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	<title>CULTURA &amp; EDUCAÇÃO Archives - Jornal Cidade</title>
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	<title>CULTURA &amp; EDUCAÇÃO Archives - Jornal Cidade</title>
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		<title>‘Eu Só Quero Ser Feliz’ – Paulo Henrique, Maurício Barros, Billy Brandão e Gian Fabra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 02:50:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eu não quero Esse mundo em preto e branco Que eu não posso explicar É, eu não quero Que a vida venha pronta Ensaiada pra agradar &#160; Não sei como te falar Mas deixo os meus recados Por onde você possa passar É, nos muros da cidade a te cercar &#160; Nem sei onde quero &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não quero</p>
<p>Esse mundo em preto e branco</p>
<p>Que eu não posso explicar</p>
<p>É, eu não quero</p>
<p>Que a vida venha pronta</p>
<p>Ensaiada pra agradar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não sei como te falar</p>
<p>Mas deixo os meus recados</p>
<p>Por onde você possa passar</p>
<p>É, nos muros da cidade a te cercar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nem sei onde quero chegar</p>
<p>Mas seja onde for</p>
<p>Rio, Pauliceia, Nova Déli, Paris</p>
<p>Eu só quero, eu só quero ser feliz</p>
<p>Eu só quero, quero ser feliz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E no começo</p>
<p>As coisas têm um brilho</p>
<p>Que com o tempo se vai</p>
<p>Mas tudo bem</p>
<p>Eu sempre trago um sonho</p>
<p>Que pode, eu sei</p>
<p>Que pode me salvar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não sei como te falar</p>
<p>Mas deixo os meus recados</p>
<p>Por onde você possa passar</p>
<p>É, nos muros da cidade a te cercar</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nem sei onde quero chegar</p>
<p>Mas seja onde for</p>
<p>Rio, Pauliceia, Nova Déli, Paris</p>
<p>Eu só quero, eu só quero ser feliz</p>
<p>Eu só quero, quero ser feliz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eu só quero ser feliz</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Paulo Henrique</strong> (compositor, compositor de <em>jingles</em>, publicitário e produtor de áudio), <strong>Maurício Barros</strong> (compositor e tecladista), <strong>Billy Brandão</strong> (compositor e guitarrista) e <strong>Gian Fabra</strong> (compositor, músico, escritor e produtor musical). <strong>Canção</strong> do álbum <em>Buana 4</em> (1989), da então banda <strong>Buana 4</strong>, formada pelos três últimos e por Guilherme Valdetaro (baterista), lançado pela gravadora EMI. Foi tema de abertura da novela <em>Top Model</em>, da Rede Globo</p>
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			</item>
		<item>
		<title>‘Fundamento’ – Serjão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 10:31:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>‘Eu vi de perto o que o crime promete / Mas quando a porta fecha e a luz some, geral vai sofrer’. &#160; Acordei cedo, seis da manhã Olho pesado, professor no ringue, MC no improvisado Luva tá gasta, sonho tá vivo Foco disciplinado, mas a conta vence hoje, o aluguel tá atrasado Café ralo &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>‘Eu vi de perto o que o crime promete / Mas quando a porta fecha e a luz some, geral vai sofrer’.</em></p>
<div id="attachment_36741" class="wp-caption aligncenter" ><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-36741 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ce-serjao.png" alt="" width="696" height="461" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ce-serjao.png 696w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ce-serjao-300x199.png 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ce-serjao-395x262.png 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/ce-serjao-200x132.png 200w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Serjão: ‘Não é orgulho, é desespero pra bancar / O que o sistema nunca vai poder proporcionar’ <strong>– Foto: <em>@guilherm.fotos</em></strong></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acordei cedo, seis da manhã</p>
<p>Olho pesado, professor no ringue, MC no improvisado</p>
<p>Luva tá gasta, sonho tá vivo</p>
<p>Foco disciplinado, mas a conta vence hoje, o aluguel tá atrasado</p>
<p>Café ralo e elas dormem, com a fé no pensamento</p>
<p>Treino os moleque, muito golpe, ensino os fundamentos</p>
<p>Atleta de alma, artista por sentimento</p>
<p>Mas o sistema cobra caro por todo talento</p>
<p>Sai pro corre, o celular vibra sem parar</p>
<p>Entrega discreta, muitos becos pra atravessar</p>
<p>Não é orgulho, é desespero pra bancar</p>
<p>O que o sistema nunca vai poder proporcionar</p>
<p><em>(Interlúdio)</em></p>
<p>– E aí, meu mano, firme?</p>
<p>Só vou ver minha filha apresentar aqui e já tô saindo, demorou?</p>
<p>Fica ligeiro.</p>
<p><em>(Verso 2)</em></p>
<p>Sol se põe, troco a roupa, tento respirar</p>
<p>Hoje tem show da minha vida, não posso atrasar</p>
<p>Teatro lotado, sorriso de quem faz chorar</p>
<p>Ali eu lembro o porquê de tanto lutar</p>
<p>Abraço apertado, sorriso no olhar</p>
<p>O pai tá aqui, nunca vai te abandonar</p>
<p>Mas tem olho gordo querendo o meu mal</p>
<p>Zé povim é foda, papo torto, mente criminal</p>
<p>Colado com os cana, conversa ensaiada</p>
<p>Arma a casinha na saída, tem hora marcada</p>
<p>Enquanto a arte salva quem tá lá no palco</p>
<p>Lá fora o erro custa caro no cárcere privado</p>
<p><em>(Refrão)</em></p>
<p>Hey, moleque, ouve o que vou te dizer</p>
<p>Não é história de filme, é vivência, pode crer</p>
<p>Eu vi de perto o que o crime promete</p>
<p>Mas quando a porta fecha e a luz some, geral vai sofrer</p>
<p>Hey, moleque, ouve o que vou te dizer</p>
<p>Não é história de filme, é vivência, pode crer</p>
<p>Eu vi de perto o que o crime promete</p>
<p>Mas quando a porta fecha e a luz some, geral vai sofrer</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Serjão</strong>, goiano de Anápolis, é compositor, cantor de ligação com as culturas do <em>rap</em> e do <em>hip-hop</em>, produtor musical, beatmaker e professor de boxe. <strong>Canção</strong> do álbum/EP <em>Entre Socos e Versos</em>, distribuído pela Bigsmall, que chegou às plataformas digitais com cinco músicas na última semana de junho, em projeto que agendou para o final de 2026 o lançamento de outras cinco.</p>
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		<title>‘Deixa essa mulher chorar’ – Brancura</title>
		<link>https://jotacidade.com/colunas/deixa-essa-mulher-chorar-brancura/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 10:25:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Deixa esta mulher chorar (Deixa esta mulher chorar) Pra pagar o que me fez (Pra pagar o que me fez) Zombou de quem soube amar, por querer Hoje toca a sua vez de sofrer &#160; Não se lamente O mundo é mesmo assim Chora, que eu já chorei E tu zombaste de mim &#160; Amei &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Deixa esta mulher chorar</p>
<p>(Deixa esta mulher chorar)</p>
<p>Pra pagar o que me fez</p>
<p>(Pra pagar o que me fez)</p>
<p>Zombou de quem soube amar, por querer</p>
<p>Hoje toca a sua vez de sofrer</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não se lamente</p>
<p>O mundo é mesmo assim</p>
<p>Chora, que eu já chorei</p>
<p>E tu zombaste de mim</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amei e não venci</p>
<p>Outro não amou, venceu</p>
<p>Foi protegido da sorte</p>
<p>Foi mais feliz do que eu</p>
<p>(Oi, deixa essa mulher chorar)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Deixa esta mulher chorar</p>
<p>(Deixa esta mulher chorar)</p>
<p>Pra pagar o que me fez</p>
<p>(Pra pagar o que me fez)</p>
<p>Zombou de quem soube amar, por querer</p>
<p>Hoje toca a sua vez de sofrer</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estou bem feliz</p>
<p>Não me fazes mais sofrer</p>
<p>Agora sou eu quem diz</p>
<p>Que não quero mais te ver</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Amar como eu te amei</p>
<p>Era para enlouquecer</p>
<p>Juro que nunca pensei</p>
<p>Que pudesse te esquecer</p>
<p>(Oi, deixa essa mulher chorar)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Brancura</strong> <strong>(</strong>como<strong> Sílvio Fernandes</strong> era mais conhecido<strong>)</strong> nasceu e faleceu no Rio de Janeiro-RJ (1908-1935), foi compositor, flautista, sambista, nome ímpar/um dos pioneiros do samba e um dos fundadores da Deixa Falar, primeira escola de samba do Brasil. <strong>Canção</strong> de grande sucesso no <em>Carnaval</em> de 1931, gravado (via então Odeon) por <strong>Francisco Alves</strong> e <strong>Mário Reis</strong>, em dupla</p>
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			</item>
		<item>
		<title>‘Retroceder’ – Ezecson Fernandes de Sá</title>
		<link>https://jotacidade.com/colunas/retroceder-ezecson-fernandes-de-sa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:52:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>‘&#8230;Sem querer voltei encontrar a cidade de Uruaçu com suas ruas e avenidas sem asfalto e uma sociedade mais sonhadora’. &#160; Já era madrugada, os primeiros raios do sol já se faziam presentes no firmamento, o nosso pensamento fez uma viagem pelos entalhos da recordação e sem querer voltei encontrar a cidade de Uruaçu com &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>‘&#8230;Sem querer voltei encontrar a cidade de Uruaçu com suas ruas e avenidas sem asfalto e uma sociedade mais sonhadora’.</em></p>
<div id="attachment_35382" class="wp-caption aligncenter" ><img decoding="async" class="wp-image-35382 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/04/1-Coluna-Mariano-Peres.jpg" alt="" width="569" height="752" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/04/1-Coluna-Mariano-Peres.jpg 569w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/04/1-Coluna-Mariano-Peres-227x300.jpg 227w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/04/1-Coluna-Mariano-Peres-395x522.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/04/1-Coluna-Mariano-Peres-200x264.jpg 200w" sizes="(max-width: 569px) 100vw, 569px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Doutor Mariano Peres (1941-2016), um dos personagens citados na obra <strong>– Foto: Jota Marcelo/JORNAL CIDADE</strong></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já era madrugada, os primeiros raios do sol já se faziam presentes no firmamento, o nosso pensamento fez uma viagem pelos entalhos da recordação e sem querer voltei encontrar a cidade de Uruaçu com suas ruas e avenidas sem asfalto e uma sociedade mais sonhadora.</p>
<p>Vi e encontrei o <em>Senhor</em> Landulfo Moreira e o Senhor Sinval Pinheiro construindo a catedral de Uruaçu a mando do Padre Euzébio Lecué, Ti-Néco com o seu terno e seu jipe desfilando pelas ruas e avenidas da cidade que ele mesmo ajudou a fundar e a iluminou com a sua usina. Bráulio Barroso fiscalizando, José Spíndola com o seu cinema denominado de Cine São José. O advogado Maciel recitando poesias e fazendo bonito nos Tribunais da Justiça, Egídio <em>[pai do grande futebolista Ota, em observação do poeta uruaçuense Ítalo Campos, para quem a referida obra é ‘excelente recuperação, rememoração e releitura desta crônica. Deve ser das melhores!’]</em> consertando armas de fogo e concorrendo com o Senhor Tunico.</p>
<p>Manoel Polaqueiro fazendo polaques para colocar nos jegues de propriedade de Luiz Carlos da Mota e eram tantos jegues que nem um bom jegueiro dava conta de contar, era rincho a noite toda. Encontrei Pedro Cutuca fazenda selas de montaria, Sérgio Noleto consertando relógios e detestando os Estados Unidos, Alonso Alves consertando e fazendo calçados, Manesinho Sapateiro fazendo chinelos e comercializando na cidade de Campinorte. O curandeirismo através do Camarguinho, o candomblé através dos seus batuques que não me sai do pensamento, uma cultura milenar oriunda da África. O farmacêutico João Soares desfilando com a sua roupa de linho engomada, onde a sua camisa era presa à calça através de suspensórios. José Ribeiro se firmando como farmacêutico e fazendo a sua própria história. José Spíndola inaugurando o Cine Vitória, o Clube Recreativo Uruaçuense inaugurando e realizando grandes festas sociais em alto estilo. Joventino Alves de Melo construindo o saudoso Cine Caiçara, Valdivino Liberato e Luiz Lourenço Moreira eram motoristas e funcionários do eterno flamenguista Joventino. <em>Dona</em> Águeda Vieira de Melo embelezando o belo sexo no seu salão de beleza. Zequinha Barbeiro, Manoel Barbeiro, Waldomiro Jacinto e Agripino com suas barbearias. Camapunzinho com a sua saudosa Casa Cearense.</p>
<p>Vi e comprei na Casa Bahia do Marcionilio Francisco Mendonça, os Patrício com a Casa Combate, as Lojas Riachuelo fechando as portas em Uruaçu. O coronel José Fernandes de Carvalho comprando ouro, Alarico Fernandes de Carvalho, José Fernandes Neto e Avilmar Freitas trabalhando no escritório de contabilidade Materdei; doutor Edmundo Carvalho com o seu jipe novinho andando nas ruas e avenidas de Uruaçu. José Sobrinho falando de política, Alarico ajeitando votos debaixo da ponte do rio Passa Três, da seguinte forma: Roberto, Roberto, Roberto, Roberto, Otaciano Carvalho. Eta <em>[?]</em> urna boa da Palmeirinha!</p>
<p>Enxerguei o Senhor Orozino Camargo brabo que nem cupim, Francino dando uns tirinhos no meio da rua, o Cabo Diogines morrendo numa troca de tiros com uns ciganos no Povoado da Água Branca, e o soldado Expedito correndo de medo dos ciganos.</p>
<p>Ri demais com a apelação do prefeito Dé Baiano, quando o seu carro foi atropelado por um outro veículo, Dé Baiano saiu do seu veículo e iniciou uma seguinte conversação:</p>
<p>-Menino, o Senhor não sabe que eu sou o prefeito e que moro bem ali?</p>
<p>-Sei, sim Senhor.</p>
<p>-E por acaso, o Senhor tem carteira de chofer?</p>
<p>-Tenho Sim.</p>
<p>-Então, não faça mais isso, eu sou o prefeito de Uruaçu.</p>
<p>Lembrei do Paulo Doido furando um buraco na cadeia pública para sair, era doido mais não era bobo, Marcos Baiano todo queimado e se recuperando, Maria Poteira com seus potes de barro e a Belchiolina vendendo beleza. Encontrei o velho Sansão fazendo móveis, Manoel Mota jogando dama com Pedro David de Souza, Falei com Plínio, Melânia, Tia Zizi, Diogo, Alcides, Sérgio Noleto, Walter da Silva Rocha, Mariano Peres, Pedro Adão, Zequinha da Gaita fazendo serenata, fui ao Cine Caiçara, encontrei a Vânia vendendo ingressos, Joventino e Dona Águeda na portaria, Juarez e Luiz de Castro operando as máquinas de rodar os filmes, a furreca 29 do Joventino na porta, vi tanta gente só não vi você que eu tanto queria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ezecson Fernandes de Sá</strong> (1951-2019), nascido na goiana Jaraguá, foi escritor, historiador, poeta, geógrafo, palestrante, jornalista. <strong>Obra</strong> publicada pelo <strong>JORNAL CIDADE</strong> com adaptações e correções, e com colaboração do poeta <strong>Ítalo Campos</strong>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>‘Andorinhas’ &#8211; Cassiano Ricardo Leite e João Ricardo</title>
		<link>https://jotacidade.com/colunas/andorinhas-cassiano-ricardo-leite-e-joao-ricardo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 14:47:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma letra pequena, de diagramação diferenciada. Letra importante, música relevante. &#160; Cassiano Ricardo Leite (1895-1974) (jornalista, poeta e ensaísta) e João Ricardo (cantor e compositor português) são sinônimos de profissionais valorosos da cena cultural brasileira. Canção do álbum Secos &#38; Molhados (1973), da banda de mesmo nome, lançado pela então gravadora Continental.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma letra pequena, de diagramação diferenciada. Letra importante, música relevante.</em></p>
<p style="text-align: center"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-36956 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/op3.png" alt="" width="63" height="451" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/op3.png 63w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/op3-42x300.png 42w" sizes="(max-width: 63px) 100vw, 63px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cassiano Ricardo Leite</strong> (1895-1974) (jornalista, poeta e ensaísta) e <strong>João Ricardo</strong> (cantor e compositor português) são sinônimos de profissionais valorosos da cena cultural brasileira. <strong>Canção</strong> do álbum <em>Secos &amp; Molhados</em> (1973), da banda de mesmo nome, lançado pela então gravadora Continental.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>‘A morte e seus circunstantes’ – Itaney Campos</title>
		<link>https://jotacidade.com/colunas/a-morte-e-seus-circunstantes-itaney-campos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:11:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Itaney Campos: ‘O certo é que a gente segue a vida num jogo cansativo de driblar a morte, até que, como sabemos, ela dê o seu xeque-mate’. &#160; Dias atrás, uma entidade literária promoveu um concurso com o tema O escritor fala da própria morte. Os melhores contos seriam publicados em sites da promovente e em &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Itaney Campos: ‘O certo é que a gente segue a vida num jogo cansativo de driblar a morte, até que, como sabemos, ela dê o seu xeque-mate’.</em></p>
<div id="attachment_36648" class="wp-caption alignnone" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-36648 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_.png" alt="" width="1598" height="1600" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_.png 1598w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-300x300.png 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-1024x1024.png 1024w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-150x150.png 150w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-768x769.png 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-1534x1536.png 1534w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-80x80.png 80w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-395x395.png 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-795x796.png 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/pngwing.com_-200x200.png 200w" sizes="auto, (max-width: 1598px) 100vw, 1598px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i><em><strong>www.pngwing.com</strong></em></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dias atrás, uma entidade literária promoveu um concurso com o tema <em>O escritor fala da própria morte</em>. Os melhores contos seriam publicados em <em>sites</em> da promovente e em um jornal da capital.</p>
<p>Naturalmente que a entidade e o jornal eram dirigidos por jovens, que se dão ao direito de tratar a morte sem medo e até de idealizar a própria morte, quase se divertindo com a ideia. Todos imortais, como soem ser os jovens. Recebi o convite para participar, mas neguei fogo. Eu, <em>heim</em>, cutucar a besta fera com vara, ou pena, curta, tô fora! Pode ser que a dona <em>Morte</em> nem esteja se lembrando de mim, e vou lá eu chamar a sua atenção? Eu, para quem cada ano de vida agora é lucro? Necas. Mas confesso que fiquei pensando no desafio. Machado escreveu um romance cujo protagonista narrador era um senhor recém falecido. O escritor Edgard Poe lapidou um poema em que encarava a Morte, vestida de ave, no caso, um corvo, que advertia repetidamente « nunca mais », « nunca mais », frisando o fatídico do sono eterno. Parece que aos poetas é mais natural refletir sobre a morte, sobretudo a própria. O certo é que a gente segue a vida num jogo cansativo de driblar a morte, até que, como sabemos, ela dê o seu xeque-mate. Enquanto isso, nós viajamos e nos colorimos, como disse Drummond. Nesse jogo de gato e rato, alguns iludem-se com o título de imortais, federais ou regionais, sabendo que a verdade é que são morríveis, e só excepcionalmente permanece a sombra de alguns, em suas obras. Soube também de um certame que incitava a formular as inscrições que gostariam de ter na própria lápide. Achei de muito mau gosto. Mas pensei que eu me apropriaria desta: « Saibam que estou aqui a contragosto ». Ou desta outra, de humor negro: « Logo, logo nos veremos ». E tem também este, bem humorado: « A partir de agora, não contem mais comigo! «</p>
<p>Há um pensamento que considero muito sábio sobre a Morte (com m maiúscula), formulado por Confúcio, que preconiza: « Por que nos preocuparmos com o problema da morte, quando tantos problemas há a resolver na vida? » Há alguns dias, um amigo escritor, Hélverton Baiano, lembrava de um médico de Correntina que receitou um remédio tido por excelente a um doente grave, era tiro e queda, assegurava. O enfermo, porém, veio a morrer, e o esculápio, para se justificar: « Mas morreu com uma melhorinha boa, não foi não? » O inegável é que a morte não perdoa ninguém, não faz exceção. Hoje, alcançados mais de setenta, que passaram rápido demais, temo e tremo cada vez que faço os exames médicos. Por enquanto tudo bem. Afinal, sou um sobrevivente. Seiscentas mil pessoas morreram neste País picadas pela praga da Covid-19. E abandonadas por um governo de coveiros. Então, está escrito que vou seguir em frente. Viajei mil vezes de automóvel, por estradas ruins, entre motoristas dementes. Centenas de vezes deixei minha vida nas mãos de pilotos desconhecidos, em longas e curtas e turbulentas viagens aéreas. Decidi sobre a prisão e a liberdade das pessoas, e ninguém falou em me matar, pelo menos não pra mim. Então, miro no exemplo do meu pai que só se foi após o centenário. Mas sei que pode bater um vento forte e apagar esta chama frágil que é a vida. Ainda assim, vou desviar-me enquanto puder. Não conte a « indesejada », a bruxa soturna, senhora da foice, com a minha colaboração. É como diz o antigo enunciado, da sabedoria bíblica: <em>A vida e a morte estão sob o poder da língua</em>. Em sendo verdade, escritor não morre, só vai escrever em outro idioma. Pra isso serve a imaginação fértil. Pois não é que o poeta é um fingidor? Então!? Vou fazer como aquele escritor que, quando escrevia sobre a Morte, ela se apresentou, dizendo-lhe que era hora de ir-se. Com ele. Ele então indagou a ela: « Mas você não quer saber o fim da história? » Ela queria. A escrita estendeu-se por anos, até que a Morte foi embora. Daí, o velho escritor morreu. É como diz o ditado popular: <em>Vou esforçar-me até morrer, pra não dar de cara com a morte</em>.</p>
<p>De qualquer forma, vou adotar o exemplo do meu avô, que morreu com dignidade, em silêncio, dormindo. Ao contrário dos passageiros de sua kombi, que morreram gritando. Enfim, se eu tiver que morrer, que seja antes de eu ver um livro meu no sebo, ensebado, autografado, e no meio de livros de autoajuda.</p>
<p>E proíbo que, no meu velório, aquela turminha de sempre fique fazendo piadas de humor negro, sobre a morte. E sobre a « bondade » da minha mulher. Caso contrário, juro, vou acabar desistindo de morrer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>[Abril/25.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Itaney Campos</strong> natural de Uruaçu-GO, fundada por seus ancestrais, da família Francisco/Fernandes de Carvalho, é, entre outras qualificações, escritor, poeta e desembargador</p>
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		<title>‘Antônia’ – Visconde de Taunay</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:05:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nunca vou te esquecer, meu francês De cabelos encaracolados, Teu jeito distante De quem vive escrevendo, Perdido num país de sonho. &#160; Não esquecerás de mim, tua Antônia, Tua índia de ternura branda, Cabelos negros Que guardam os segredos das noites Entre os morros de Aquidauana. &#160; Ah! Meu francês, Por tua causa Perfumava minha &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca vou te esquecer, meu francês</p>
<p>De cabelos encaracolados,</p>
<p>Teu jeito distante</p>
<p>De quem vive escrevendo,</p>
<p>Perdido num país de sonho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não esquecerás de mim, tua Antônia,</p>
<p>Tua índia de ternura branda,</p>
<p>Cabelos negros</p>
<p>Que guardam os segredos das noites</p>
<p>Entre os morros de Aquidauana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ah! Meu francês,</p>
<p>Por tua causa</p>
<p>Perfumava minha pele</p>
<p>Com folhas de laranja</p>
<p>E funcho macerado,</p>
<p>Tudo para senti-lo dentro de mim,</p>
<p>Para cheirá-lo,</p>
<p>Para sorver de teus lábios</p>
<p>A saliva estonteante</p>
<p>Como a bebida de minha tribo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Alfredo Taunay,</p>
<p>TONÉ,</p>
<p>Tua Antônia,</p>
<p>Índia chané,</p>
<p>Sabe pronunciar teu nome francês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Visconde de Taunay</strong> (1843-1899), registrado Alfredo Maria Adriano d’Escragnolle Taunay, foi um nobre, escritor, músico, professor, engenheiro militar, político, historiador e sociólogo. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, ocupando a Cadeira n.° 13. <strong>Poema</strong> constante na publicação <em>O Visconde de Taunay na poesia de Raquel Naveira</em>, de <strong>Raquel Naveira</strong>, em <em>academiacristadeletras.org.br</em>, que traz as seguintes observações, transcritas com adaptações: considerado o precursor da literatura sul-mato-grossense, é uma figura fascinante. Filho de Félix Taunay, o Barão de Taunay, e de Gabriela Hermínia, era de ilustre família de artistas franceses, que chegaram quando D. Pedro II queria trazer o movimento da Escola Nacional de Belas Artes para o Brasil. Recebeu esmerada educação intelectual, ingressando, logo após o curso de Ciências e Letras, na carreira militar. Em 1865, como segundo-tenente, é convocado para a Guerra do Paraguai (1864-1870), maior conflito armado ocorrido na América Latina, travada entre o Paraguai e a Tríplice Aliança, composta por Brasil, Argentina e Uruguai. Retorna ao Rio de Janeiro em 1868, depois de ter participado da Expedição que se tornou famosa pelo episódio da Retirada da Laguna. Coloquei essas páginas dramáticas da história num poema intitulado <em>Taunay e a Retirada da Laguna</em>.</p>
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		<title>‘Silêncio destilado’ – Divino Alves de Oliveira</title>
		<link>https://jotacidade.com/colunas/silencio-destilado-divino-alves-de-oliveira/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 23:46:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Escombros: Sobras de vidas Sonhos Solidão &#160; É preciso dizer mais? &#160; Entre uma dose e outra reviro restos. Garrafas por companhia. Esqueço dores, arrefeço a alma. Tudo em vão. &#160; Falo de mim. Do que pensei ser. Fui? Das escolhas sobrou meu nada. Saudade veio depois. &#160; Não quero o dó de quem passa. &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Escombros: Sobras de vidas</p>
<p>Sonhos</p>
<p>Solidão</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É preciso dizer mais?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre uma dose e outra</p>
<p>reviro restos.</p>
<p>Garrafas por companhia.</p>
<p>Esqueço dores,</p>
<p>arrefeço a alma.</p>
<p>Tudo em vão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falo de mim.</p>
<p>Do que pensei ser.</p>
<p>Fui?</p>
<p>Das escolhas</p>
<p>sobrou meu nada.</p>
<p>Saudade veio depois.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não quero o dó</p>
<p>de quem passa.</p>
<p>O meu fel me basta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em meio aos escombros</p>
<p>recolho meus cacos,</p>
<p>me afogo em doses</p>
<p>de silêncio destilado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É preciso dizer mais?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Divino Alves de Oliveira</strong> &#8211; Coronel PM. Acadêmico Fundador da Cadeira nº 20. <strong>Transcrito</strong>, sem adaptações, de <em>www.aglmauroborges.com.br</em>, <em>site</em> da Academia Goiana de Letras Ciência e Cultura dos Militares do Estado de Goiás &#8211; Coronel Mauro Borges Teixeira (AGL-MB), sediada em Goiânia-GO.</p>
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		<title>‘Carnaval’ de Pernambuco – Fato Relevante</title>
		<link>https://jotacidade.com/colunas/carnaval-de-pernambuco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 23:41:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fato Relevante. Publicado na edição de 18/02/2026, do jornal O Popular (Goiânia-GO), envolvendo frevo pernambucano de larga tradição. &#160; Fato Relevante. Publicação de 18/02/2026, no jornal O Popular (Goiânia-GO), abordando tradicionalíssimo frevo de Pernambuco.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fato Relevante<em>. Publicado na edição de 18/02/2026, do jornal </em>O Popular<em> (Goiânia-GO), envolvendo frevo pernambucano de larga tradição.</em></p>
<p style="text-align: center"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-36642 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/op3_page-0001-e1782959147784.jpg" alt="" width="597" height="1427" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/op3_page-0001-e1782959147784.jpg 597w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/op3_page-0001-e1782959147784-126x300.jpg 126w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/op3_page-0001-e1782959147784-428x1024.jpg 428w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/op3_page-0001-e1782959147784-395x944.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/07/op3_page-0001-e1782959147784-200x478.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 597px) 100vw, 597px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fato Relevante</strong>. Publicação de 18/02/2026, no jornal <em>O Popular</em> (Goiânia-GO), abordando tradicionalíssimo frevo de Pernambuco.</p>
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		<item>
		<title>Memorial Gilberto Mendonça Teles vai abrigar livros, diários, anotações&#8230; Até óculos, caneta, carimbo dele!</title>
		<link>https://jotacidade.com/colunas/memorial-gilberto-mendonca-teles-vai-abrigar-livros-diarios-anotacoes-ate-oculos-caneta-carimbo-dele/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Jota]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 19:42:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Escritor é o homenageado da edição 2026 do Encontro Nacional de Escritores. Memorial levando o nome do mesmo vai reunir praticamente tudo que Gilberto tinha. Um marco cultural excelente! &#160; O poeta Gilberto Mendonça Teles (1931-2024) é o grande homenageado do 7º Encontro Nacional de Escritores, entre 28 e 31 de maio, na sede do &#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Escritor é o homenageado da edição 2026 do </em>Encontro Nacional de Escritores<em>. Memorial levando o nome do mesmo vai reunir praticamente tudo que Gilberto tinha. Um marco cultural excelente!</em></p>
<div id="attachment_35992" class="wp-caption alignnone" ><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-35992 size-full" src="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/05/image.jpg" alt="" width="960" height="640" srcset="https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/05/image.jpg 960w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/05/image-300x200.jpg 300w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/05/image-768x512.jpg 768w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/05/image-395x263.jpg 395w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/05/image-795x530.jpg 795w, https://jota-cidade.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2026/05/image-200x133.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p class="wp-caption-text"><i class="icon fa fa-camera"></i>Gilberto Mendonça Teles terá o acervo dele reunido em Memorial a ser instalado na capital Goiânia <strong>– Foto: Weimer Carvalho/jornal <em>O Popular</em> (Goiânia-GO)</strong></p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O poeta Gilberto Mendonça Teles (1931-2024) é o grande homenageado do <em>7º Encontro Nacional de Escritores</em>, entre 28 e 31 de maio, na sede do Sesc Cidadania, em Goiânia.</p>
<p>Um dos atrativos na abertura: o lançamento do projeto do Memorial que leva o nome de Gilberto, espaço idealizado para abrigar o acervo do mesmo, composto de obras literárias culturais deixadas por ele, de suma importância, além de objetos pessoais. Iniciativa espetacular, que poderá ser visitada publicamente!</p>
<p>Essa bandeira é defendidíssima pelo JORNAL CIDADE, em tempos de demolição de imóveis históricos e descartes de acervos e bens pessoais históricos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(Jota Marcelo)</strong></p>
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