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	<title>Colunas Archive - Jornal Cidade</title>
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	<description>Seu Periódico Saudável</description>
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	<title>Colunas Archive - Jornal Cidade</title>
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		<title>Futebol x política. Madrugada de 8 de julho de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:20:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Copa do Mundo/2026: seleção brasileira se é campeã, a festa seria total e toda a delegação iria para o Palácio do Planalto, na capital federal Brasília. Eliminada, apenas um dos 26 jogadores (Danilo), voou para o Brasil, juntamente com outras pessoas da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ambas, claro, importantes! Danilo não conversou com a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><em>Copa do Mundo/2026</em>: seleção brasileira se é campeã, a festa seria total e toda a delegação iria para o Palácio do Planalto, na capital federal Brasília. Eliminada, apenas um dos 26 jogadores (Danilo), voou para o Brasil, juntamente com outras pessoas da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), ambas, claro, importantes! Danilo não conversou com a imprensa. Praticamente tudo muito esquisito nesse ambiente!</p>
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		<title>‘EDITORIAL’ – Edição 477 (1º a 15/07/2026) – ‘Música na vida da pessoa’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 18:01:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>‘No mundo, cada pessoa tem comportamentos variados em relação às músicas’. &#160; No mundo, cada pessoa tem comportamentos variados em relação às músicas, envolvendo passado, lembrança, memória, saudade, presente, relacionamento, bem-estar, diversão, tristeza, decepção, melancolia, alto astral, emoção negativa e positiva, insatisfação, satisfação, indisposição, disposição, recomeço, quadro depressivo, piora ou melhora na saúde, atuação profissional &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>‘No mundo, cada pessoa tem comportamentos variados em relação às músicas’.</em></strong></p>
<div id="attachment_36738" class="wp-caption alignnone" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-36738 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ed477.jpeg" alt="" width="1076" height="1134" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ed477.jpeg 1076w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ed477-285x300.jpeg 285w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ed477-972x1024.jpeg 972w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ed477-768x809.jpeg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ed477-395x416.jpeg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ed477-795x838.jpeg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ed477-200x211.jpeg 200w" sizes="(max-width: 1076px) 100vw, 1076px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Nesta publicação, um pouquinho de declarações sobre a musicalidade <strong>– Reprodução: Márcia Cristina/JORNAL CIDADE</strong></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No mundo, cada pessoa tem comportamentos variados em relação às músicas, envolvendo passado, lembrança, memória, saudade, presente, relacionamento, bem-estar, diversão, tristeza, decepção, melancolia, alto astral, emoção negativa e positiva, insatisfação, satisfação, indisposição, disposição, recomeço, quadro depressivo, piora ou melhora na saúde, atuação profissional e muito mais! A seguir, um pouquinho de declarações sobre a musicalidade:</p>
<p>-“Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música”. Escritor Aldous Huxley (1894-1963).</p>
<p>-“Milhares de pessoas cultivam a música. Poucas, porém, têm a revelação dessa grande arte”. Compositor e pianista Ludwig van Beethoven (1770-1827).</p>
<p>-“Toda música é reflexo de uma época”. Compositor, cantor, pianista, violonista e arranjador Tom Jobim (1927-1994).</p>
<p>-“A música é o barulho que pensa”. Romancista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, político, estadista e ativista pelos direitos humanos Victor Hugo (1802-1885).</p>
<p>-“Algumas vezes a música é a única forma de melhorar a vida”. Cantora, compositora e multi-instrumentista Janis Joplin (1943-1970).</p>
<p>-“Eu não faço música por dinheiro, mas esse é o meu trabalho”. Cantor, compositor e professor Renato Russo (1960-1996).</p>
<p>-“Quando ouço música, a minha imaginação compraz-se muitas vezes com o pensamento de que a vida de todos os homens e a minha própria vida não são mais do que sonhos de um espírito eterno, bons e maus sonhos, e de que cada morte é o despertar”, no livro <em>As Dores do Mundo</em>. Filósofo Arthur Schopenhauer (1788-1860).</p>
<p>-“Você tem uma alma, um coração e um sentimento de que música é vida. A vida que vivemos no passado, a que estamos vivendo hoje e a vida que viveremos amanhã”. Cantor, compositor e guitarrista de <em>blues</em> B.B. King (1925-2015).</p>
<p>-“A vida é uma ópera, e uma grande ópera <em>[&#8230;]</em>. Deus é o poeta. A música é de Satanás <em>[&#8230;]</em>. O êxito é crescente. Poeta e músico recebem pontualmente os seus direitos autorais, que não são os mesmos”, no livro <em>Dom Casmurro</em>, de 1899. Escritor Machado de Assis (1839-1908).</p>
<p>-“Viver é ser musical, começando com o sangue dançando em suas veias. Tudo que você vive tem um ritmo. Você sente sua música?”. Cantor, compositor, dançarino e filantropo Michael Jackson (1958-2009).</p>
<p>-“Cantando a gente inventa. Inventa um romance, uma saudade, uma mentira&#8230; Cantando a gente faz história. Foi gritando que eu aprendi a cantar: sem nenhum pudor, sem pecado. Canto para espantar os demônios, para juntar os amigos. Para sentir o mundo, para seduzir a vida”. Cantor e compositor Cazuza (1958-1990).</p>
<p>-“Quem ouve música, sente a sua solidão de repente povoada”. Poeta e dramaturgo Robert Browning (1812-1889).</p>
<p>-“Eu acredito que a música pode curar. As pessoas encontram paz na música”. Cantor, compositor, multi-instrumentista, empresário, produtor musical, cinematográfico e ativista dos direitos dos animais Paul McCartney.</p>
<p>-Ao jornal <em>O Popular</em> (Goiânia), edições recentes, dois artistas falaram: Daniel, cantor sertanejo e apresentador de TV: “A música é curativa, transformadora, é combustível para mim, me fortalece e me faz querer contribuir para a parte boa da vida das pessoas, ser um condutor de paz, de alegrias, de amor. Acho que minha história reflete isso e sou muito feliz com essa missão que Deus me concedeu”. E, Serjão (compositor, cantor de ligação com as importantes culturas do <em>rap</em> e do <em>hip-hop</em>, produtor musical, beatmaker e professor de boxe): “Eu me identifiquei com verdade que existia nas letras. A música se tornou uma forma de organizar o que eu sentia e dar voz às experiências que eu vivia”.</p>
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		<title>‘Memória, identidade: o monumento dos Três Marcos em Goiânia’ – Prof. Dr. Edson Arantes Junior [Artigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 19:55:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesse contexto, a construção do marco foi interpretada por observadores como um símbolo de reaproximação com o eleitorado e uma estratégia para fortalecer sua imagem, deixando um cartão-postal que contribuísse para a sua memória e legado na cidade. &#160; Ao andar por Goiânia, há um importante viaduto na Avenida 85 com monumento dos Três Marcos. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nesse contexto, a construção do marco foi interpretada por observadores como um símbolo de reaproximação com o eleitorado e uma estratégia para fortalecer sua imagem, deixando um cartão-postal que contribuísse para a sua memória e legado na cidade</em>.</p>
<div id="attachment_36667" class="wp-caption alignnone" ><img decoding="async" class="wp-image-36667 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/edson.jpeg" alt="" width="1536" height="947" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/edson.jpeg 1536w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/edson-300x185.jpeg 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/edson-1024x631.jpeg 1024w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/edson-768x474.jpeg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/edson-220x135.jpeg 220w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/edson-395x244.jpeg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/edson-795x490.jpeg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/edson-200x123.jpeg 200w" sizes="(max-width: 1536px) 100vw, 1536px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Os três elementos verticais são altos e dominantes em relação aos prédios e carros ao redor, dando sensação de marco urbano e verticalidade. Eles se cruzam formando vãos triangulares entre si <strong>– Foto:  Joabe Mendonça/Secom/Prefeitura de Goiânia</strong></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao andar por Goiânia, há um importante viaduto na Avenida 85 com monumento dos Três Marcos. Sua estrutura é formada por três arcos/ou espigas grandes e angulares que se cruzam no topo, criando uma composição em forma de “três lanças” convergentes. A superfície é de concreto com revestimento metálico claro, com textura que reflete luz difusa. Os três elementos verticais são altos e dominantes em relação aos prédios e carros ao redor, dando sensação de marco urbano e verticalidade. Eles se cruzam formando vãos triangulares entre si.</p>
<p>Essa estrutura funciona como marco de orientação e identidade para a Avenida 85; elementos verticais e convergentes sugerem união, ascensão e dinamismo – comum em esculturas monumentais que querem transmitir progresso e modernidade. Outro aspecto interessante a interseção das três peças cria vazios triangulares que permitem recortes do céu, aliviando a massa do monumento e gerando contrastes entre cheio/vazio. A geometria simples e repetitiva contribui para uma leitura visual clara, mesmo a distância.</p>
<p>O monumento está posicionado no centro da avenida, criando um eixo visual forte. Isso promove visibilidade de ambos sentidos e transforma o local em ponto focal urbano – útil para referências e para “portal” urbano. Que remete ao arquétipo dos portais, tão importantes para a purificação daqueles que vinham das guerras, na modernidade a purificação do trabalho que é a guerra cotidiana do trabalhador.</p>
<p>A própria posição desse dentro da Avenida, cria um eixo visual forte. Isso promove visibilidade de ambos sentidos e transforma o local em ponto focal urbano – útil para referências e para “portal” urbano.</p>
<p>Existe um dado político relevante: o monumento foi erguido durante a gestão do prefeito Iris Rezende Machado. Iris Rezende (1927-2024), cuja memória permanece presente na cidade, ocupou cargos ao longo de décadas, do mais local ao mais amplo – prefeito de Goiânia, deputado federal, senador, ministro da Agricultura e, por fim, governador de Goiás. Após sofrer derrotas eleitorais para Marconi Perillo e enfrentar um período de afastamento, sua administração buscou marcar o retorno por meio de obras públicas e iniciativas urbanísticas. Nesse contexto, a construção do marco foi interpretada por observadores como um símbolo de reaproximação com o eleitorado e uma estratégia para fortalecer sua imagem, deixando um cartão-postal que contribuísse para a sua memória e legado na cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Prof. Dr. Edson Arantes Junior</strong> &#8211; <em>edson.arantes@ueg.br</em></p>
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		<item>
		<title>‘O inventário do mito: Michelle e a faca na mesa da sucessão’ – Gilson Romanelli [Artigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 23:27:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>‘O movimento expõe as fragilidades e a dependência dos enteados’.   &#160; A ameaça de Michelle Bolsonaro de abandonar a corrida ao Senado não deve ser lida como um mero soluço de madrasta ofendida. O que se assiste nos bastidores de Brasília é política em estado bruto: uma disputa feroz por herança, controle de máquina &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://jotacidade.com/colunas/o-inventario-do-mito-michelle-e-a-faca-na-mesa-da-sucessao-gilson-romanelli-artigo/">‘O inventário do mito: Michelle e a faca na mesa da sucessão’ – Gilson Romanelli [Artigo</a> appeared first on <a href="https://jotacidade.com">Jornal Cidade</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>‘O movimento expõe as fragilidades e a dependência dos enteados’.</em></p>
<p style="text-align: center"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-34867" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/03/1-gilson2-300x226.jpeg" alt="" width="300" height="226" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/03/1-gilson2-300x226.jpeg 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/03/1-gilson2-768x578.jpeg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/03/1-gilson2-395x297.jpeg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/03/1-gilson2-795x598.jpeg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/03/1-gilson2-200x150.jpeg 200w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/03/1-gilson2.jpeg 848w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: center"><strong> </strong></p>
<div id="attachment_36652" class="wp-caption aligncenter" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-36652 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/1006227746-1-e1783046630983.jpg" alt="" width="630" height="758" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/1006227746-1-e1783046630983.jpg 630w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/1006227746-1-e1783046630983-249x300.jpg 249w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/1006227746-1-e1783046630983-395x475.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/1006227746-1-e1783046630983-200x241.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 630px) 100vw, 630px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>‘O incêndio principal reside na disputa pela herança simbólica’ <strong>– Foto: Divulgação</strong></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A ameaça de Michelle Bolsonaro de abandonar a corrida ao Senado não deve ser lida como um mero soluço de madrasta ofendida. O que se assiste nos bastidores de Brasília é política em estado bruto: uma disputa feroz por herança, controle de máquina partidária e um aviso explícito e direto ao clã. Ela entendeu, muito antes dos filhos biológicos do ex-presidente, que o patriarca se transformou em um ativo judicialmente tóxico. O que restou foi o espólio – e Michelle quer a chave do cofre simbólico.</p>
<p>Esse espólio não é irrelevante: compreende o eleitorado evangélico, as mulheres conservadoras, a estrutura capilarizada do PL Mulher, as redes locais, o direcionamento de candidaturas, os milionários recursos do fundo partidário, o palanque e a narrativa. Conquistar uma cadeira no Senado pelo Distrito Federal seria excelente – garantiria mandato, foro, tribuna e musculatura –, mas o plano desenhado por Michelle é consideravelmente maior: deixar de ser apenas a <em>mulher do mito</em> para se consolidar como a fiadora incontornável do pós-bolsonarismo.</p>
<p>O movimento expõe as fragilidades e a dependência dos enteados. Flávio Bolsonaro precisa dela de forma vital para parecer palatável ao eleitorado feminino. Eduardo necessita de sua imagem para não ser reduzido a um exilado político berrando em inglês no WhatsApp. Carlos precisa dela para projetar publicamente uma ilusão de afeto familiar onde, na realidade prática, opera apenas um <em>bunker</em> digital de ressentimentos. Michelle decifrou a fragilidade masculina que sustenta o bolsonarismo: uma estrutura com muita testosterona de teclado, mas escassa capacidade de dialogar com as mulheres sem recorrer à imposição de ordens.</p>
<p>Segundo o analista Julio Benchimol Pinto, Michelle compreendeu antes mesmo dos enteados que Jair Bolsonaro já virou um morto-vivo eleitoral: ele ainda respira, soluça e assusta seus opositores, mas o seu inventário político já está exposto sobre a mesa de negociações. Enquanto os filhos do ex-presidente se digladiam pelo controle do <em>cercadinho</em>, pelas chaves do PL, pelas senhas dos palanques e pela relíquia afetiva resumida no mantra <em>meu pai mandou</em>, Michelle efetuou a jogada mais astuta do tabuleiro: protocolou no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) o cercamento do sobrenome Bolsonaro em dezenas de marcas comerciais.</p>
<p>A ex-terceira-dama não busca apenas a bênção do patriarca; ela exige o selo, o rótulo, a embalagem. Quer o perfume, o vinho, a faca, o isqueiro, o <em>vape</em> e, se bobear, até a munição ungida.</p>
<p>Trata-se do bolsonarismo em sua nítida fase de inventário litigioso. Madrasta, enteados, legenda e votos são disputados palmo a palmo antes do último suspiro político do chefe. O que antes vendiam sob o rótulo de <em>família tradicional</em> revelou-se, sob a luz dos fatos, uma <em>holding</em> afetiva com a <em>Bíblia</em> exposta na mesa, a faca guardada na gaveta e pedidos de patentes no protocolo. No fundo, Michelle não rompeu simplesmente com os enteados; ela apenas percebeu a regra máxima do pacto de corvina: quem demora a morder a presa acaba ficando apenas com a espinha.</p>
<p>Ao se afastar recentemente da presidência do PL Mulher, a justificativa oficial de <em>cuidar da família</em> serviu apenas como uma embalagem piedosa para o consumo público. O conteúdo real dessa decisão é a pura demonstração de poder. Michelle desligou a tomada da máquina que ela própria ajudou a construir para escancarar ao partido, a Valdemar Costa Neto e aos enteados o tamanho exato do prejuízo político decorrente de sua ausência.</p>
<p>O PL Mulher jamais operou como um enfeite cor-de-rosa na legenda. Transformou-se em uma poderosa rede de formação, recrutamento, células locais e planilhas, operando como uma espécie de <em>Tupperware teopolítico</em>: onde entra café, sai militância engajada. Flávio descobriu tarde demais que herdar o sobrenome do pai não acarreta a herança automática do voto feminino. Sem Michelle, a articulação da direita tradicional perde o magnetismo e assume a delicadeza truculenta de um grupo de WhatsApp administrado por coronéis aposentados.</p>
<p>Ao suspender o empréstimo de sua imagem materna, cristã e cuidadora ao projeto centralizador dos filhos de Jair, Michelle enviou um recado nítido: ou assume a sucessão como uma força real de comando, ou o clã terá de carregar esse presunto eleitoral sozinho. A recente crise no Ceará operou apenas como o fósforo em um terreno já inflamável. O incêndio principal reside na disputa pela herança simbólica.</p>
<p>Jair Bolsonaro segue espectador de seu próprio declínio: um patriarca decorativo, um santo de parede rachada assistindo à própria família disputar a carniça eleitoral com a delicadeza cristã de um leilão de bens. Michelle pode voltar, cobrar ainda mais caro, trocar de palanque ou consolidar-se como a vice ideal de uma nova liderança. O fato primordial, contudo, já foi consumado: a pregadora da família tradicional cansou-se da submissão e assumiu o controle do inventário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gilson Romanelli</strong> reside em Goiânia, e é jornalista e analista político</p>
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		<title>‘A morte e seus circunstantes’ – Itaney Campos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:11:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Itaney Campos: ‘O certo é que a gente segue a vida num jogo cansativo de driblar a morte, até que, como sabemos, ela dê o seu xeque-mate’. &#160; Dias atrás, uma entidade literária promoveu um concurso com o tema O escritor fala da própria morte. Os melhores contos seriam publicados em sites da promovente e em &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Itaney Campos: ‘O certo é que a gente segue a vida num jogo cansativo de driblar a morte, até que, como sabemos, ela dê o seu xeque-mate’.</em></p>
<div id="attachment_36648" class="wp-caption alignnone" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-36648 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_.png" alt="" width="1598" height="1600" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_.png 1598w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-300x300.png 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-1024x1024.png 1024w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-150x150.png 150w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-768x769.png 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-1534x1536.png 1534w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-80x80.png 80w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-395x395.png 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-795x796.png 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-200x200.png 200w" sizes="auto, (max-width: 1598px) 100vw, 1598px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i><em><strong>www.pngwing.com</strong></em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dias atrás, uma entidade literária promoveu um concurso com o tema <em>O escritor fala da própria morte</em>. Os melhores contos seriam publicados em <em>sites</em> da promovente e em um jornal da capital.</p>
<p>Naturalmente que a entidade e o jornal eram dirigidos por jovens, que se dão ao direito de tratar a morte sem medo e até de idealizar a própria morte, quase se divertindo com a ideia. Todos imortais, como soem ser os jovens. Recebi o convite para participar, mas neguei fogo. Eu, <em>heim</em>, cutucar a besta fera com vara, ou pena, curta, tô fora! Pode ser que a dona <em>Morte</em> nem esteja se lembrando de mim, e vou lá eu chamar a sua atenção? Eu, para quem cada ano de vida agora é lucro? Necas. Mas confesso que fiquei pensando no desafio. Machado escreveu um romance cujo protagonista narrador era um senhor recém falecido. O escritor Edgard Poe lapidou um poema em que encarava a Morte, vestida de ave, no caso, um corvo, que advertia repetidamente « nunca mais », « nunca mais », frisando o fatídico do sono eterno. Parece que aos poetas é mais natural refletir sobre a morte, sobretudo a própria. O certo é que a gente segue a vida num jogo cansativo de driblar a morte, até que, como sabemos, ela dê o seu xeque-mate. Enquanto isso, nós viajamos e nos colorimos, como disse Drummond. Nesse jogo de gato e rato, alguns iludem-se com o título de imortais, federais ou regionais, sabendo que a verdade é que são morríveis, e só excepcionalmente permanece a sombra de alguns, em suas obras. Soube também de um certame que incitava a formular as inscrições que gostariam de ter na própria lápide. Achei de muito mau gosto. Mas pensei que eu me apropriaria desta: « Saibam que estou aqui a contragosto ». Ou desta outra, de humor negro: « Logo, logo nos veremos ». E tem também este, bem humorado: « A partir de agora, não contem mais comigo! «</p>
<p>Há um pensamento que considero muito sábio sobre a Morte (com m maiúscula), formulado por Confúcio, que preconiza: « Por que nos preocuparmos com o problema da morte, quando tantos problemas há a resolver na vida? » Há alguns dias, um amigo escritor, Hélverton Baiano, lembrava de um médico de Correntina que receitou um remédio tido por excelente a um doente grave, era tiro e queda, assegurava. O enfermo, porém, veio a morrer, e o esculápio, para se justificar: « Mas morreu com uma melhorinha boa, não foi não? » O inegável é que a morte não perdoa ninguém, não faz exceção. Hoje, alcançados mais de setenta, que passaram rápido demais, temo e tremo cada vez que faço os exames médicos. Por enquanto tudo bem. Afinal, sou um sobrevivente. Seiscentas mil pessoas morreram neste País picadas pela praga da Covid-19. E abandonadas por um governo de coveiros. Então, está escrito que vou seguir em frente. Viajei mil vezes de automóvel, por estradas ruins, entre motoristas dementes. Centenas de vezes deixei minha vida nas mãos de pilotos desconhecidos, em longas e curtas e turbulentas viagens aéreas. Decidi sobre a prisão e a liberdade das pessoas, e ninguém falou em me matar, pelo menos não pra mim. Então, miro no exemplo do meu pai que só se foi após o centenário. Mas sei que pode bater um vento forte e apagar esta chama frágil que é a vida. Ainda assim, vou desviar-me enquanto puder. Não conte a « indesejada », a bruxa soturna, senhora da foice, com a minha colaboração. É como diz o antigo enunciado, da sabedoria bíblica: <em>A vida e a morte estão sob o poder da língua</em>. Em sendo verdade, escritor não morre, só vai escrever em outro idioma. Pra isso serve a imaginação fértil. Pois não é que o poeta é um fingidor? Então!? Vou fazer como aquele escritor que, quando escrevia sobre a Morte, ela se apresentou, dizendo-lhe que era hora de ir-se. Com ele. Ele então indagou a ela: « Mas você não quer saber o fim da história? » Ela queria. A escrita estendeu-se por anos, até que a Morte foi embora. Daí, o velho escritor morreu. É como diz o ditado popular: <em>Vou esforçar-me até morrer, pra não dar de cara com a morte</em>.</p>
<p>De qualquer forma, vou adotar o exemplo do meu avô, que morreu com dignidade, em silêncio, dormindo. Ao contrário dos passageiros de sua kombi, que morreram gritando. Enfim, se eu tiver que morrer, que seja antes de eu ver um livro meu no sebo, ensebado, autografado, e no meio de livros de autoajuda.</p>
<p>E proíbo que, no meu velório, aquela turminha de sempre fique fazendo piadas de humor negro, sobre a morte. E sobre a « bondade » da minha mulher. Caso contrário, juro, vou acabar desistindo de morrer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>[Abril/25.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Itaney Campos</strong> natural de Uruaçu-GO, fundada por seus ancestrais, da família Francisco/Fernandes de Carvalho, é, entre outras qualificações, escritor, poeta e desembargador</p>
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		<title>‘Antônia’ – Visconde de Taunay</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:05:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nunca vou te esquecer, meu francês De cabelos encaracolados, Teu jeito distante De quem vive escrevendo, Perdido num país de sonho. &#160; Não esquecerás de mim, tua Antônia, Tua índia de ternura branda, Cabelos negros Que guardam os segredos das noites Entre os morros de Aquidauana. &#160; Ah! Meu francês, Por tua causa Perfumava minha &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca vou te esquecer, meu francês</p>
<p>De cabelos encaracolados,</p>
<p>Teu jeito distante</p>
<p>De quem vive escrevendo,</p>
<p>Perdido num país de sonho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não esquecerás de mim, tua Antônia,</p>
<p>Tua índia de ternura branda,</p>
<p>Cabelos negros</p>
<p>Que guardam os segredos das noites</p>
<p>Entre os morros de Aquidauana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ah! Meu francês,</p>
<p>Por tua causa</p>
<p>Perfumava minha pele</p>
<p>Com folhas de laranja</p>
<p>E funcho macerado,</p>
<p>Tudo para senti-lo dentro de mim,</p>
<p>Para cheirá-lo,</p>
<p>Para sorver de teus lábios</p>
<p>A saliva estonteante</p>
<p>Como a bebida de minha tribo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alfredo Taunay,</p>
<p>TONÉ,</p>
<p>Tua Antônia,</p>
<p>Índia chané,</p>
<p>Sabe pronunciar teu nome francês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Visconde de Taunay</strong> (1843-1899), registrado Alfredo Maria Adriano d’Escragnolle Taunay, foi um nobre, escritor, músico, professor, engenheiro militar, político, historiador e sociólogo. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, ocupando a Cadeira n.° 13. <strong>Poema</strong> constante na publicação <em>O Visconde de Taunay na poesia de Raquel Naveira</em>, de <strong>Raquel Naveira</strong>, em <em>academiacristadeletras.org.br</em>, que traz as seguintes observações, transcritas com adaptações: considerado o precursor da literatura sul-mato-grossense, é uma figura fascinante. Filho de Félix Taunay, o Barão de Taunay, e de Gabriela Hermínia, era de ilustre família de artistas franceses, que chegaram quando D. Pedro II queria trazer o movimento da Escola Nacional de Belas Artes para o Brasil. Recebeu esmerada educação intelectual, ingressando, logo após o curso de Ciências e Letras, na carreira militar. Em 1865, como segundo-tenente, é convocado para a Guerra do Paraguai (1864-1870), maior conflito armado ocorrido na América Latina, travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, composta por Brasil, Argentina e Uruguai. Retorna ao Rio de Janeiro em 1868, depois de ter participado da Expedição que se tornou famosa pelo episódio da Retirada da Laguna. Coloquei essas páginas dramáticas da história num poema intitulado <em>Taunay e a Retirada da Laguna</em>.</p>
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		<title>Um ônibus diferenciado, com a galera lá dentro&#8230; Biomma Cervejaria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 00:02:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Passeando com animação pelas vias públicas. Diversão diferenciada! Confira as opções oferecidas por esse interessante ônibus.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Passeando com animação pelas vias públicas. Diversão diferenciada! Confira as opções oferecidas por esse interessante ônibus.</em></p>
<div id="attachment_36549" class="wp-caption alignnone" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-36549 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/561907ce-6172-4d8e-9c8a-a7d0e072090b-_1_.png" alt="" width="2048" height="944" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/561907ce-6172-4d8e-9c8a-a7d0e072090b-_1_.png 2048w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/561907ce-6172-4d8e-9c8a-a7d0e072090b-_1_-300x138.png 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/561907ce-6172-4d8e-9c8a-a7d0e072090b-_1_-1024x472.png 1024w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/561907ce-6172-4d8e-9c8a-a7d0e072090b-_1_-768x354.png 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/561907ce-6172-4d8e-9c8a-a7d0e072090b-_1_-1536x708.png 1536w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/561907ce-6172-4d8e-9c8a-a7d0e072090b-_1_-395x182.png 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/561907ce-6172-4d8e-9c8a-a7d0e072090b-_1_-795x366.png 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/561907ce-6172-4d8e-9c8a-a7d0e072090b-_1_-200x92.png 200w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Início da noite do sábado 27 de junho, setor Bueno, na capital de Goiás. Espie por fora e por dentro! Está vendo a turma no interior do veículo?&#8230; Passeio pelas ruas de Goiânia em ônibus com capacidade para até 35 pessoas, vista 360º. Bancos personalizados com mesas, sistema digital de som de última geração, Wi-Fi. <em>Tablet</em> com Spotify liberado para o usuário escolher a <em>playlist</em>, microfone para comandar a <em>festa</em>, comemoração. Fermentador com seis bicos de chope Biomma liberado e outros opcionais! <strong>– Fotos: Jota Marcelo/JORNAL CIDADE</strong></p></div>
<p style="text-align: center"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-36550 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/a2e094de-0527-426d-8846-6ac24e35d2ad.png" alt="" width="2048" height="944" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/a2e094de-0527-426d-8846-6ac24e35d2ad.png 2048w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/a2e094de-0527-426d-8846-6ac24e35d2ad-300x138.png 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/a2e094de-0527-426d-8846-6ac24e35d2ad-1024x472.png 1024w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/a2e094de-0527-426d-8846-6ac24e35d2ad-768x354.png 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/a2e094de-0527-426d-8846-6ac24e35d2ad-1536x708.png 1536w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/a2e094de-0527-426d-8846-6ac24e35d2ad-395x182.png 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/a2e094de-0527-426d-8846-6ac24e35d2ad-795x366.png 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/a2e094de-0527-426d-8846-6ac24e35d2ad-200x92.png 200w" sizes="auto, (max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /></p>
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		<title>A boa ética precede a boa medicina</title>
		<link>https://jotacidade.com/colunas/a-boa-etica-precede-a-boa-medicina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:23:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>‘Um médico por vocação deve ter em primeiro lugar o compromisso humanitário ou ético com o seu cliente (porque é paciente, que sofre, que padece)’. &#160; Se há uma legítima definição da Profissão Médica (o exercício da Medicina), que é diferente da definição de Medicina seria: é a profissão do cuidado e da empatia pelo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>‘Um médico por vocação deve ter em primeiro lugar o compromisso humanitário ou ético com o seu cliente (porque é paciente, que sofre, que padece)’.</em></strong></p>
<div id="attachment_36367" class="wp-caption alignnone" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-36367 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/475jj.webp" alt="" width="1170" height="700" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/475jj.webp 1170w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/475jj-300x179.webp 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/475jj-1024x613.webp 1024w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/475jj-768x459.webp 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/475jj-400x240.webp 400w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/475jj-395x236.webp 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/475jj-795x476.webp 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/475jj-200x120.webp 200w" sizes="auto, (max-width: 1170px) 100vw, 1170px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Ética aqui significa todas as atitudes e expedientes em busca da virtude, da segurança e restauração da saúde, do bem-estar e vida de quem está enfermo (significa frágil, não firme, de “infirmo”) <strong>– Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se há uma legítima definição da Profissão Médica (o exercício da Medicina), que é diferente da definição de Medicina seria: é a profissão do cuidado e da empatia pelo outro. Vamos deslindar esses termos. Profissão seria o sentimento ou vocação de se declarar apto, vocacionado (chamado, de forma natural) ao exercício daquele ofício. Um médico por vocação deve ter em primeiro lugar o compromisso humanitário ou ético com o seu cliente (porque é paciente, que sofre, que padece). Ética aqui significa todas as atitudes e expedientes em busca da virtude, da segurança e restauração da saúde, do bem-estar e vida de quem está enfermo (significa frágil, não firme, de “infirmo”).</p>
<p>Então, ampliemos mais essa ideia do compromisso do profissional médico para com o seu cliente. Entendamos esse termo. Não se trata de um cliente qualquer. Em comparativo do cliente de um advogado, que na maioria das vezes pode esperar o atendimento. Não! Daí o termo paciente, porque a palavra já se define como alguém que sofre, um doente, em estado patológico (mental ou orgânico, em geral os dois).</p>
<p>Assim, com estas noções de cliente, paciente, profissão e Medicina, o médico (o profissional) dever agir. Em primeiro lugar visando restabelecer, minorar, aliviar e curar o seu paciente, devolvendo-lhe saúde e vida. E aqui, faz-se um registro de igual forma substancial e humanitário (princípios éticos): que esse profissional médico ou paramédico se valha da Medicina, como uma Ciência, com princípios técnicos e instrumentais para a melhor prestação desse serviço em prol da saúde e vida do paciente. Mas, com a ética em primeiro plano. Tecnicismo, ciência e burocracia ficam para depois.</p>
<p>Nesses termos se pode deduzir que o bom médico é aquele que se vale de sua formação científica, técnica, instrumental e mais significativo, de sua espontaneidade ética e altruísta em prol do doente, de quem sofre e padece. Paciente que, muitas vezes, vê nesse profissional a sua última tábua de esperança. Por isso a nobreza da profissão.</p>
<p>E vem o porquê dessas reflexões aqui expressas. Na maioria dos cursos de Medicina, vê-se uma absoluta insuficiência dessas disciplinas como a bioética, o cuidado com o paciente, os princípios humanitários da relação médico/paciente. Os recém-egressos da formação médica saem da graduação ou residências médicas com os protocolos e diretrizes no atendimento de todas as doenças. Entretanto, com precários conhecimentos e treinamento nos postulados e sentimentos éticos no atendimento do paciente. Muito correto e mais aceitável seria o médico ter a formação e instrução de tratar o doente e não doença; cada pessoa é um doente particular. Não existe uma doença padrão, porque os organismos são diferentes. Cada um reage diferente aos mesmos diagnósticos, por isso o mais humano é tratar o doente e não a doença em si. Cada pessoa traz seus valores culturais, tradicionais, crenças, doutrinas e fé. Há que se respeitar esse perfil de cada um.</p>
<p>Vamos dar alguns exemplos de como o ideal e o desejável seria o espírito ético como prioridade no atendimento da profissão médica em vez de obediência aos princípios científicos, da burocracia e do sistema e regras exigidos em qualquer entidade de atendimento em saúde. Tomemos os exemplos nos prontos-socorros. Paciente chega em busca de ajuda e socorro. A primeira providência seria de imediato o socorro e alívio do sofrimento e risco de vida do doente, e não preenchimento burocrático de prontuários e toda demora no registro desses dados, cadastro, recusa por um detalhe de plano de saúde, identificação, etc. Imagine, o paciente vítima de um infarto do miocárdio em risco de uma arritmia maligna e parada cardiorrespiratória. Tempo aqui e pronto socorro são expedientes-chaves, tem-se a vida do paciente em jogo.</p>
<p>Um exemplo bem concreto de má prestação de serviços em que este articulista se viu envolvido e também vítima pela preocupação gerada pelo descaso, negligência e demora no atendimento por motivos burocráticos. Paciente idoso, 82 anos, com síndrome de Parkinson e algumas comorbidades debilitantes. Neoplasia de bexiga e com severa anemia. Foi indicada com urgência transfusão sanguínea. Paciente segurado do SUS e Ipasgo. O primeiro atendimento em banco de sangue de Goiânia foi às 14h. E aqui iniciou-se a <em>via-crúcis</em> desse doente (em sofrimento pessoal e familiar).</p>
<p>No banco de sangue não foi possível a transfusão. Foi transferido a outro hospital. Já era noite, 20h. Aqui, após longa espera e sofrimento, também não foi possível a transfusão. A justificativa era a exigência do sistema SUS, havia que serem cumpridas as normas do sistema. Paciente é transferido para outro hospital, distante desse segundo. Mais sofrimento. A internação por fim saiu já era mais de meia-noite. Enfim, a infusão desse produto sanguíneo se fez após 20 horas (no dia seguinte). Um exemplo claro e robusto da inversão das coisas, no trato ao bom, ético e humanitário atendimento profissional, em lugar de uma burra e desumana burocracia (“burrocracia”) com o incremento do sofrimento e risco de vida do paciente, como de tantos outros que esperam longas horas nas filas de UPAs e prontos-socorros.</p>
<p>Agora, para concluir com o exemplo do idoso aqui citado. Paciente correu risco de morte. Por que? Anemia severa, com hemoglobina de 5-Situação equivalente de uma anemia aguda por hemorragia. Ficou 20 horas sem transfusão. Com comorbidades! Qualquer outra complicação, que poderia advir, uma queda de pressão, uma desidratação, uma arritmia leve, uma queda subida de glicose no sangue. O quanto de somatório nocivo e letal se vê nesse contexto. Enfim, faltaram a todos os agentes de saúde e serviços esse sentimento de generosidade, o senso de empatia, de cuidado com o bem-estar e vida do segurado idoso.</p>
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		<title>“‘A Grande Família’: pirraça mãe, pirraça filho, eu também sou da família, também quero pirraçar” – Gilson Romanelli [Artigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 02:32:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>‘Na raiz da disputa está a articulação do PL no Ceará para as eleições, desenhando uma aproximação com o pré-candidato Ciro Gomes’. &#160; &#160; ​​​A política brasileira é pródiga em transformar tensões de bastidores em espetáculos públicos, muitas vezes até lembrando séries de humor da televisão brasileira, mas poucas vezes a costura interna de um &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>‘Na raiz da disputa está a articulação do PL no Ceará para as eleições, desenhando uma aproximação com o pré-candidato Ciro Gomes’.</em></p>
<div id="attachment_34867" class="wp-caption aligncenter" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-34867 size-thumbnail" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/03/1-gilson2-150x150.jpeg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/03/1-gilson2-150x150.jpeg 150w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/03/1-gilson2-80x80.jpeg 80w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Gilson Romanelli</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_36482" class="wp-caption alignnone" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-36482 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG-20260625-WA01581.jpg" alt="" width="1024" height="559" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG-20260625-WA01581.jpg 1024w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG-20260625-WA01581-300x164.jpg 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG-20260625-WA01581-768x419.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG-20260625-WA01581-395x216.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG-20260625-WA01581-795x434.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/IMG-20260625-WA01581-200x109.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>‘Sob a ótica de Michelle, a coerência política deveria se sobrepor ao pragmatismo eleitoral’ <strong>– Foto: Divulgação</strong></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>​​​A política brasileira é pródiga em transformar tensões de bastidores em espetáculos públicos, muitas vezes até lembrando séries de humor da televisão brasileira, mas poucas vezes a costura interna de um partido foi tão bruscamente desfeita quanto no recente episódio envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador Flávio Bolsonaro.</p>
<p>O desabafo em vídeo de quase 30 minutos publicado por Michelle não é apenas uma lavação de roupa suja familiar; é o sintoma de uma crise profunda no Partido Liberal (PL) que explode a menos de quatro meses das eleições presidenciais de outubro de 2026.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>​A gênese do conflito: o fator Ceará</strong></p>
<p>​O estopim do desentendimento, que remonta ao fim de 2025, expõe uma divergência pragmática e ideológica fundamental dentro da legenda. Na raiz da disputa está a articulação do PL no Ceará para as eleições, desenhando uma aproximação com o pré-candidato Ciro Gomes.</p>
<p>​Para Michelle, atual presidente do PL Mulher, a aliança desenhada no Ceará representa uma “traição aos valores” da direita. A ex-primeira-dama relembrou, com contundência, o histórico de ofensas de Ciro contra Jair Bolsonaro e seus próprios filhos – a quem o político cearense já chamou de “ovos de serpente nazistóides”. Sob a ótica de Michelle, a coerência política deveria se sobrepor ao pragmatismo eleitoral.</p>
<p>​A reação de Flávio Bolsonaro, pré-candidato do partido à Presidência da República, foi o estopim da crise pública. Segundo o relato de Michelle, o enteado a tratou de forma ríspida e humilhante por telefone, afirmando que ela “havia chegado ontem” e “não entendia nada de política”, orientando-a a se afastar das decisões partidárias. O cenário se agravou com o que a ex-primeira-dama descreveu como uma reação coordenada e premeditada dos demais irmãos – Eduardo e Carlos –, que publicaram textos semelhantes em tom agressivo nas Redes sociais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>​Impacto eleitoral e a estratégia em frangalhos</strong></p>
<p>​Do ponto de vista analítico, o <em>timing</em> do vazamento dessa crise não poderia ser pior para as pretensões do PL. Dados recentes da pesquisa Quaest acenderam o sinal de alerta no QG da campanha de Flávio Bolsonaro, mostrando uma retração nas intenções de voto justamente entre dois eleitorados estratégicos: mulheres e evangélicos.</p>
<p>​Michelle Bolsonaro era tida como o principal trunfo da legenda para estancar essa sangria e atuar como ponte com esses setores conservadores. Com a exposição pública de que a ex-primeira-dama foi silenciada e menosprezada pela ala jovem e central do clã Bolsonaro, a estratégia de usá-la como cabo eleitoral de luxo sofre um revés quase fatal. Adversários políticos já se preparam para explorar a narrativa de divisão interna e a falta de coesão do grupo que aspira retornar ao Palácio do Planalto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>​Bombeiros em ação e o futuro do PL</strong></p>
<p>​Apesar de o senador Flávio Bolsonaro tentar minimizar o impacto – ironizando inicialmente o episódio e, posteriormente, adotando um tom mais brando de reconciliação ao afirmar que respeita a madrasta e que “nunca teve a intenção de ofender” –, o estrago na imagem de unidade do partido está feito. Michelle, em nova mensagem, buscou adotar uma postura conciliadora, afirmando que “não há briga nem competição” e que já perdoou os episódios ofensivos, mas manteve a firmeza de suas críticas.</p>
<p>​Quem assume agora o papel de bombeiro-chefe é o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto. Em nota equilibrada, Valdemar tentou enquadrar o atrito como uma “divergência natural da democracia” e uma prova da autenticidade e pluralidade do partido. Prometendo conversar pessoalmente com ambos, o cacique político tenta, às pressas, colar os cacos de uma porcelana que já foi ao chão.</p>
<p>​O que este episódio deixa claro é que, no PL, a linha que separa as alianças partidárias das dinâmicas familiares é perigosamente tênue. Em uma eleição que se avizinha polarizada e definida nos detalhes, o <em>fogo amigo</em> e o personalismo político podem custar caro à direita nas urnas de outubro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Gilson Romanelli</strong> reside em Goiânia, e é jornalista e analista político</p>
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		<title>Matriz de Uruaçu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 01:56:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Símbolo maior do catolicismo na nortense Uruaçu: igreja x praça, um bonito conjunto. &#160; &#160; &#160; &#160;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Símbolo maior do catolicismo na nortense Uruaçu: igreja x praça, um bonito conjunto.</em></p>
<div id="attachment_36449" class="wp-caption alignnone" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-36449 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1-1.jpg" alt="" width="1536" height="2048" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1-1.jpg 1536w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1-1-225x300.jpg 225w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1-1-768x1024.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1-1-1152x1536.jpg 1152w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1-1-395x527.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1-1-795x1060.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1-1-200x267.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 1536px) 100vw, 1536px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>&#8230;Moradora de Uruaçu, a bancária aposentada Meire Goulart publicou a foto 1 em Rede social, informando ser de 7 de maio de 1983, data do casamento dela com Moacir Duarte. Catedral de Uruaçu bela (onde casaram), praça da Matriz bela também, bem diferentes dos dias atuais. Nas outras três imagens (de Márcia Cristina/JORNAL CIDADE), diferentes ângulos da mesma igreja. Na última foto, de Marcello Dantas<strong>/</strong>daimages (clicada feita de dentro de helicóptero, em 2009), a estrutura maior do catolicismo na cidade nortense <strong>(Jota Marcelo)</strong>.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-36450 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1a.png" alt="" width="1089" height="1327" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1a.png 1089w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1a-246x300.png 246w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1a-840x1024.png 840w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1a-768x936.png 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1a-395x481.png 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1a-795x969.png 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1a-200x244.png 200w" sizes="auto, (max-width: 1089px) 100vw, 1089px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-36451 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1b.png" alt="" width="1078" height="1437" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1b.png 1078w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1b-225x300.png 225w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1b-768x1024.png 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1b-395x527.png 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1b-795x1060.png 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1b-200x267.png 200w" sizes="auto, (max-width: 1078px) 100vw, 1078px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-36452 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1c.png" alt="" width="974" height="1600" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1c.png 974w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1c-183x300.png 183w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1c-623x1024.png 623w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1c-768x1262.png 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1c-935x1536.png 935w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1c-395x649.png 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1c-795x1306.png 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1c-200x329.png 200w" sizes="auto, (max-width: 974px) 100vw, 974px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-36453 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1d.jpg" alt="" width="1200" height="864" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1d.jpg 1200w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1d-300x216.jpg 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1d-1024x737.jpg 1024w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1d-768x553.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1d-395x284.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1d-795x572.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/06/op1d-200x144.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></p>
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