médicos afirmam que a inalação da fumaça das queimadas pode agravar doenças respiratórias (asma, bronquite, rinite, sinusite, alergias, pneumonia, insuficiência respiratória, problemas no coração e doença pulmonar obstrutiva crônica). Em casos mais graves, a exposição prolongada a esses poluentes pode aumentar o risco de câncer de pulmão. Há também muitos casos de pessoas saudáveis que acabam desenvolvendo alguma destas doenças em virtude de exposição diária aos gases tóxicos liberados pelas queimadas. É preciso ressaltar que a inalação cotidiana de fumaça causa sintomas como tosse seca, falta de ar, dificuldade para respirar, dor e ardência na garganta, rouquidão, dor de cabeça, lacrimejamento e vermelhidão nos olhos.<br />
Portanto, se você tem o hábito, ou conhece alguém que costuma atear fogo em folhas secas ou mesmo lixo no quintal de casa ou na rua, faça o alerta expondo os graves danos à saúde causados pela exposição de toxinas liberadas no ar pelas queimadas. Não custa muito acondicionar esse material de forma adequada e colocar na lixeira para que os trabalhadores da coleta de resíduos sólidos urbanos deem a destinação “adequada”. Preserve sua saúde, de seus familiares, vizinhos e de toda a população, evite queimadas na sua casa, na vizinhança e na cidade, conscientize as pessoas dos males causados pela fumaça e denuncie à Polícia Militar, Ministério Público ou Secretaria Municipal de Meio Ambiente, aqueles que insistirem na prática deste crime e ameaça à saúde da comunidade.</p>
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